Close
Média
4,2
230 notas

48 Críticas do usuário

5
16 críticas
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14 críticas
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7 críticas
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8 críticas
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Layon Richard
Layon Richard

2 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de maio de 2023
É um filme muito bom e muito emocionante. Achei que poderia ter tido um pouco mais de intensidade em algumas cenas e emoções, mas fora isso é um filme bom.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 342 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de junho de 2025
Close é uma obra sobre luto, culpa, masculinidade e o silêncio que nos corrói. É uma crítica à sociedade que reprime os afetos e associa carinho entre meninos à fraqueza ou à sexualidade – como se demonstrar amor fosse algo vergonhoso. É um lembrete doloroso de que muitas tragédias nascem daquilo que é reprimido, daquilo que não se pode dizer.
Nathalia Bellini Albuquerque
Nathalia Bellini Albuquerque

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 19 de agosto de 2024
Filme com uma proposta boa porém não foi bem trabalhado silêncios sem sentido cenas de tristeza e quando começamos a trabalhar isso vem cenas com cortes grotescos de momentos felizes, adultos que não se dispõe a ter uma conversa com uma criança que esta passando por uma carga emocional gigante
Gaby Oliveira
Gaby Oliveira

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de dezembro de 2024
Filme ruim demas muito ruim mesmo muito triste sem contexto da história passei raiva demais com aquele branquelo sem alm
Jose Avelino
Jose Avelino

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de março de 2023
Léo e Rémi são dois adolescentes de 13 anos do interior da Bélgica que vivem uma relação de amizade unha-e-carne. Quando eles começam o ano letivo em um novo colégio, a proximidade dos dois torna-se alvo de chacotas e insinuações por parte dos colegas estudantis, afetando com isso a amizade entre eles.
Filme sensível e delicado. Para quem for assistir leve o lenço. Muito bom, recomendo!
Sérgio cabrallis
Sérgio cabrallis

30 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de maio de 2024
Close é diferente de tudo. A forte amizade entre 2 jovens,é amor juvenil. E a fotografia em 1°plano,a locação, campo de flores Belga,é fantástico. Cria cenas de pinturas. A direção opta por personagens que guardam emoções, sem fraqueza. E isso não gosto. Pois daria explicações do amor entre os meninos. Teria maior empatia a ligação entre Leo, e mãe do suicida, que não soube lidar com a dor do preconceito.
Jane S
Jane S

