Média
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Pra mim foi uma baita de uma decepção, esperava algo mais profundo. No quesito sci-fi não há mto oq comentar, não há um grande desenvolvimento de ideias ou coisas inivadoras. O gancho central do filme é ok, mas fraco pra ser um gancho principal, poderia ser melhor se fosse algo mais colateral que implicasse em outros desdobramentos. No fim o filme gira, com uma dose de sarcasmo, em torno da discussão acerca da ética sobre a descartabilidade de um "ser humano" que nao foi nascido e sim impresso. Na minha opinião quem deixar esse filme passar não estará perdendo nada.
O filme é bem chato e lento. No começo parece que vai ser interessante mas logo desanda. Mark Ruffalo também não agrega nada. Não vale o tempo gasto.
Ah, esse eu gostei demais! Roteiro diferente, bons atores, a história poderia ser contada de forma pesada, mas acaba sendo leve, garante umas risadas.
O filme é bem agradável de assistir, atuação espetacular do Robert, historia bem criativa que te prende o filme inteiro, pra mim o final deixou a desejar , mas não decepciona
assista !
assista !
Pense num filme ruim, cenas desnecessárias, militância política extrema, única coisa boa é a atuação do robert pat.
O filme tudo para ser excelente, mas do meio para frente o filme começa a ficar chato e previsível. 2 horas perdidas
O filme deixa o diálogo aberto para você ficar interpretando aquilo que já se sabe que é o óbvio, mas se você escreve algo, nãos seria melhor deixar seu questionamento já incluso na obra, infelizmente esse conceito é colocado por várias vezes tornando um filme cansativo, o que salva de uma nota 1 é a atuação do "Robert", fora isso, dá dizia o ditado, quem diz muito sobre tudo, não diz nada sobre algo! Antes de ouvir os amigos que deram 5 por exemplo, eles não podem dizer que o filme fechou cada assunto, como o crime sobre a duplicidade, as questões ambientais, a fauna extraterrestre, o s3x0 trisal proposto pela atriz Naiome, a crítica ao poder político, a crítica às classes nobres, às classes dominantes, às classes arianas "Puras", até a exploração do trabalho Escravo, a exploração da mão de obra, o fanatismo político, são tantas coisas que não deixam um pensamento crítico da obra fechada, mas em suma falta um pouco de ação, que fica em diálogos incansáveis e no fim ao meu ver, spoiler: a tentativa de homicídio da coadjuvante não foi solucionada e ainda, esquecem que ela tentou matar e esquartejar alguém, e ela ainda se torna uma governante, falta dizer que "mas ela agiu em legítima defesa", não meu amigo colega, ela não agiu, a legítima defesa acaba com a cessação da ameaça, aqui e no mundo; se você defende que isso ocorreu em face do espaço, então legitimariamos todos os atos do governante Marshal. E minha crítica, a falta de ação, é um filme de drama? de comédia? de romance? de ação? Ficaram querendo atingir tantos pontos que por fim só faltou descrever que não é nada, apenas uma seção de tarde, cansativa e infeliz. Minha opinião, respeito a sua!
Legal...............................................................................................
Sinopse:
Um colaborador é enviado em uma expedição humana para colonizar o mundo gelado de Niflheim. Após uma iteração morrer, um novo corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas.
Crítica:
“Mickey 17” é uma brilhante investigação da natureza humana através da ficção científica, um retorno triunfal de Bong Joon-ho à temática que lhe é tão cara. O filme, baseado no livro “Mickey7” de Edward Ashton, apresenta uma narrativa intrigante sobre colônias em mundos alienígenas, misturando questões teóricas de identidade e a moralidade da tecnologia.
Robert Pattinson brilha em seu papel como Mickey Barnes, um "empregado descartável" que constantemente enfrenta a morte e a regeneração. Essa dualidade de vidas expõe a fragilidade da existência e o peso das memórias que continuam a moldar quem somos, mesmo em corpos diferentes. A química entre Pattinson e Naomi Ackie (Nasha), sua parceira mais complexa, enriquece o enredo, especialmente quando Nasha lida com os ecos de suas interações passadas com clones de Mickey.
