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Oppenheimer, dirigido por Christopher Nolan, é uma obra cinematográfica impressionante, que combina rigor intelectual com uma exploração emocional profunda de uma das figuras mais complexas do século 20, J. Robert Oppenheimer, o "pai da bomba atômica". A performance de Cillian Murphy como Oppenheimer é hipnotizante, capturando a angústia interna de um homem que moldou a história mundial enquanto lutava com as implicações morais de suas ações.
O filme se destaca pela maneira como Nolan aborda a narrativa, não como um biográfico tradicional, mas mergulhando na psique do protagonista e no contexto histórico mais amplo do Projeto Manhattan. A narrativa fragmentada, que transita entre diferentes linhas do tempo e perspectivas, desafia o público a refletir sobre as complexas questões morais suscitadas pela vida e legado de Oppenheimer.
Visualmente, Oppenheimer é deslumbrante, com uma cinematografia impressionante que transmite a tensão e o caos da era atômica, especialmente durante o teste da Trindade, que é retratado com closes arrepiantes. O uso do som, desde a trilha tensa até o silêncio opressor após a detonação da bomba, cria uma atmosfera de admiração e medo.
Embora o filme seja uma conquista técnica indiscutível, alguns críticos apontaram que ele não explora profundamente o lado emocional dos personagens além de Oppenheimer. No entanto, a reflexão de Nolan sobre os dilemas éticos envolvendo a guerra nuclear e os custos pessoais do progresso científico torna Oppenheimer um filme que ressoa de maneira significativa no contexto atual.
Oppenheimer é uma obra poderosa e reflexiva que combina história, política e tragédia pessoal de uma maneira única, desafiando nossa compreensão do passado e levantando questões difíceis sobre o futuro. Imperdível!
O filme se destaca pela maneira como Nolan aborda a narrativa, não como um biográfico tradicional, mas mergulhando na psique do protagonista e no contexto histórico mais amplo do Projeto Manhattan. A narrativa fragmentada, que transita entre diferentes linhas do tempo e perspectivas, desafia o público a refletir sobre as complexas questões morais suscitadas pela vida e legado de Oppenheimer.
Visualmente, Oppenheimer é deslumbrante, com uma cinematografia impressionante que transmite a tensão e o caos da era atômica, especialmente durante o teste da Trindade, que é retratado com closes arrepiantes. O uso do som, desde a trilha tensa até o silêncio opressor após a detonação da bomba, cria uma atmosfera de admiração e medo.
Embora o filme seja uma conquista técnica indiscutível, alguns críticos apontaram que ele não explora profundamente o lado emocional dos personagens além de Oppenheimer. No entanto, a reflexão de Nolan sobre os dilemas éticos envolvendo a guerra nuclear e os custos pessoais do progresso científico torna Oppenheimer um filme que ressoa de maneira significativa no contexto atual.
Oppenheimer é uma obra poderosa e reflexiva que combina história, política e tragédia pessoal de uma maneira única, desafiando nossa compreensão do passado e levantando questões difíceis sobre o futuro. Imperdível!
"Oppenheimer", a mais recente obra-prima de Christopher Nolan, suscita reações divergentes, sendo frequentemente rotulado como um filme superestimado por críticos e espectadores. Embora o longa tenha ambições grandiosas e momentos cinematográficos impressionantes, é difícil ignorar a sensação de que algumas de suas sequências parecem mais destinadas a criar uma aura de complexidade do que a realmente enriquecer a narrativa.
As cenas, por vezes, parecem desenhadas para agradar àqueles que se consideram apreciadores do cinema "cult", em vez de servir a um propósito claro dentro da história. Esse desejo de impressionar pode, em certos momentos, tirar a atenção do cerne da trama, fazendo com que o espectador questione a intenção de Nolan em criar um filme que, embora gigantesco em sua produção, se perde em seus próprios excessos.
No entanto, é inegável que o elenco eleva o filme a um novo patamar. As atuações são, sem dúvida, um dos pontos altos da obra, trazendo profundidade e nuances a personagens complexos. Os atores conseguem, em muitos momentos, compensar um roteiro que, por vezes, deixa a desejar. As performances vibrantes são uma âncora em um mar de ambição cinematográfica que, embora visualmente impressionante, pode falhar em conectar emocionalmente com o público.
