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Alvaro S.
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349 críticas
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4,0
Enviada em 9 de abril de 2016
A Marca da Maldade é perverso ao mostrar a natureza corrupta de um capitão da polícia. Situado na fronteira do México com os EUA, a trama desse policial noir envolve assassinato, sequestro, gângsteres, drogas e corrupção. Os protagonistas são, Charlton Heston, na pele do chefe de polícia mexicano Vargas, Janet Leigh sua recém-esposa e Orson Welles, como o antagonista capitão corrupto Hank Quinlan. E conta ainda com a participação da maravilhosa Marlene Dietrich. É um deleite visual, emocionalmente emocionante, um suspense sinistro e mesmo passados décadas, artisticamente inovador. Curiosidade. Figura em 193º entre os 250 melhores filmes segundo o site IMDB. Outra Curiosidade. Orson Welles, também diretor do filme, foi demitido durante a pós-produção (edição) e o filme teve um corte diferente do que ele havia solicitado. Antes de morrer ele escreveu uma carta com instruções da edição como ele havia imaginado. A Universal, estúdio do longa reeditou a obra em 1998 como ele gostaria. O Netflix não especifica qual das duas versões estamos vendo. Nota do público: 8.1 (IMDB) Nota dos críticos: 96%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $2,2 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Orson Welles aparentemente sempre esteve preocupado com a questão da lei, da justiça e da verdade. Tudo isso a partir de uma grande questão: os que zelam pela ordem e segurança são realmente de confiança? Ou quem vigia os que nos vigiam? Se formos considerar que a questão do poder foi tratada exaustivamente em seu clássico Cidadão Kane, esse A Marca da Maldade consegue desviar um pouco da rota sem perder a essência.
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