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Luciana Santos e Silva
3 críticas
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4,0
Enviada em 30 de dezembro de 2025
Realmente um filme que faz refletir. spoiler: Na infância vemos uma menina que chora quando é magoada. Mas tarde após imigrar vemos uma menina que desiste de chorar pq ninguém se importa, acho que aí começa a morrer algo dentro de Nora. Na juventude o casal se reencontra mesmo que não pessoalmente, é o único momento do filme que vemos Nora se abrir, sorrir e sonhar. Mas seus caminhos ainda em formação tinham metas diferentes. Depois de se decepcionar por seus caminhos terem se distanciado é aí que aquele brilho de fé e vida na alma de Nora se desfaz e vemos ela largar o
Controle da sua vida as meras circunstâncias do destino. Começa a namorar alguém que estava do seu lado por acaso, decide morar com alguém pra economizar no aluguel, casa-se com alguém pra ter cidadania. São atitudes de alguém que perde o brilho da vida e deixa-se levar pela vida. O Choro no final é a um choro por si própria por perceber sua falta de coragem e a falta de força pra ter coragem de arriscar algo. Ao contrário vemos Ha jeung seguir viagem no carro com expressão de alívio e satisfação pq sabe que teve coragem de ouvir a voz do seu coração e pagar pra ver, mesmo o final da sua relação com Nora não sendo como ele queria.
Lindo, sensível e introspectivo. Se você não gosta de filmes lentos, melhor não ver. Pra mim, a grande sacada do filme aparece na primeira cena, quando as pessoas ao verem os três tentam entender o que tá acontecendo ali. No final, mesmo sabendo o que tá acontecendo ali, ainda não sabemos o que tá acontecendo ali! Perfeito.
Imaginem um avião que se prepara para uma decolagem. Todos embarcam, as bagagens estão no porão e ele sai para taxiar na pista. Vai taxiando até chegar na cabeceira da pista e, ao invés de decolar, começa a taxiar novamente e nunca decola, até que chega um momento que ele volta para a posição original, todos desembarcam e sequer reclamam de não ter havido o voo. Assim é este filme. Não decola, não empolga, não informa e nem diverte. Não é um filme de ação, nem romântico, nem drama, nem ficção, nem de ação, nem de suspense, nem comédia, nem de nada. A gente continua assistindo na esperança do filme decolar, até que ele acaba. Ninguém se salva neste filme. Roteiro ruim, atores ruins e direção muito ruim. Lamento profundamente ter perdido meu tempo com um filme horrível como esse.
Sinto-me em estase. Impacta com esta onda de sentimentos que surgem ao longo da história- anseios, satisfação, frustração, esperança, tristeza, alegria, todos os sentimentos que os personagens também sentem, transmitindo isso ao público intensamente. É envolvente, realista e ao mesmo tempo espirituoso.
Mano, eu gostei muito do filme e do conceito budista que abordaram. O final me deu uma sensação "eu queria outro final, mas eu entendo e gostei deste". Nossa! Eu chorei com o final, mas ele é aceitável.
Além de interessante, o filme é bem realista mesmo. Na minha visão, acho que ela não se arrependeu de nenhuma escolha que tenha tomado, mas talvez, o fantasma do “e se?” assombrou terrivelmente ela: coisa que ela não imaginava por já ter uma vida adulta completamente formada (trabalho, casamentos e afins). Mas, se pararmos analisarmos, foi uma situação nova e um pouco constrangedora. Ele não foi só um amor de infância. Tiveram o primeiro reencontro que, mesmo que fosse virtual, só intensificou o interesse em saber como o outro está, rotina e etc… A única coisa no filme que pecou pra mim, foi a cena em que eles estão no bar. Em determinado momento ela ignora totalmente o marido - o que tampouco condiz com a conduta dela. Enfim, esse é um daqueles filmes bem parados, que se você não querer se envolver a ponto de tentar entender os sentimentos da atriz principal, e se não for chegado a um bom drama, não indicaria assistir. No mais, é um ótimo filme!
Uma obra que desconstrói todas as expectativas de uma comédia romântica tradicional. Com uma narrativa que aborda amor, pertencimento, decisões adultas e a complexidade da vida real, ele se destaca pela profundidade emocional e autenticidade. A melancolia que permeia a história reflete as escolhas difíceis enfrentadas pelos protagonistas. A direção cria uma atmosfera quase documental, como se estivéssemos observando um casal em sua vivência concreta. Definitivamente é um filme que deixa marcas, convidando o público a refletir sobre como, às vezes, o que ‘deveria ser’ nem sempre é o que precisa ser.
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