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Clemesson
1 crítica
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0,5
Enviada em 12 de julho de 2025
Assisti ao filme sim, fui até o fim, embora com certa relutância estética e filosófica. E confesso, o que mais me chamou atenção não foi a trama em si, mas o retrato quase cômico da pequenez humana e de nosso apego visceral ao materialismo e à idealização romântica. Primeiramente, vamos ser francos: um casal que não faz terapia não possui sequer os requisitos mínimos para aspirar à tão sonhada felicidade conjugal. Não há amor que resista a traumas não resolvidos e neuroses compartilhadas em silêncio.
Em segundo lugar, o enredo sugere uma tal “conexão de vidas passadas” — até aí, nada contra, sou até simpático à ideia. O problema é que ambos os protagonistas já estavam casados nesta encarnação. Então me pergunto, será mesmo que o amor de “almas gêmeas” justifica o abandono afetivo do parceiro atual? A resposta, obviamente, é não. Se não está feliz, termine. Com dignidade. Mas viver uma vida “por conveniência” até aparecer uma desculpa mística para pular fora... além de covarde, é imoral e causa estragos que, muitas vezes, não há karma que dê conta de reparar.
E terceiro: o título do filme já entrega o roteiro inteiro *Ninguém é de Ninguém*. Confesso que, por um momento, achei que estava diante de uma provocação existencialista. Ledo engano. A trama é frágil, quase pueril, sustentada por diálogos que beiram a superficialidade e por atuações que, vamos dizer, não salvariam nem uma novela das seis.
Enfim, o filme é bobinho, fraco, raso e a classificação negativa que coleciona não me surpreende nem um pouco. Honestamente? Teria sido uma experiência mais proveitosa assistir a um documentário sobre Pelé. Pelo menos ali há arte, drama e verdade.
Péssimo roteiro, conversas superficiais, filme horrível. Perderam a oportunidade de transformar um ótimo livro em um ótimo filme, estragaram a história e desperdiçaram bons atores.
Eu já li o livro, e posso dizer que vale muito a pena ser lido. Quem me indicou a leitura foi um preto velho em uma Consulta na umbanda. Aparentemente, eu estava com o mesmo problema que a Gabriela. Eu assisti e me emocionei bastante, muito bem feito, muito fiel ao livro, embora no audiovisual perde detalhes . Enfim, ótimo filme pra quem tem interesse em saber como é as questões do outro lado.
Geeeenteee criei tanta expectativa desse filme, adorei o livro, li a tanto tempo atrás, não consegui passar de 25 minutos de filme 梁, e olha que adorei os atores escolhidos... Enfim
O filme é bom, bem trabalhado, não é fiel totalmente ao livro, até pela duração, abordando as os fatos mais relevantes, e no todo não falta, como todo filme que deriva de livro. Metade das avaliações parece-me que não leram o livro, assim fica difícil ter uma visão do filme. Comparações com novela da globo (Sim, teve isso aqui) é como querer que um filme Espírita fale de qualquer outro tema, q não seja a doutrina que se trata o livro. Seria bacana ler a obra para poder fazer uma avaliação mais justa.
Sou espírita Kardecista e leitor das obras de Lívia Gasparetto. O que tenho a dizer que fizeram um roteiro bem ruim e cheio de " Lacração" que não tem muito haver com o livro. Não recomendo assistir, a não ser que esteja com insônia pois ele lhe servirá para dormir. De todos os filmes espíritas que fizeram até agora, recomendo o de Chico Xavier, nosso lar e Zé Arigó e por último, Bezerra de Menezes. Infelizmente o cinema brasileiro é ruim mesmo,. Recomendo ler o livros originais, são bem melhores.. É uma crítica sincera, pois devemos melhorar o nosso cinema. Pois temos atores formidáveis, porém o cinema é fraco.
O autor procurou criar dois vilões para mascarar o assédio de um chefe para uma subordinada. Todo o enredo visa transformar o vilão ou seja, o assediador, em mocinho enquanto o que está prestes a ser traído começa a ter atitudes de descontrole emocional com boas pitadas de machismo e violência doméstica. Foi mais uma e talvez última tentativa de assistir um filme nacional, pois enxerguei claramente no autor, a intenção de manipular a opinião pública para as pautas em voga nos meios artísticos.
Depois de ler o livro já imaginava que seria difícil adaptar essa história em um filme de 2 horas, creio que o formato ideal seria em uma série. Como tiveram que condensar tudo em um filme, correram para acelerar todas as interações, a atuação do Danton nesse filme tá muito abaixo do que ele pode entregar, aparentemente o Roberto não foi feito para ele interpretar (Malvino Salvador seria perfeito para esse papel kk), a Carol Castro carrega o filme nas costas, toda a parte espírita é mal explicada, os efeitos são ruins, mas ainda assim a temática do filme é muito boa pois a obra base é de alta qualidade, me decepcionei com o resultado final, mas existem duas sensações... a de que poderia ter sido bem melhor, mas que também poderia ter sido pior, no fim das contas é um filme de qualidade medíocre.
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