Nos anos 2000, Lorran Dias vive uma experiência inédita e inesperada: viaja de avião com seus pais para o município de Tamboril, no Ceará (onde sua mãe nasceu), saindo da Favela da Maré. Tania Dias registra em fotografias a única vez que retornou à sua terra de origem desde a década de 1980 e o único contato do seu filho com o lugar. Vinte anos depois, em um ensaio sobre a distância e as suas transformações, Lorran reúne as memórias de sua mãe com relatos do deslocamento de outras pessoas nordestinas moradoras da Favela da Maré.
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