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tiberio
4 críticas
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2,0
Enviada em 22 de abril de 2026
Chato, melancólico, depressivo, exaustivo , cansativo,mais de 2h sem nada péssimo sonolento,com certeza um dos filmes mais cansativo que assisti em toda minha vida
Um filme com uma história simples, conflitos familiares e recordações passadas... O titulo faz jus ao filme e o elenco é impecável, otima atuação de todos.
É mais um filme onde um homem branco e privilegiado abusa emocionalmente das filhas que abandonou após largar a esposa, não houve nem divórcio, ele só foi viver. As filhas o reencontram devido ao falecimento da mãe que é o primeiro acontecimento do filme. Acredito que tenha acontecido apenas uma cena emocionante e ela é sobre torturas na guerra, que parece ter sido colocada ali pra arrancar algumas lágrimas/empção dos pobres coitados que perderam lindas 2 horas e 14 minutos de nossa vida que não voltam mais… A falta de vitamina das filhas é revoltante, tantos traumas e não conseguem procurar ajuda nem dar um pé na bunda do pai, ainda buscam validação dele o tempo todo.
É um drama contemporâneo com grande sensibilidade, raro no cinema comercial; combina dor, arte, família e memória com honestidade emocional. Tem um elenco potente capaz de dar vida às complexidades dos personagens e transmitir o peso psicológico das relações. Aborda temas universais - perda, identidade, memória, trauma, reconciliação - de modo profundo, sem concessões fáceis, o que dá ao filme uma ressonância forte com o público adulto e exigente.
Creio que Bergmann assinaria esta obra densa, de planos longos e profundos, a câmera como testemunha da complexidade de seus personagens. Duas filhas que vivem separadas do pai que, ao retornar mantem seu distanciamento, exceto por tentar incluir uma delas em seu novo filme.. Aos que estiverem procurando por filme leve, para se divertir. melhor saber que não terão o passatempo desejado, mas muita reflexão
Filme enjoativo, massante, recortado como uma colcha de retalhos, que literalmente despedaça o filme em partes que não conversam entre si. Parece uma novela, outrora parece um documentário. Chatissimo, não traz nada de novo e repete vários filmes europeus superestimados sem merecimento....
Filme lento, personagens apáticos, roteiro centraliza o homem genial em contraponto a suas filhas melancolias e tristes. Ele, o pai, é abusivo emocionalmente e elas, as filhas, orbitam em torno dele em busca de aprovação. Nada novo sob o sol, narrativa patriarcal do início ao fim. Desfecho pobre, aonde a filha comete suicídio no filme do “gênio”.
Sentimental Value constrói sua narrativa a partir do vazio. Um vazio que não surge como ausência pontual, mas como experiência contínua, infiltrada no cotidiano e transformada em matéria estética. A obra retrata personagens atravessados por silêncios, lacunas afetivas e relações interrompidas, nas quais a arte aparece menos como redenção e mais como tentativa desesperada de sobrevivência emocional. A ausência paterna ocupa o eixo central do filme e molda a trajetória de Nora, personagem construída a partir da falta. O pai, figura situada numa zona ambígua entre presença física e distanciamento emocional, converte sua própria dor em criação artística. No entanto, essa transposição não produz cura: ao contrário, perpetua o ciclo do vazio. A arte, nesse contexto, revela-se autodestrutiva, sufocante, incapaz de oferecer respiro — ela pesa, corrói e reorganiza a memória da solidão. O filme sugere que as feridas não se encerram no indivíduo que as vive. Elas atravessam gerações, transmitidas como herança afetiva. Ao transformar sua dor em obra, o pai acaba por legar à filha não apenas uma narrativa, mas um modo de sentir: o “gene do vazio”. Assim, Sentimental Value propõe uma reflexão amarga sobre os limites da arte enquanto elaboração do trauma e questiona se criar é, de fato, um gesto de libertação ou apenas outra forma de permanecer preso àquilo que falta.
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