A situação que “Continência ao Amor”, filme dirigido por Elizabeth Allen Rosenbaum, retrata é uma prova concreta de que o amor romântico, muitas vezes, vem quando a gente conhece alguém profundamente, sem ter medo de mostrar as nossas qualidades e defeitos, os nossos momentos mais vulneráveis e, até mesmo, as nossas fraquezas.
O que une Cassie (Sofia Carson), uma aspirante à cantora, e Luke (Nicholas Galitzine), um fuzileiro naval, é a conveniência. Ela, diabética, precisa de um plano de saúde sólido, que dê a assistência que ela necessita. Ele, envolvido com dívidas com as pessoas erradas, precisa de um incremento salarial que o casamento lhe proporcionará.
No papel, o casamento entre eles é perfeito. Eles não dividirão o mesmo teto, afinal Luke está de partida para o Iraque; e terão, em contrapartida, os benefícios que precisam. Só que, ao precisarem manter o casamento de fachada para os outros, eles se permitirão conhecer um ao outro - e é aí que o perigo da paixão aparece.
“Continência ao Amor” tem sido um verdadeiro sucesso e está na lista dos filmes mais vistos da Netflix Brasil desde o seu lançamento, em 29 de julho. Após assistirmos à obra, fica claro o por quê do longa ter se tornado um hit - afinal, tem uma história apelativa e que emociona, apesar da sua trama ser facilmente telegrafada, já que repete elementos clássicos do romance e dos filmes que envolvem conflitos de guerra.