Em suma, "Oppenheimer" é um filme que provoca discussões acaloradas sobre sua real eficácia. Enquanto alguns o veem como uma obra de arte inovadora, outros não conseguem escapar da sensação de que, em sua busca por profundidade, ele acaba se perdendo em seu próprio labirinto narrativo. A grandeza do filme reside, indiscutivelmente, nas atuações, mas seu roteiro é uma estrutura que, ao menos para alguns, não consegue suportar o peso da ambição proposta.
As cenas, por vezes, parecem desenhadas para agradar àqueles que se consideram apreciadores do cinema "cult", em vez de servir a um propósito claro dentro da história. Esse desejo de impressionar pode, em certos momentos, tirar a atenção do cerne da trama, fazendo com que o espectador questione a intenção de Nolan em criar um filme que, embora gigantesco em sua produção, se perde em seus próprios excessos.
No entanto, é inegável que o elenco eleva o filme a um novo patamar. As atuações são, sem dúvida, um dos pontos altos da obra, trazendo profundidade e nuances a personagens complexos. Os atores conseguem, em muitos momentos, compensar um roteiro que, por vezes, deixa a desejar. As performances vibrantes são uma âncora em um mar de ambição cinematográfica que, embora visualmente impressionante, pode falhar em conectar emocionalmente com o público.
Em suma, "Oppenheimer" é um filme que provoca discussões acaloradas sobre sua real eficácia. Enquanto alguns o veem como uma obra de arte inovadora, outros não conseguem escapar da sensação de que, em sua busca por profundidade, ele acaba se perdendo em seu próprio labirinto narrativo. A grandeza do filme reside, indiscutivelmente, nas atuações, mas seu roteiro é uma estrutura que, ao menos para alguns, não consegue suportar o peso da ambição proposta.
"Oppenheimer" é um filme marcante que oferece um retrato profundo e detalhado de figuras cruciais da física e dos eventos que culminaram na criação das bombas atômicas. Dirigido por Christopher Nolan, o filme não apenas explora o gênio científico de J. Robert Oppenheimer, mas também mergulha nas complexas questões morais, políticas e pessoais que rodearam o Projeto Manhattan. A obra equilibra de forma impressionante o avanço científico com as consequências devastadoras de sua aplicação, tornando-se tanto uma reflexão histórica quanto um estudo psicológico sobre o peso da responsabilidade e da culpa.
O protagonista, vivido de forma brilhante por Cillian Murphy, é retratado como um homem enigmático, constantemente sob suspeita de traição e espionagem, especialmente em um período de intensa paranoia política e perseguição ao comunismo nos Estados Unidos. A narrativa captura a tensão da época, marcada pela Guerra Fria e pelo medo crescente da infiltração comunista, criando um ambiente de intrigas e acusações que envolvem o cientista e seus associados. O julgamento moral de Oppenheimer, tanto pelo governo quanto pela sociedade, adiciona uma camada dramática à trama, revelando as consequências pessoais e públicas de sua participação na criação da arma mais destrutiva do século XX.
No entanto, apesar de sua grandiosidade e das questões relevantes que levanta, o filme sofre com sua longa duração, o que pode tornar a experiência massante para alguns espectadores. As cenas de diálogos extensos, repletos de detalhes técnicos e debates filosóficos, embora importantes para o enredo, podem fazer com que a narrativa pareça arrastada em determinados momentos. A densa trama política e científica exige bastante atenção do público, o que pode deixar a experiência cansativa, principalmente para aqueles que não estão familiarizados com o contexto histórico ou esperam um ritmo mais ágil.
Apesar disso, as atuações são outro ponto forte. Além de Murphy, o elenco de apoio, incluindo Emily Blunt, Matt Damon e Robert Downey Jr., entrega performances poderosas que dão vida a figuras históricas importantes, tornando a trama mais envolvente. A química entre os atores e a direção precisa de Nolan mantêm o público imerso, mesmo nas cenas mais densas de diálogos técnicos ou debates éticos.
Ao final, "Oppenheimer" consegue se manter fiel aos fatos históricos, apresentando um roteiro bem elaborado que combina precisão científica com uma narrativa emocionalmente rica. O filme não apenas documenta o surgimento das bombas atômicas, mas também levanta questões sobre ética, poder e as consequências de avanços tecnológicos que mudam o curso da história.
