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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
Sensível, emocional e uma aula de cinema. "Vidas Passadas"", de Celine Song, explora a dor de um amor que nunca se concretiza. Inspirado em elementos autobiográficos, o filme acompanha Na-Young, uma sul-coreana que migra para o Canadá e Nova York, enquanto sua conexão com o amigo de infância Hae-Sung persiste ao longo de décadas.
O encontro entre eles, já adultos, é carregado de melancolia, especialmente na cena do bar, onde o marido de Na-Young, Arthur, observa os dois conversando em coreano, incapaz de entender, mas profundamente atingido. Com atuações minimalistas e uma direção impecável, o filme reflete sobre escolhas, perdas e os eternos "e se...?". Uma obra-prima delicada e inesquecível.
Ótima história. Gostei muito do filme, uma das melhores histórias de relacionamento em filmes recentes - bonita, mas bastante real. O filme é excelente com relação à sutileza dos detalhes, dos olhares, dos momentos, das falas. De fato, um dos grandes filmes do ano. Recomendo a quem goste do estilo. Uma aula de evolução a cada cena.O final foi o ideal para o roteiro.
Obra prima instantânea! Aqui temos em exemplar de como deve ser o cinema de verdade, com um roteiro excepcional, atuações redondas e uma edição maravilhosa! Um filme único!
Mano, eu gostei muito do filme e do conceito budista que abordaram. O final me deu uma sensação "eu queria outro final, mas eu entendo e gostei deste". Nossa! Eu chorei com o final, mas ele é aceitável.
Uma obra que desconstrói todas as expectativas de uma comédia romântica tradicional. Com uma narrativa que aborda amor, pertencimento, decisões adultas e a complexidade da vida real, ele se destaca pela profundidade emocional e autenticidade. A melancolia que permeia a história reflete as escolhas difíceis enfrentadas pelos protagonistas. A direção cria uma atmosfera quase documental, como se estivéssemos observando um casal em sua vivência concreta. Definitivamente é um filme que deixa marcas, convidando o público a refletir sobre como, às vezes, o que ‘deveria ser’ nem sempre é o que precisa ser.
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