Média
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Mais um bom filme nacional com uma história bem contada, elenco ok e uma direção de arte boa, ressalvas para filmografia no seu estilo que poderia ser melhor.
" Uma mistura visceral de ficção e realidade que transcende gêneros, com uma cinematografia que impacta e um discurso político profundo."
Mato Seco em Chamas é uma obra híbrida de documentário e ficção que expõe a realidade das periferias de Brasília, misturando a luta de mulheres resistentes em uma narrativa que mais parece uma distopia apocalíptica. Dirigido por Joana Pimenta e Adirley Queirós, o filme segue a jornada das Gasolineiras de Kebrada, mulheres que, com sua própria gasolina, negociam a sobrevivência em um mundo de violência e opressão.
A trama foca nas irmãs Chitara e Léa, personagens com passados de prisão e resistência. A relação delas e com Andréia, outra ex-detenta e candidata a deputada, compõe o núcleo feminino forte e decidido que luta contra o sistema opressor. As mulheres são retratadas como poderosas Valquírias do Cerrado, onde motocicletas e armas substituem os cavalos e os antigos símbolos de resistência.
O visual da obra, com sua estética de distopia e elementos de Mad Max e Bacurau, mistura realismo e ficção para formar uma crítica contundente ao cenário político brasileiro.
Mato Seco em Chamas é uma obra híbrida de documentário e ficção que expõe a realidade das periferias de Brasília, misturando a luta de mulheres resistentes em uma narrativa que mais parece uma distopia apocalíptica. Dirigido por Joana Pimenta e Adirley Queirós, o filme segue a jornada das Gasolineiras de Kebrada, mulheres que, com sua própria gasolina, negociam a sobrevivência em um mundo de violência e opressão.
A trama foca nas irmãs Chitara e Léa, personagens com passados de prisão e resistência. A relação delas e com Andréia, outra ex-detenta e candidata a deputada, compõe o núcleo feminino forte e decidido que luta contra o sistema opressor. As mulheres são retratadas como poderosas Valquírias do Cerrado, onde motocicletas e armas substituem os cavalos e os antigos símbolos de resistência.
O visual da obra, com sua estética de distopia e elementos de Mad Max e Bacurau, mistura realismo e ficção para formar uma crítica contundente ao cenário político brasileiro.
Do mesmo diretor do igualmente genial Branco Sai, Preto Fica, esse filme é o que as cinco estrelas dizem dele, uma verdadeira obra-prima.
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