O protagonista, vivido de forma brilhante por Cillian Murphy, é retratado como um homem enigmático, constantemente sob suspeita de traição e espionagem, especialmente em um período de intensa paranoia política e perseguição ao comunismo nos Estados Unidos. A narrativa captura a tensão da época, marcada pela Guerra Fria e pelo medo crescente da infiltração comunista, criando um ambiente de intrigas e acusações que envolvem o cientista e seus associados. O julgamento moral de Oppenheimer, tanto pelo governo quanto pela sociedade, adiciona uma camada dramática à trama, revelando as consequências pessoais e públicas de sua participação na criação da arma mais destrutiva do século XX.
No entanto, apesar de sua grandiosidade e das questões relevantes que levanta, o filme sofre com sua longa duração, o que pode tornar a experiência massante para alguns espectadores. As cenas de diálogos extensos, repletos de detalhes técnicos e debates filosóficos, embora importantes para o enredo, podem fazer com que a narrativa pareça arrastada em determinados momentos. A densa trama política e científica exige bastante atenção do público, o que pode deixar a experiência cansativa, principalmente para aqueles que não estão familiarizados com o contexto histórico ou esperam um ritmo mais ágil.
Apesar disso, as atuações são outro ponto forte. Além de Murphy, o elenco de apoio, incluindo Emily Blunt, Matt Damon e Robert Downey Jr., entrega performances poderosas que dão vida a figuras históricas importantes, tornando a trama mais envolvente. A química entre os atores e a direção precisa de Nolan mantêm o público imerso, mesmo nas cenas mais densas de diálogos técnicos ou debates éticos.
Ao final, "Oppenheimer" consegue se manter fiel aos fatos históricos, apresentando um roteiro bem elaborado que combina precisão científica com uma narrativa emocionalmente rica. O filme não apenas documenta o surgimento das bombas atômicas, mas também levanta questões sobre ética, poder e as consequências de avanços tecnológicos que mudam o curso da história.
Filme podre que arresta muito e com várias cenas de amor que não fazem sentido em um filme sobre bombas冷
Baseado no premiado livro American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer, o filme nos leva para a vida do cientista norte-americano que carregou o título (e o fardo) de “pai da bomba atômica”. O físico foi diretor do laboratório de testes de Los Alamos durante o Projeto Manhattan com a missão nefasta de construir as primeiras bombas atômicas.Imperdível.
Achei o filme bastante monótono, fora que nao destaca completamente o Oppenheimer, que foi o criador da bomba atômica
Oppenheimer é uma obra cinematográfica complexa, centrada na figura do físico J. Robert Oppenheimer, o homem por trás da criação da bomba atômica. Desde o início, notamos sua narrativa não linear que explora diversos aspectos da vida do cientista, desde sua ascensão como físico teórico até os conflitos com o governo americano devido às suas associações com o Partido Comunista dos EUA.
Dito isso, Cillian Murphy oferece uma atuação notável, apresentando Oppenheimer não como um herói incompreendido, mas como um homem cheio de falhas, arrogante e orgulhoso. Entretanto, ele demonstra um profundo senso de dever para com seu país, o que confere ao personagem uma representação realista e profunda, destacando os dilemas morais e as consequências de suas ações. A atmosfera de tensão e introspecção transforma o filme em algo grandioso e intimista, com uma narrativa que vai além do simples fato histórico, mergulhando nas motivações e na psique de Oppenheimer.
O filme tem três horas de duração, o que pode ser exaustivo para muitos espectadores, até mesmo para os preparados, pois sua narrativa também se apresenta de forma demasiadamente lenta em alguns momentos. O ponto alto de "Oppenheimer" é sua capacidade de deixar uma impressão duradoura sobre o poder destrutivo da bomba atômica e as implicações éticas de sua criação. A analogia com Prometeu, o titã que deu o fogo aos humanos e foi punido por isso, é poderosa e reforça o impacto moral do filme. No entanto, a abordagem de Nolan pode parecer demasiadamente explicativa, sem deixar muito espaço para a interpretação pessoal dos eventos apresentados.
Dito isso, Cillian Murphy oferece uma atuação notável, apresentando Oppenheimer não como um herói incompreendido, mas como um homem cheio de falhas, arrogante e orgulhoso. Entretanto, ele demonstra um profundo senso de dever para com seu país, o que confere ao personagem uma representação realista e profunda, destacando os dilemas morais e as consequências de suas ações. A atmosfera de tensão e introspecção transforma o filme em algo grandioso e intimista, com uma narrativa que vai além do simples fato histórico, mergulhando nas motivações e na psique de Oppenheimer.
