Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Jackson A L
13.704 seguidores
1.243 críticas
Seguir usuário
1,5
Enviada em 10 de março de 2025
Até começar o segundo ato, o roteiro ia muito bem, depois se perde de um jeito que o diretor deve ter pensado que cada um interprete como quiser. Um emaranhado de ideias desconexas e irritantes. Filmes assim ficam muito abertos a qualquer coisa e sem conclusão. Isso nunca será um filme cult, no máximo um filme idiota. Mia Goth mais uma vez dando show de interpretação, mas precisa começar a interpretar novos papeis, senão será um Leandro Hassum ou Adam Sandler do terror.
Eu esperei tanto pra ver, fiquei tão empolgado. Mas o filme é apenas várias cenas para deixar a gente enojado ou impactado, mas no fim será um filme esquecível.
Piscina infinita é um filme de terror que contou com a direção e roteiro de randon Cronenberg. Na trama, acompanhamos um escritor romancista James Foster (Alexander Skarsgård) que está hospedado em um resort com a sua esposa rica Em (Cleopatra Coleman), num país costeiro chamado Tolqa. Porém, James atropela um homem e pela lei do país, algum parente próximo da vítima deve matar James. De fato, o filme apresenta uma premissa boa, de uma lei inimaginável dentro da realidade humana atual e que um estrangeiro morrendo de medo deve pagar. Isso causa um certo terror dentro de todo o contexto do personagem James, que é um escritor falido, que é sustentado pela esposa rica e está ali em busca de inspiração. Adicione isso a um casal rico que eles conhecem e uma dela que é Gabi (Mia Goth) é um admiradora e um das poucas leitoras do único que livro James escreveu. O filme continua bem em toda a construção do seu primeiro ato quando o governo oferece uma saída que é clonar o condenado para que ele nao morrar, apenas o seu clone seja punido. Logicamente que para que isso aconteça, é necessário pagar. O filme procura mostrar por meio disso, a impunidade que os ricos possuem na sociedade. Nao importam o que façam, nunca serão punidos pq haverá um preço. Isso gera um falta de limite nas ações dos ricos excêntrico que aparecem no filme. Cabe ate análise filosófica dentro de uma perspectiva de Foucault. Mas falando do filme em si, se perde a partir do seu segundo ato. James se transforma em um zumbi e parece nao saber lhe dar com a consequência dos seus atos e os ricos continuam se divertindo em suas custas: clonando mais dele e fazendo coisas bizarras. O problema é que isso vai se tornando cansativo, pois esse recurso é usado 4x no filme. Fica chato. O filme se estende e nao existe nenhuma mudança de comportamento de James que está apático diante de tudo. Esperando ate um desfecho com consequência para os ricos, mas isso nao acontece. Outro problema sao os personagens muito caricatos. Aqui Mia exagera na sua performance e entrega algo exageradamente chato. Ela vinha bem no filme, com suas provocações e sensualidade para com James. Mas ficou terrível no segundo ato.
O cara que escreveu isso estava muito doido e com problemas psicológicos... é um dos filmes mais sem nexo que já assisti. A única coisa boa é a Mia Goth!!!
A história acompanha James (interpretado por Alexander Skarsgård), um escritor em crise criativa que viaja com sua esposa para um resort luxuoso em um país fictício. Lá, eles conhecem uma mulher misteriosa (vivida por Mia Goth) que os leva a sair da zona turística, e isso desencadeia uma sequência de eventos bizarros e perturbadores.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade