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O bastardo é um filme norueguês de drama/ação, que contou com a direção de Nikolaj Arcel, que tbm participou do roteiro ao lado de Anders Thomas Jensen. A trama se passa no século XVIII, em 1755, e acompanhamos o capitão Ludvig (Mads Mikkelse), que busca cultivar em um local que possui um terreno muito árido, na qual ninguém obteve sucesso. O objetivo de Ludvig é ter sucesso, atrair colonos e ter um título de nobreza. Porém, sem investimentos da coroa, Ludvig passa a enfrentar dificuldades naturais, além de problemas com o nobre Schinkel (Simon Bennebjerg). Filme escolhido pela Noruega para concorrer ao Oscar, mas acabou não sendo indicado. Aqui antes de mais nada, temos a fragilidade das monarquias e como a estratificação social ainda era visível, pois um capitão condecorado, almeja galgar posições sociais e se tornar um nobre foi tao suado. Embora que Ludvig nao teve ajuda nenhuma da coroa, pois a mesma estava sem recursos para investir e nao acreditava mais no sucesso de algum produtor naquelas terras áridas. Porém, o ex-capitao tinha suas reservas e confiança que tudo sairia bem. O filme tem esse nome, pois Ludvig é um bastardo que foi rejeitado pelo seu pai e por isso foi enviado para o exército. Vemos traços de frieza e de perseverança militar no personagem. O filme é lento, mas nao cansativo. O ideal é mostrar a obstinação do seu protagonista. Os pontos melhores da trama é quando existia o embate com o nobre Schinkel. Podemos dizer que o seu personagem é um vilão típico de séries medievais que torcemos para morrer da pior forma possível. Schinkel é mimado e responsável por expandir seus domínios para as terras áridas que Ludvig estava. Para piorar, a sua prima Anmai (Melina Hagberg) se apaixona pelo protagonista, e o nobre deseja casar-se com ela. Schinkel funciona para a direção mostrar tal fragilidade da monarquia, que não consegue sufoca por completo o perseverante protagonista e que suas ordens passam a serem mal vistas, principalmente as suas condenações. Além disso, existe em meio disso a dualidade do coração de Ludvig, que por hora parece está interessado por Anmai e por outro pela sua governanta e ex-escrava de Schinkel An Barbara (Amanda Collin). É fato que a minha torcida sempre foi pela An Barbara. Parecia estar mais disposta e ao lado do seu amado, enquanto a nobre ficava em seu castelo e nao se arriscava tanto. Embora, no final, a união das duas fez toda a diferença para salva a pele do amado. Outro ponto que o filme toca é sobre os ciganos, bastante comuns naquela região. Mostra o preconceito e superstições tolas. É fato que o filme mostra que apesar da obstinação do protagonista, o mesmo paga uma conta muito cara para ter o que tanto quis. As pessoas que estavam do seu lado, simplesmente vao embora. E fica a questão no ar se vale a pena abrir maos de sua boa vida para um sonho. Filme bem feito, boa trama e bom elenco.
O grande Mads Milkessen estrela esse bom filme sobre lutar pelos interesses e deslumbre! Roteiro bom, apesar do cansado em seu segundo ato!
Encanta pela atuação magnética de Mads Mikkelsen, que entrega intensidade e sutileza. A fotografia é impecável, criando uma atmosfera sombria e envolvente. O filme mantém o espectador intrigado, refletindo sobre moralidade e sobrevivência em um mundo brutal. Uma obra impactante, mas com potencial não totalmente explorado.
Boa direção e atuação, mas trama lenta e temas difíceis de digerir.
O filme se passa na Dinamarca do século XVIII e segue o Capitão Ludvig Kahlen (Mads Mikkelsen), um herói de guerra empobrecido que busca colonizar uma terra selvagem em nome do Rei. A direção de Nikolaj Arcel e a fotografia transmitem a desolação e solidão da jornada, enquanto o roteiro aborda temas como preconceito, poder da igreja e do estado. Mads Mikkelsen dá uma performance sólida, trazendo camadas ao personagem, mas a trama é lenta e previsível em sua abordagem. Embora o filme apresente uma construção interessante e um retrato tenso da colonização, a jornada inicial desinteressante e os temas pesados tornam-no indigesto em certos momentos.
O filme se passa na Dinamarca do século XVIII e segue o Capitão Ludvig Kahlen (Mads Mikkelsen), um herói de guerra empobrecido que busca colonizar uma terra selvagem em nome do Rei. A direção de Nikolaj Arcel e a fotografia transmitem a desolação e solidão da jornada, enquanto o roteiro aborda temas como preconceito, poder da igreja e do estado. Mads Mikkelsen dá uma performance sólida, trazendo camadas ao personagem, mas a trama é lenta e previsível em sua abordagem. Embora o filme apresente uma construção interessante e um retrato tenso da colonização, a jornada inicial desinteressante e os temas pesados tornam-no indigesto em certos momentos.
Filme muito deprimente, qdo vc pensa q vai melhorar fica ainda pior. Não é p se distrair, pois só acontece coisa ruim. Fui até o final, mas se soubesse tinha parado.
Daqueles filmes que você começa a assistir sem muita expectativa e se surpreende muito positivamente. Excelente filme!
O filme é muito bom. Visual e cenas emocionantes. Algumas críticas não entenderam a mensagem. O filme é sobre o que realmente importa.
Filme simples e profundo . Linda fotografia . Vale assistir ... Excelente fotografia e ritmo constante . ..
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