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Vivian 🌷
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68 críticas
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4,0
Enviada em 20 de novembro de 2024
O Mágico de Oz é, sem dúvida, um dos maiores clássicos do cinema, com sua mistura encantadora de fantasia, música e uma direção pioneira que revolucionou a indústria cinematográfica. A transição do sépia para o technicolor, junto à icônica performance de Judy Garland como Dorothy, cria uma experiência visual e emocional inesquecível. É uma história que celebra coragem, amizade e a busca por um lugar onde realmente pertencemos, tornando-se um símbolo atemporal de esperança.
No entanto, por trás das cortinas brilhantes de Oz, há uma sombra que não pode ser ignorada. A história dos bastidores carrega um peso que ofusca parte do brilho do filme. Judy Garland, apenas uma adolescente na época, sofreu abusos físicos e emocionais de executivos do estúdio, além de ser pressionada por padrões irreais de beleza e comportamento. Essa exploração e negligência mancham a história da produção, adicionando uma camada de tristeza ao legado do filme.
Embora o resultado final seja uma obra-prima visual e narrativa, a realidade dos bastidores serve como um lembrete amargo de que a magia da tela muitas vezes veio a um custo humano devastador. A nota reflete essa dualidade: um filme brilhante, mas com um preço sombrio que jamais deve ser esquecido.
Sem dúvida um dos melhores filmes de todos os tempos, consegue através de uma mensagem simples, porém profunda e marcante sensibilizar a todos, além das belas canções interpretadas pela maravilhosa Judy Garland. O filme de 1939 é uma obra prima que deveria sempre ser lembrada por sua mensagem profunda e de grande valia para nossa vida que é tão materialista e cruel. Este classíco do cinema nos torna mais felizes e esperançosos de que nossos desejos possam se tornar realidade.
Um dos clássico de Hollywood, estrelando a grande estrela Judy Garland, que dispensa apresentações; fazendo a Dorothy ela traz o musical a um novo patamar, uma lição para os aspirantes a novas atrizes, acompanhado do Leão, Homem de Lata e o Espantalho vão a caminho do mágico OZ para conseguir o que desejam, o Homem de Lata (Coração), Leão (Coragem), Espantalho (Cérebro) e Dorothy a ajuda de poder voltar para a casa e no fim o desfecho de tudo traz uma reflexão aos nossos sonhos, se quisermos podemos ir para qualquer lugar, e isso que Dorothy fez.
A produção dos anos 30 é impecável, algo bem a frente do tempo até para os dias de hoje, assim como os efeitos especiais de primeira qualidade, e também uma ótima estética nas cores bem distribuídas, sem falar no elenco que foi bem selecionado, como a Bruxa Boa e Bruxa Mãe, atuação 100%. Finalizando, de longe Judy Garland se mostra uma das maiores artistas que atua e canta lindamente ao mesmo tempo, esse foi o começo de uma carreira além de memorável, é icônica!
Há peliculas que jamais envelhecem com o tempo. Essa é uma delas. O filme em si dispensa comentários. É uma obra-de-arte. Talvez a falta de recursos tecnologicos na época forçavam a criatividade. Hoje o que se vê é exatamente o contrário.
...Já assisti várias versões da estória que por si só, já rende. Mas este é o melhor para mim.... Sempre penso na talentosa e querida Judy Garland cantando uma música imortal....Qtos eventos ouvimos esta mesma música nas mais variadas versões e creio que mtas pessoas que a contrataram não sabem de onde veio... Pura, encantadora e eterna estória bem filmada graças a Deus.
Adorei o filme e, mesmo assistindo-o em 2024, ainda tem uma dinâmica envolvente. Filme com ótima fotografia, excelentes atuações e efeitos excelentes para a época. Uma observação que faço é a incrível qualidade dos filmes gravados com lente óptica possuem uma qualidade de imagem perfeita, que nunca se perde na remasterização.
Um filme realizado em 1939 e que até hoje pode ser visto, obra prima do cinema! nenhum comentário pode mudar isso, nos resta cultivar lendas e boatos do tipo: filme na realidade é baseado numa experiência vivida por Aleister Crowley e seu livro Liber Oz...
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