O filme tem três horas de duração, o que pode ser exaustivo para muitos espectadores, até mesmo para os preparados, pois sua narrativa também se apresenta de forma demasiadamente lenta em alguns momentos. O ponto alto de "Oppenheimer" é sua capacidade de deixar uma impressão duradoura sobre o poder destrutivo da bomba atômica e as implicações éticas de sua criação. A analogia com Prometeu, o titã que deu o fogo aos humanos e foi punido por isso, é poderosa e reforça o impacto moral do filme. No entanto, a abordagem de Nolan pode parecer demasiadamente explicativa, sem deixar muito espaço para a interpretação pessoal dos eventos apresentados.
O filme bem longo, porém, com um enredo surpreendente e histórias cativantes. Muito bom elaborado!! Nota 4, mereceu muito os Oscars que ganhou!
FILME MUITO BOM!
RECOMENDO!
Assisti várias vezes!
Sozinho, com minha esposa, sozinho novamente, e cheguei até baixar.
VALE A PENA!
RECOMENDO!
Assisti várias vezes!
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VALE A PENA!
Depois de 3 horas de filme, ainda estou tentando entender o motivo do frisson que se criou em torno dele. É baseado em uma história real, rico em detalhes, elenco muito bom, mas o desenvolvimento não acontece. Em resumo, colocam o doutor Oppenheimer no pedestal, afinal é um gênio, e ele coordena vários alunos, grandes cientistas e algumas concubinas. No final, encaixam os fatos relacionados ao comunismo e julgamento político. A conclusão é o melhor que se consegue extrair do filme, mas antes disso foram 2:55h bem entediantes. Valeria a pena assistir se tivesse 1:30h. Não recomendo.
70
Douglas Oliveira
Douglas Oliveira
3 críticas
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3,5
Enviada em 26 de julho de 2023
Achei o filme cansativo, apesar da temática ser interessante, confesso que esperava um enfoque maior em relação a utilização e consequências que a utilização das bomba tiveram, mas esse nao pareceu ser o cerne da obra
61
mauro alvim
mauro alvim
9 críticas
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2,5
Enviada em 22 de julho de 2023
UM pouco cansativo, principalmente no final, é quase que uma hora de julgamento do homem. Esperava mais.
84
DUDU SILVA
DUDU SILVA
50 seguidores
265 críticas
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2,0
Enviada em 24 de julho de 2023
Cansativo, chato e sonolento, oppenheimer tem uma parte sonora fantastica (principalmente em imax) e uma atuação muito boa e cillian murphy, mas ele cansa bastante, em alguns momentos eu cochilei
67
Emmanuel Leal
Emmanuel Leal
1 crítica
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1,0
Enviada em 29 de julho de 2023
Certamente o filme mais supervalorizado do ano. Filme fraco, longo e enfadonho. Mostra em grande parte um "julgamento" com diálogos cansativos e em certas partes confusos e sem muita explicação. Difícil chegar ao final e não achar a impressão de que perdeu 3 horas da vida vendo algo dispensável, apesar do elenco de primeira.
72
70
Douglas Oliveira
Douglas Oliveira
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Enviada em 26 de julho de 2023
Achei o filme cansativo, apesar da temática ser interessante, confesso que esperava um enfoque maior em relação a utilização e consequências que a utilização das bomba tiveram, mas esse nao pareceu ser o cerne da obra
61
mauro alvim
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UM pouco cansativo, principalmente no final, é quase que uma hora de julgamento do homem. Esperava mais.
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DUDU SILVA
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Cansativo, chato e sonolento, oppenheimer tem uma parte sonora fantastica (principalmente em imax) e uma atuação muito boa e cillian murphy, mas ele cansa bastante, em alguns momentos eu cochilei
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Emmanuel Leal
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Enviada em 29 de julho de 2023
Certamente o filme mais supervalorizado do ano. Filme fraco, longo e enfadonho. Mostra em grande parte um "julgamento" com diálogos cansativos e em certas partes confusos e sem muita explicação. Difícil chegar ao final e não achar a impressão de que perdeu 3 horas da vida vendo algo dispensável, apesar do elenco de primeira.
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