Sinopse: Pai e filha vão a um show de música pop, mas percebem estar no meio de um evento sombrio e sinistro.
Crítica: "Armadilha" de M. Night Shyamalan apresenta uma premissa intrigante: um pai e sua filha acabam em um show de música pop que se transforma em um evento sombrio e sinistro. Infelizmente, embora a ideia tenha potencial, a execução deixa a desejar em vários aspectos.
Primeiramente, o desenvolvimento dos personagens é um ponto fraco. O pai e a filha, apesar de terem seus momentos emocionais, não conseguem se aprofundar, fazendo com que o público pouco se importe com seu destino. As atuações, embora competentes, são prejudicadas por diálogos que muitas vezes soam artificiais e pouco críveis.
Além disso, o ritmo do filme é irregular. As primeiras horas se arrastam, com cenas que parecem se prolongar desnecessariamente, enquanto o clímax chega de forma abrupta, quase apressada. Esse desencontro entre desenvolvimento e resolução faz com que o impacto emocional esperado não se concretize.
Em termos visuais, o filme tem seus méritos, com uma direção de arte que captura bem a estética dos shows pop, mas os elementos de horror psicológico que poderiam ter sido explorados mais a fundo ficam em segundo plano. A promessa de um evento sinistro acaba se perdendo na superficialidade de algumas cenas.
Assim, "Armadilha" se estabelece como uma obra que, apesar de suas ambições e temas relevantes, não consegue se sustentar. O que poderia ser uma reflexão sobre a relação pai-filha e a exploração das sombras da indústria do entretenimento acaba sendo um filme mediano, que não aproveita todo o seu potencial.
O filme é promissor, te prende no começo, mas eis que de repente o caldo azeda. Roteiro preguiçoso e previsível. Clichês extremamente desnecessários. Fui assistir com grande espectativa e terminei com enorme frustração!
Gostei da forma que bricaram com a fotografia na maioria do filme, mas o que realmente assusta é a atuação do protagonista. Eu realmente fiquei em choque com tal veracidade.
O filme é bem interessante pelo fato de nós, espectadores já sabermos que o vilão (assassino cruel, por sinal) é nosso personagem inicial. Interessante como vamos mudando a forma de olhar para ele. Shyamalan soube manipular o espectador de forma coerente e precisa. Prende a atenção e tem um final realmente diferente, chega a dar raiva do ator ( de tão magnífica interpretação).
O começo é legalzinho, tem um pouco de tensão, mostra as tentativas de fuga do assassino, mais no meio fica uma coisa arrastada, tenta fazer outro método para ele ser pego só para o filme bater 1h40, o ato da cantora foi até legalzinho, eo final foi legalzinho mais foi meio imbecil, tipo pq os policiais deixaram o assassino levantar a bicicleta e abraçar a filha??
Um começo ótimo, a tensão muito bem feita, porém desanda do meio para o final. Padrão Shyamalan porém um final fora desse padrão ou um pouco exagerado.
Filme muito infantil pois nem parece de um grande diretor vom M.Nigth. Tudo dá incrivelmente certo para o assassino que a polícia estar atrás. Polícias altamente preparados só faltam dizer a ele o plano para pega-lo. Perca de tempo, não recomendo.
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