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Fabio Souza
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26 críticas
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2,0
Enviada em 18 de novembro de 2023
Depois de 3 horas de filme, ainda estou tentando entender o motivo do frisson que se criou em torno dele. É baseado em uma história real, rico em detalhes, elenco muito bom, mas o desenvolvimento não acontece. Em resumo, colocam o doutor Oppenheimer no pedestal, afinal é um gênio, e ele coordena vários alunos, grandes cientistas e algumas concubinas. No final, encaixam os fatos relacionados ao comunismo e julgamento político. A conclusão é o melhor que se consegue extrair do filme, mas antes disso foram 2:55h bem entediantes. Valeria a pena assistir se tivesse 1:30h. Não recomendo.
Filme repleto de ótimos atores, com visual e som refinados, mas é muito arrastado e chato. Uma experiência cansativa de concatenar tempos diferentes e personagens que vão se desvendando repentinamente. Enxugando de 3 para 2 horas, poderia ser bem melhor.
Cansativo, chato e sonolento, oppenheimer tem uma parte sonora fantastica (principalmente em imax) e uma atuação muito boa e cillian murphy, mas ele cansa bastante, em alguns momentos eu cochilei
Já fui assistir preocupado pelo nome do filme. O fato de dar ênfase na história do homem que é pouco interessante, e não ao projeto. E ainda por cima é gastado tempo demais sem necessidade. E por final, nada impressiona. Qualquer documentário sobre o projeto é mais prazeroso de ser assistido.
O Christopher Nolan já fez filmes melhores. E o fato dele não utilizar efeitos especiais faz com que a cena do teste da bomba seja fraco e nada convincente, parece um carro explodindo em filmes de ação, nada muito extraordinário. O filme é longo, você precisa prestar muita atenção porque os fatos vão se ligando ao decorrer do filme. É bom mas esperava mais.
Filme é chato, enfadonho, cansativo e não entusiasma ninguém. Fui ao banheiro três vezes pra ver se o tempo passa mais rápido. Quando passou uma hora de filme eu pensei: "ainda! AFF...". Filme chato, não é ruim, mas é muito chato.
O filme retrata com precisão a história, personagens com boas atuações. Em certo ponto, achei o desenvolvimento um pouco maçante, mas entendo que por se tratar de praticamente uma reprodução bibliográfica, isso era necessário para mostrar com precisão tudo que aconteceu nos bastidores. Como muitos disseram, também achei o filme cansativo e chato em alguns pontos (poderia ter uns 45 min a menos), mas a temática em si é tão boa que me fez ficar horas no wikipedia depois do filme me aprofundando sobre o assunto.
Em 1926, em Cambridge, o estudante J. Robert Oppenheimer (Murphy), frustrado com seu superior, que lhe ordena ficar no laboratório, quando o aluno é que lhe alertara sobre a palestra do célebre Niels Bohr (Branagh), envenena a maçã que se encontra sobre a mesa do professor e quase vem a ser comida justamente por Bohr. Ao retornar aos Estados Unidos, encontra sua futura esposa, Kitty (Blunt), e continua uma relação extraconjugal com a instável Jean Tatlock (Pugh), membro do Partido Comunista.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/04/filme-do-dia-oppenheimer-2023.html
Pontos positivos: elenco, atuações, direção e tema central interessante, mas ficamos por ai. Ao longo de suas intermináveis 3h, o longa vai se perdendo, não cumpre o papel de um bom drama, não é um grande filme de "tribunal", nem de nenhum outro gênero cinematográfico. Falta ousadia, ritmo e principalmente EMOÇÃO. Plagiando o Boston Globe : "Esta cinebiografia do "pai da bomba atômica" é visualmente deslumbrante, mas emocionalmente vazia" .
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