Média
2,4
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Infinity Pool me ganhou rápido pela atmosfera e principalmente pela fotografia. O filme tem uma sensação constante de curiosidade, como se você estivesse o tempo todo tentando entender aquele lugar, aquelas regras e, principalmente, quem ali ainda é “real”. Gostei muito de ele levantar a questão dos clones pouco depois de eu mesmo ter começado a pensar nisso.
No segundo ato, porém, comecei a cansar um pouco. As coisas ficam cada vez mais confusas e chegou num ponto em que eu tava gastando mais energia tentando entender o que o filme queria dizer do que realmente me envolvendo com ele.
Mesmo assim, boa parte da esquisitice tem propósito. A cena de sexo do James com a Gabi, por exemplo, foi o momento em que eu praticamente tive certeza de que aquelas pessoas já não eram mais versões “normais” de si mesmas. O James já foi clonado mais de uma vez, e dos outros a gente nem sabe quantas cópias existem. Então aquela cena estranha faz sentido dentro da proposta: eles estão errados porque eles já não são mais exatamente eles.
A Mia Goth tá fantástica, e o filme volta a ficar bem mais interessante depois do sequestro do detetive. A cena do James espancando o próprio clone até desfigurar o rosto também é muito forte, principalmente porque concentra toda essa questão de identidade de um jeito bem direto.
No fim, nem acho tão importante saber se o James é o original ou um clone. Tudo que acontece com ele já é consequência da clonagem de qualquer forma. Seja no original ou numa cópia, aquilo já destruiu a ideia de identidade dele.
Eu pessoalmente acho que ele é um clone. E desconfio bastante que todo aquele grupo da Gabi também seja. Mas gosto de o filme deixar isso aberto.
É um filme interessante, visualmente muito forte e cheio de boas ideias, só que esse tipo de narrativa muito confusa acaba não me pegando tanto.
No segundo ato, porém, comecei a cansar um pouco. As coisas ficam cada vez mais confusas e chegou num ponto em que eu tava gastando mais energia tentando entender o que o filme queria dizer do que realmente me envolvendo com ele.
Mesmo assim, boa parte da esquisitice tem propósito. A cena de sexo do James com a Gabi, por exemplo, foi o momento em que eu praticamente tive certeza de que aquelas pessoas já não eram mais versões “normais” de si mesmas. O James já foi clonado mais de uma vez, e dos outros a gente nem sabe quantas cópias existem. Então aquela cena estranha faz sentido dentro da proposta: eles estão errados porque eles já não são mais exatamente eles.
A Mia Goth tá fantástica, e o filme volta a ficar bem mais interessante depois do sequestro do detetive. A cena do James espancando o próprio clone até desfigurar o rosto também é muito forte, principalmente porque concentra toda essa questão de identidade de um jeito bem direto.
No fim, nem acho tão importante saber se o James é o original ou um clone. Tudo que acontece com ele já é consequência da clonagem de qualquer forma. Seja no original ou numa cópia, aquilo já destruiu a ideia de identidade dele.
Eu pessoalmente acho que ele é um clone. E desconfio bastante que todo aquele grupo da Gabi também seja. Mas gosto de o filme deixar isso aberto.
É um filme interessante, visualmente muito forte e cheio de boas ideias, só que esse tipo de narrativa muito confusa acaba não me pegando tanto.
O cara que escreveu isso estava muito doido e com problemas psicológicos... é um dos filmes mais sem nexo que já assisti. A única coisa boa é a Mia Goth!!!
A história acompanha James (interpretado por Alexander Skarsgård), um escritor em crise criativa que viaja com sua esposa para um resort luxuoso em um país fictício. Lá, eles conhecem uma mulher misteriosa (vivida por Mia Goth) que os leva a sair da zona turística, e isso desencadeia uma sequência de eventos bizarros e perturbadores.
A história acompanha James (interpretado por Alexander Skarsgård), um escritor em crise criativa que viaja com sua esposa para um resort luxuoso em um país fictício. Lá, eles conhecem uma mulher misteriosa (vivida por Mia Goth) que os leva a sair da zona turística, e isso desencadeia uma sequência de eventos bizarros e perturbadores.
Eu poderia até elogiar esse filme, mas do jeito que ele é horrível fica difícil. Filme chato, confuso e não conseguiu causar terror nenhum.