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de abril de 2025
Hoje vendo esse filme vi o quanto as pessoas são preconceituosas, inclusive eu fui com meu filho e meu sobrinho, pois sempre andavam juntos pra todo lado e até dormiam juntos na mesma cama, cheguei ao ponto de perguntar pros dois juntos se estavam tendo um caso...depois me senti muito mal, meu filho teve até umas namoradas depois disso, mas hj ele se formou, faz pós, viaja bastante e tá muito focado no trabalho e nos estudos e meu sobrinho faz faculdade ainda e também tem um excelente emprego, saem aos fds pra tomar um açaí, um sushi, jogar game, mas sei que não são e me envergonho do que pensei e vendo o filme imagino que eles passariam por essa mesma situação, pois eram bem parecidos.
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de agosto de 2024
O que pensar de um filme falado em francês com título em inglês? Os mais modernos vão dizer que isso já é superado, que franceses não gostam do idioma inglês.
Mas, “Close” não se refere a um tipo de significado; tem mais de um dentro do inglês: pode ser “perto” ou “fechar, fechado”. E o filme de produção franco-holandesa explora isso de maneira esperta, inteligente.
Não se trata de um filme policial claustrofóbico. O centro de interesse das câmeras e do enredo são duas crianças que não se desgrudam por manter uma forte convivência diária. Uma amizade cultivada a cada dia, a cada instante.
Léo e Rémi são pré-adolescentes e vão à escola juntos, correm pelos campos juntos, andam de bicicleta juntos. São como unha e carne.
Isso faz com que as câmeras comandadas pelo diretor belga Lukas Dhont insistam nesses momentos só deles, naquele mundinho fechado. Elas focalizam os dois no quarto quando brincam e dormem nesse estreito cômodo da casa de um deles.
O filme amplia sua lente com a entrada de adultos, neste caso, os pais dos garotos. A mãe de Rémi, Sophie adquire afeto por Léo. Um amor maternal estendido.
A fase da vida retratada em “Close” é típica em conflitos, autoafirmação, fofocas, questionamentos e brigas. Momentos de ebulição.
Justamente a proximidade e o grude de Rémi e Léo que vão surgindo algumas perguntas mais capciosas: em certo trecho, alguém dispara se eles são um casal. A atenção voltada para eles causa reações diferentes: enquanto um se fecha e se retrai, o outro nega com todas as suas forças.
Léo (vivido pelo ator mirim Eden Dambrine) busca sair do clichê afetivo e começa a treinar hóquei sobre o gelo, um esporte viril e combativo. Depois passa a ir sozinho à escola, sem esperar Rémi.
Em situações de mais convívio social, a proximidade dos dois vai se deteriorando, quando um evita procurar o outro.
Mais fechado de personalidade, Rémi (Gustav De Waele) sente ser ferido. A indiferença toma conta de ambos os lados.
Quando volta de uma excursão promovida pela escola, Léo recebe uma notícia que choca não só a ele como ao espectador da poltrona. Como será que o filme continuará sem a presença do companheiro e amigo? E mais: o filme tem sustentação e fôlego para prosseguir? Essa habilidade vai sendo respondida aos poucos. É um dos trunfos de “Close”.
O outro trunfo é mais desconcertante: colocar Léo como uma personagem de aparência andrógina. É possível se questionar por dentro, pois o recurso das imagens feitas de perto permite confundir os olhos; a semelhança com o sexo oposto é insinuada, provocativa, maliciosa. Mexe com a racionalidade de qualquer um.
Sem saber, Léo vai adquirindo em parte, a postura de Rémi: concentra-se nos treinos de hóquei, evita falar com os colegas de classe e ocupa seu tempo no trabalho de seus pais. Por dentro, sente as dores e os desconfortos da ausência de Rémi. Sentimento partilhado pela mãe desse último, porém com outro enfoque.
Essa coincidência é o denominador comum dos dois até que num desses encontros, Léo resolve se abrir, chocando parcialmente Sophie. Daí o filme toma um ritmo confessional, com pontos altos de extravasamento, de afastamento e de afeição.
Praticamente é um filme constituído por emoções, de cunho e de conflitos psicológicos – o que tem a ver com a adolescência de quase todo mundo, transformando-se numa afinidade entre o contado na tela e a vida real.
Boa parte do filme se concentra em imagens e os diálogos, apesar de ajudarem a explicar ou conduzir a película, fica em segundo plano às vezes. Mais ou menos o contrário do que acontece em produções francesas, as quais são bem prolixas e férteis em falatórios.
O nome é acertado, uma vez que a preferência de Lukas Dhont é retratar o universo de duas pessoas, de duas crianças em movimento e que se gostam. A participação das famílias é realizada de forma secundária, periférica, somente acompanhando o dia a dia dos protagonistas. Mas que compõe a paisagem.
Sabiamente, o roteiro não se torna chato em termos de cenografia porque, em certas ocasiões, é prazeroso ver a corrida de Léo e Rémi pelos campos floridos. Ou de ver estes mesmos campos em contraponto aos momentos particulares dos dois jovens. Não fica monótono.
A estreita relação entre Léo e Rémi e a aparência desconcertante de Léo fazem com que “Close” desperte a dúvida acerca das tendências de cada um. Apesar de sugerir, nada aparece ou demonstre que ambos ou um deles tenham gestos ou atitudes homossexuais. Para o filme, o mais importante é mostrar o vínculo. Um vínculo forte, mesmo que seja visto sob um ângulo suspeito proveniente de seus colegas de escola.
Porém, um dia esse vínculo pode acabar e “Close” transita no espaço que vai da amizade, da cumplicidade e da intimidade para a dor, a raiva, a tristeza e a culpa que marcam os relacionamentos entre amigos e a família desses amigos.
A concentração na figura de Léo mostra como ele demora no período de luto para correr em direção a uma nova fase: a de libertação e de autoaceitação.
Luan A.
Luan A.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de março de 2025
Um bom filme, bem construído, bons diálogos, boas cenografias, mas muito impactante no sentido emocional. Acho que faltou o autor desenvolver melhor o papel do Remi e sua vida particular e a relação entre os amigos, pois no filme Remi simplesmente se auto extermina no começo do filme, sem nenhuma justificativa de como estava a sua situação particular além do convívio com o amigo...
Ranger Sombra
Ranger Sombra

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de maio de 2024
Eu, particularmente, não sou muito fã de filmes de drama. Acredito que, para produzir um filme de drama eficaz, é essencial que o espectador consiga sentir na pele as emoções e dilemas dos personagens. Foi justamente por isso que me apaixonei por "Close". A dinâmica criada pelo roteirista e diretor faz com que você sinta a cada segundo o que os personagens estão vivenciando, de uma maneira única.

O uso da câmera é um dos aspectos mais impressionantes do filme. Com uma câmera próxima, mas com um enquadramento de lente distante, somos levados a sentir a sufocante proximidade das situações enfrentadas pelos personagens. Desde o início do filme, há um esquema de cores único que se destaca, especialmente através da plantação de flores da família de Léo. As cenas em que Léo e Rémi correm livremente pelos campos são mais do que simples sequências de liberdade; são momentos em que o espectador se sente novamente com 13 anos, experimentando a sensação de correr sem preocupações.

A rua que liga as casas dos dois personagens é um símbolo poderoso. No início, é um caminho de calor e felicidade, mas tudo muda quando Léo e Rémi começam a escola. Cercados por outras crianças que refletem as atitudes e preconceitos de seus pais, a amizade entre eles começa a desmoronar. A simbiose entre Léo e Rémi, que compartilham praticamente o mesmo corpo e alma, é profundamente abalada.

A pressão social e os rumores na escola criam um ambiente insustentável para os dois amigos. O filme captura de maneira sensível e dolorosa a perda da inocência e a dificuldade de lidar com sentimentos que ainda estão sendo compreendidos. O afastamento gradual e doloroso entre Léo e Rémi é retratado com uma autenticidade impressionante, fazendo com que o público se sinta imerso na angústia dos personagens.

O diretor nos conduz com maestria até o final trágico da história, onde o impacto das pressões externas culmina em uma perda devastadora. "Close" é um filme que não apenas conta uma história, mas faz o espectador vivenciar cada emoção, cada dor e cada momento de alegria com os personagens. É uma obra que exemplifica como um drama deve ser feito: com profundidade, autenticidade e uma conexão visceral com o público.
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