---
Piscina Infinita – ou melhor, Paciência Infinita, porque só com muita pra aguentar esse filme!
Rapaz… que FILME INSUPORTÁVEL! Eu juro por tudo que é mais sagrado que esse Piscina Infinita foi uma das maiores perdas de tempo da minha vida. É aquele tipo de filme que tenta se passar por “inteligente”, “conceitual”, mas na real é só um emaranhado de cenas sem pé nem cabeça, com uma história que não vai pra lugar NENHUM!
Primeiro: o roteiro é uma bagunça sem propósito. Começa com uma premissa até interessante – clonagem, punição, viagem estranha num país desconhecido… mas aí desanda total! O negócio vira uma sequência de cenas esquisitas, viajadas, onde nada faz sentido e tudo parece jogado só pra chocar. Mas nem isso consegue, porque depois da terceira cena aleatória você já tá é rindo da vergonha alheia.
E o que dizer dos personagens? Totalmente sem carisma. O protagonista (Alexander Skarsgård) parece um zumbi o filme todo. Você não sente nada por ele. Não torce, não se importa, não entende as decisões que ele toma. E a tal da Mia Goth, que o pessoal adora dizer que é a “rainha do terror moderno”, aqui tá forçando tanto que parece que tá fazendo paródia de si mesma. Uma atuação exagerada, teatral, que mais irrita do que assusta.
A direção do Brandon Cronenberg tenta imitar o pai (David Cronenberg), mas falha MISERAVELMENTE. Ele quer ser perturbador, profundo, provocador, mas só entrega um monte de viagem psicodélica sem sentido, com cenas que parecem clipe de banda alternativa barata. E aquelas cenas de “orgia simbólica”? Ridículas. Sério, eu não sabia se chorava de vergonha ou ria.
E os efeitos especiais? Uma piada. Tem momentos em que parece que você tá vendo uma montagem tosca feita no After Effects por um estudante de primeiro semestre. A fotografia tenta ser “artística”, mas só cansa. Tudo azul, tudo escuro, tudo girando… parece que o filme quer te dar dor de cabeça de propósito.
No fim, Piscina Infinita é só pretensão disfarçada de arte. Um filme que se acha cult, mas que no fundo é vazio, arrastado, entediante e completamente esquecível. Você sai da sessão com aquela sensação de: “Hein? O que foi isso?” – e não é no bom sentido, é de frustração mesmo!
Nota: 1/10 – um ponto só porque eu consegui ficar acordado até o final, mas sinceramente? Era melhor ter dormido.