Piscina infinita é um filme de terror que contou com a direção e roteiro de randon Cronenberg. Na trama, acompanhamos um escritor romancista James Foster (Alexander Skarsgård) que está hospedado em um resort com a sua esposa rica Em (Cleopatra Coleman), num país costeiro chamado Tolqa. Porém, James atropela um homem e pela lei do país, algum parente próximo da vítima deve matar James. De fato, o filme apresenta uma premissa boa, de uma lei inimaginável dentro da realidade humana atual e que um estrangeiro morrendo de medo deve pagar. Isso causa um certo terror dentro de todo o contexto do personagem James, que é um escritor falido, que é sustentado pela esposa rica e está ali em busca de inspiração. Adicione isso a um casal rico que eles conhecem e uma dela que é Gabi (Mia Goth) é um admiradora e um das poucas leitoras do único que livro James escreveu. O filme continua bem em toda a construção do seu primeiro ato quando o governo oferece uma saída que é clonar o condenado para que ele nao morrar, apenas o seu clone seja punido. Logicamente que para que isso aconteça, é necessário pagar. O filme procura mostrar por meio disso, a impunidade que os ricos possuem na sociedade. Nao importam o que façam, nunca serão punidos pq haverá um preço. Isso gera um falta de limite nas ações dos ricos excêntrico que aparecem no filme. Cabe ate análise filosófica dentro de uma perspectiva de Foucault. Mas falando do filme em si, se perde a partir do seu segundo ato. James se transforma em um zumbi e parece nao saber lhe dar com a consequência dos seus atos e os ricos continuam se divertindo em suas custas: clonando mais dele e fazendo coisas bizarras. O problema é que isso vai se tornando cansativo, pois esse recurso é usado 4x no filme. Fica chato. O filme se estende e nao existe nenhuma mudança de comportamento de James que está apático diante de tudo. Esperando ate um desfecho com consequência para os ricos, mas isso nao acontece. Outro problema sao os personagens muito caricatos. Aqui Mia exagera na sua performance e entrega algo exageradamente chato. Ela vinha bem no filme, com suas provocações e sensualidade para com James. Mas ficou terrível no segundo ato.
Um filme com um grande potencial, porém não muito explorado, deixando muitas coisas saírem do que faz sentido ou não.
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Piscina Infinita – ou melhor, Paciência Infinita, porque só com muita pra aguentar esse filme!
Rapaz… que FILME INSUPORTÁVEL! Eu juro por tudo que é mais sagrado que esse Piscina Infinita foi uma das maiores perdas de tempo da minha vida. É aquele tipo de filme que tenta se passar por “inteligente”, “conceitual”, mas na real é só um emaranhado de cenas sem pé nem cabeça, com uma história que não vai pra lugar NENHUM!
Primeiro: o roteiro é uma bagunça sem propósito. Começa com uma premissa até interessante – clonagem, punição, viagem estranha num país desconhecido… mas aí desanda total! O negócio vira uma sequência de cenas esquisitas, viajadas, onde nada faz sentido e tudo parece jogado só pra chocar. Mas nem isso consegue, porque depois da terceira cena aleatória você já tá é rindo da vergonha alheia.
E o que dizer dos personagens? Totalmente sem carisma. O protagonista (Alexander Skarsgård) parece um zumbi o filme todo. Você não sente nada por ele. Não torce, não se importa, não entende as decisões que ele toma. E a tal da Mia Goth, que o pessoal adora dizer que é a “rainha do terror moderno”, aqui tá forçando tanto que parece que tá fazendo paródia de si mesma. Uma atuação exagerada, teatral, que mais irrita do que assusta.
A direção do Brandon Cronenberg tenta imitar o pai (David Cronenberg), mas falha MISERAVELMENTE. Ele quer ser perturbador, profundo, provocador, mas só entrega um monte de viagem psicodélica sem sentido, com cenas que parecem clipe de banda alternativa barata. E aquelas cenas de “orgia simbólica”? Ridículas. Sério, eu não sabia se chorava de vergonha ou ria.
E os efeitos especiais? Uma piada. Tem momentos em que parece que você tá vendo uma montagem tosca feita no After Effects por um estudante de primeiro semestre. A fotografia tenta ser “artística”, mas só cansa. Tudo azul, tudo escuro, tudo girando… parece que o filme quer te dar dor de cabeça de propósito.