O elenco de apoio, que inclui ótimos atores como Mark Ruffalo e Toni Collette, é eficaz em adicionar camadas à trama, representando interesses próprios que contrastam com a luta de Mickey por agência em um sistema que tenta desumanizá-lo. Ruffalo, como o político manipulador, e Collette, como a esposa controladora, trazem uma tensão palpável ao universo do filme.
Visualmente, “Mickey 17” é deslumbrante, com a direção de arte detalhada que traz o gelado Niflheim à vida. A cinematografia captura não só a beleza do ambiente hostil, mas também a desolação emocional enfrentada por Mickey. Joon-ho utiliza esses elementos visuais para amplificar as questões centrais do filme, como a luta pela autonomia e a busca por significado em um mundo que parece ignorar o valor da vida.
O ritmo do filme, embora lento em algumas partes, permite uma reflexão mais profunda sobre suas temáticas existenciais. O uso de humor sutil para aliviar a tensão nas interações cria um equilíbrio que engaja o público de maneira única. Fiel ao estilo de Joon-ho, “Mickey 17” combina entretenimento e exploração filosófica de forma magistral, apresentando uma narrativa que ressoará com o público bem após os créditos finais.
Em suma, “Mickey 17” é não apenas uma obra de ficção científica, mas uma meditação provocativa sobre o que significa ser humano em tempos de inovação tecnológica.
Um colaborador é enviado em uma expedição humana para colonizar o mundo gelado de Niflheim. Após uma iteração morrer, um novo corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas.
Crítica:
“Mickey 17” é uma brilhante investigação da natureza humana através da ficção científica, um retorno triunfal de Bong Joon-ho à temática que lhe é tão cara. O filme, baseado no livro “Mickey7” de Edward Ashton, apresenta uma narrativa intrigante sobre colônias em mundos alienígenas, misturando questões teóricas de identidade e a moralidade da tecnologia.
Robert Pattinson brilha em seu papel como Mickey Barnes, um "empregado descartável" que constantemente enfrenta a morte e a regeneração. Essa dualidade de vidas expõe a fragilidade da existência e o peso das memórias que continuam a moldar quem somos, mesmo em corpos diferentes. A química entre Pattinson e Naomi Ackie (Nasha), sua parceira mais complexa, enriquece o enredo, especialmente quando Nasha lida com os ecos de suas interações passadas com clones de Mickey.
O elenco de apoio, que inclui ótimos atores como Mark Ruffalo e Toni Collette, é eficaz em adicionar camadas à trama, representando interesses próprios que contrastam com a luta de Mickey por agência em um sistema que tenta desumanizá-lo. Ruffalo, como o político manipulador, e Collette, como a esposa controladora, trazem uma tensão palpável ao universo do filme.
Visualmente, “Mickey 17” é deslumbrante, com a direção de arte detalhada que traz o gelado Niflheim à vida. A cinematografia captura não só a beleza do ambiente hostil, mas também a desolação emocional enfrentada por Mickey. Joon-ho utiliza esses elementos visuais para amplificar as questões centrais do filme, como a luta pela autonomia e a busca por significado em um mundo que parece ignorar o valor da vida.
O ritmo do filme, embora lento em algumas partes, permite uma reflexão mais profunda sobre suas temáticas existenciais. O uso de humor sutil para aliviar a tensão nas interações cria um equilíbrio que engaja o público de maneira única. Fiel ao estilo de Joon-ho, “Mickey 17” combina entretenimento e exploração filosófica de forma magistral, apresentando uma narrativa que ressoará com o público bem após os créditos finais.
Em suma, “Mickey 17” é não apenas uma obra de ficção científica, mas uma meditação provocativa sobre o que significa ser humano em tempos de inovação tecnológica.
Gostei do filme, legal, divertido me arrancou boas risadas. Só acho meio "brochante" nos filmes atuais quando consigo identificar no enredo inspiração ou elementos de outros filmes, acho que perde a originalidade. Nesse filme por exemplo vi a presença muito forte de a duna, obvilion, a grande muralha, dentes outros.
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