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NerdCall
58 seguidores
448 críticas
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3,0
Enviada em 27 de outubro de 2025
Terror em Shelby Oaks é um filme de estreia que acerta mais do que erra. É uma obra ambiciosa, que mistura estilos e formatos, busca originalidade e, em muitos momentos, a alcança. Mas também é um filme que sofre com o peso da própria ambição: quer ser muitas coisas ao mesmo tempo: mockumentary, drama familiar, horror sobrenatural, e nem sempre consegue equilibrar essas partes. O resultado é uma experiência intrigante, com um primeiro ato poderoso e um final irregular, mas que nunca deixa de ser interessante.
O saldo é positivo. Chris Stuckmann demonstra ter um olhar autêntico e uma voz promissora dentro do terror contemporâneo. Seu domínio de atmosfera, seu cuidado com a linguagem visual e seu respeito pela inteligência do público mostram que há talento e sensibilidade em sua visão. Falta-lhe, talvez, um roteiro mais afiado e uma dose maior de foco narrativo, mas isso é algo natural em um diretor de primeira viagem. Se Terror em Shelby Oaks ainda parece um passo de transição, é porque provavelmente é. O passo de um crítico que agora se torna diretor, e que, com mais experiência e recursos, tem tudo para se firmar como um nome interessante do gênero.
Terror em Shelby Oaks é um bom filme para se assistir no Halloween: assustador na medida certa, tenso o suficiente para deixar o espectador inquieto, e, acima de tudo, um retrato de um diretor que está aprendendo a transformar o olhar crítico em criação. Uma estreia imperfeita, mas cheia de promessas e, talvez, o início de uma carreira que o público de terror vai querer acompanhar de perto.
O início do filme apresenta um grupo de pessoas que investigam fenômenos paranormais e publicam suas descobertas no Youtube. O material é gravado no formato found footage, estilo que simula filmagens feitas pelos próprios personagens, geralmente com câmeras amadoras, para aumentar o realismo. Um exemplo famoso é A Bruxa de Blair (1999), que popularizou esse formato ao contar a história de três jovens desaparecidos enquanto filmavam um documentário sobre uma lenda local. Esse filme também serviu de inspiração para a produção em questão. Essa escolha dá autenticidade à trama e prende o espectador desde o começo. A transição para o formato de ficção é bem feita, levando o público para dentro da experiência emocional da protagonista, Mia. Enfim.. o longa não deixa o terror passar despercebido porém, entrega o suficiente.
Filme de terror que tem lá seus momentos. O desaparecimento da irmã em circunstâncias msteriosas e a incapacidade da polícia resolver o caso, leva sua irmã a entrar no mundo dos cultos demoníacos. Final muito pesado e perturbador.
O começo do filme é uma espécie de documentário com um found footage barato. Chega a dar sono. O filme tenta dar tiro para todos os lados e acaba não agradando nem os fãs de fondfootage e nem de filmes normais. Esses diretores tem que entender que nem todo mundo gosta de determinados gêneros como foundfootage, portanto essa tentativa de empurrar goela abaixo um determinado gênero embutido em outro nem sempre vai cair bem. Por isso, eu dou nota 1.
Não foi o pior filme que já assisti, mas pra ser um filme mediano tá longe viu, o filme começa com uma espécie de documentário, achei que iria contar a história dos jovens mas fui surpreendido negativamente, a história começa a querer andar mas sempre entorta para um lado ruim, não tem nada de inovador, é meio cansativo e me surpreendi agora pelo o filme ter 1h31 pq parece que foi 3h foi bem cansativo
Simplesmente fenomenal! Finalmente uma obra de terror que se leva a sério. O roteiro é digno do gênero, a fotografia é belíssima, e a história mantém uma coerência impressionante. Um acerto total!
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