A escritora Julie carrega o trauma de na infância, ter sofrido abuso sexual do próprio pai, a quem ela amava e confiava profundamente (se atenham a cena em q o pai está deitado na cama c ela e ao se levantar arruma as calças, ajustando o cinto). Ela carregou o trauma por toda a vida, se debruçando em tanto medo e pavor q tinha medo extremo no q pudesse acontecer aos filhos. Até rejeitou ter uma menina, em função do abuso q passou. Tais lembranças, medos e pavores a deprimidas imensamente e ela mal sabia ao certo oq tinha acontecido, até q ao revirar caixas antigas relembrou e afirmou os abusos q sofreu do pai. Muuuuito chocante a própria mãe dela, após anos, levar o pai abusador, à casa da Julie e falar p ela recebê-lo, a cena q o pai, já na casa da Julie a abraça e pede perdão é inconcebível. Ao final do filme, aparece o livro q a Julie deixou p filha ( Julie se suicidou ainda na infância dos filhos), nele aparece, o marido da Julie, o filho e a filha de preto no próprio funeral da Julie, oq denota tão dolorosa foi a vida sob a mancha do abuso sexual do pai e a ideia persistente do suicídio q n vezes tentou cometer e findou a vida da Julie, tempo depois do nascimento da filha. Triste demais a sociedade velar tamanha violência contra crianças, ao ponto de n perceber nem na ficção o ocorrido. Abuso sexual deixa marcas irreversíveis em mts casos, n há q ter tolerância, nem se deixar o abusador se aproximar de crianças. Não gostei do filme, justamente, pela tônica de querer uma reconciliação onde é descabível, perigoso e leviano. Pedófilo n tem cura.