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wesley maschette
2 críticas
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3,0
Enviada em 8 de outubro de 2023
Filme bom sobre tema pertinente (sociedade machista), poderia ser irretocável, mas força situações e parece que ficam meio desconectadas entre uma cena e outra e o final achei bem ruim.
O filme mostra cenas que realmente acontecem na vida real, o orgulho masculino em não aceitar suas parceira ser superior a ele. Mas tbm passa a impressão que vc tá assistindo uma história nada com nada, cenas fracas que se perdem nas cenas de sex00, e o final nem se fala, muito fraco.
Filme raso como um Pires, roteiro fraco e previsível, a começar pela classificação indicativa na NETFLIX A18, a droga mais perigosa que se usa no filme é o cigarro, a cena mais quente de sexo foi o casal saindo do banho e a única linguagem mais imprópria que eu vi foi o título do filme, JOGO JUSTO, justo entre a Netflix e o estúdio, mas injusto com o assinante.
Começa com cenas do "cotidiano empresarial" e pitadas de lacração barata terminando com uma cena de AGRESSÃO por parte do homem, a mulher CEDENDO ao tesão e mais lacração barata e no final ele é esfaqueado pela mulher.
Resumo da história, juntaram um homem doido e uma mulher inteligente, tudo que aconteceu de ruim no filme o homem quem fez e a mulher foi a vítima e no final ela esfaqueou ele.
Filme excelente. Ótimo elenco, destacando a Phoebe Dynevor que está muito bem em toda a trama. A história gira em torno de uma relação que, a princípio, tinha muito desejo, mas que a chave muda a partir do momento em que Emily se destaca no trabalho e é promovida. Luke é mimado, machista e lunático; não aceita que sua noiva tenha sido promovida, quando ele estava esperando essa colocação. A trama retrata o que acontece em nossa sociedade: relações tóxicas, caras imaturos e o preconceito contra mulheres em cargos de liderança. Final justo?! Só assistam!
O filme inteiro a Emily força eles a ter relações e chega até a chantagear ele, falando que se fizesse ela o ajudaria a subir de cargo. E mesmo ele apoiando e ficando feliz SIM por ela, no final ele acaba errando, que é quando ele estrupa ela. Mas ninguém fala do fato dela ter feito o mesmo!! Não passo pano pra nenhum dos dois, nem o Luke nem a Emily, mas se fosse pra ver o mais errado, com certeza é a Emily. E o filme não se trata em nenhum momento de feminismo ou empoderamento, e sim inveja, ganância e falta de empatia em um relacionamento. O filme teria tudo pra ser bom, se ele não quisesse colocar o Luke como errado desde do começo.
Os filmes lacradores estão acabando com a indústria cinematográfica. Mais um filme onde a narrativa é um homem burro e agressivo e uma mulher é inteligente e fodona, e que no final ela dá uma “lição” no nele.
Filme bem interessante. Começa como um água-com-açúcar, casal apaixonado, colegas de trabalho apesar de ser proibido relacionamento pelas regras da empresa. Há a chance de promoção, surge o boato que o cara será o eleito, fazem plano de casamento. Mas a escolhida é a mulher. Aí degringola tudo. Ciúmes do cara dor ter sido preterido, ambiente tóxico de competição na empresa, ela tem que ceder ao machismo explícito dos colegas gestores, ele até se humilha para mostrar seu comprometimento com a empresa, é desprezado e pira. O final mostra que ela aprendeu direitinho as regras do jogo, nada justo.
É a história de um homem fraco emocionalmente e em vários aspectos, ele fica frustrado ao ver sua noiva crescer na empresa onde ambos trabalham, um cara incapaz de reconhecer o sucesso de outros, e não consegue dar a volta por cima... O personagem me deixou irritado, homens não devem ser vítimas de si próprios e chorar como covardes, sei que existem alguns assim, mas ter que assistir tudo isso é muito decepcionante.
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