No fim, Piscina Infinita é só pretensão disfarçada de arte. Um filme que se acha cult, mas que no fundo é vazio, arrastado, entediante e completamente esquecível. Você sai da sessão com aquela sensação de: “Hein? O que foi isso?” – e não é no bom sentido, é de frustração mesmo!
Nota: 1/10 – um ponto só porque eu consegui ficar acordado até o final, mas sinceramente? Era melhor ter dormido.
Piscina Infinita – ou melhor, Paciência Infinita, porque só com muita pra aguentar esse filme!
Rapaz… que FILME INSUPORTÁVEL! Eu juro por tudo que é mais sagrado que esse Piscina Infinita foi uma das maiores perdas de tempo da minha vida. É aquele tipo de filme que tenta se passar por “inteligente”, “conceitual”, mas na real é só um emaranhado de cenas sem pé nem cabeça, com uma história que não vai pra lugar NENHUM!
Primeiro: o roteiro é uma bagunça sem propósito. Começa com uma premissa até interessante – clonagem, punição, viagem estranha num país desconhecido… mas aí desanda total! O negócio vira uma sequência de cenas esquisitas, viajadas, onde nada faz sentido e tudo parece jogado só pra chocar. Mas nem isso consegue, porque depois da terceira cena aleatória você já tá é rindo da vergonha alheia.
E o que dizer dos personagens? Totalmente sem carisma. O protagonista (Alexander Skarsgård) parece um zumbi o filme todo. Você não sente nada por ele. Não torce, não se importa, não entende as decisões que ele toma. E a tal da Mia Goth, que o pessoal adora dizer que é a “rainha do terror moderno”, aqui tá forçando tanto que parece que tá fazendo paródia de si mesma. Uma atuação exagerada, teatral, que mais irrita do que assusta.
A direção do Brandon Cronenberg tenta imitar o pai (David Cronenberg), mas falha MISERAVELMENTE. Ele quer ser perturbador, profundo, provocador, mas só entrega um monte de viagem psicodélica sem sentido, com cenas que parecem clipe de banda alternativa barata. E aquelas cenas de “orgia simbólica”? Ridículas. Sério, eu não sabia se chorava de vergonha ou ria.
E os efeitos especiais? Uma piada. Tem momentos em que parece que você tá vendo uma montagem tosca feita no After Effects por um estudante de primeiro semestre. A fotografia tenta ser “artística”, mas só cansa. Tudo azul, tudo escuro, tudo girando… parece que o filme quer te dar dor de cabeça de propósito.
No fim, Piscina Infinita é só pretensão disfarçada de arte. Um filme que se acha cult, mas que no fundo é vazio, arrastado, entediante e completamente esquecível. Você sai da sessão com aquela sensação de: “Hein? O que foi isso?” – e não é no bom sentido, é de frustração mesmo!
Nota: 1/10 – um ponto só porque eu consegui ficar acordado até o final, mas sinceramente? Era melhor ter dormido.
Até começar o segundo ato, o roteiro ia muito bem, depois se perde de um jeito que o diretor deve ter pensado que cada um interprete como quiser. Um emaranhado de ideias desconexas e irritantes. Filmes assim ficam muito abertos a qualquer coisa e sem conclusão. Isso nunca será um filme cult, no máximo um filme idiota. Mia Goth mais uma vez dando show de interpretação, mas precisa começar a interpretar novos papeis, senão será um Leandro Hassum ou Adam Sandler do terror.
Filme raso, senti vergonha alheia da Mia Goth. Chega a ser cansativo. E pensar que eu quase aluguei ele quando lançou.
O filme Piscina Infinita é um filme que, o único sentido que existe em sair do papel algo tão tosco, é justamente dar vida e sentido ao próprio diretor e roteirista que são o mesmo: Brad Cronenberg. O personagem interpretado pelo mesmo ator que fez bons filmes, o: Alexander Skarsgård, é o retrato real do Brad, um escritor fracassado. Ele simplesmente tornou à tona em versão de filme sua falta de talento. Muito ruim.
Ja vi filme ruim mas igual a este, nunca. Nao consegui nem votar na média no app em que assisti. Classifiquei como "nao gostei' pq nao tem oq salva.
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