Piscina Infinita
Média
2,4
92 notas

27 Críticas do usuário

5
1 crítica
4
2 críticas
3
2 críticas
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3 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de agosto de 2023
Alexander Skarsgård estrela um filme forte cheio de horror com diálogos bons, mas com ressalvas para o roteiro que peca por seu excesso.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2023
Filme estranho, muito estranho. Casal vai para resort em ilha primitiva, mas cheia de segredos, assim como os amigos que farão. Diferente.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 10 de março de 2025
Até começar o segundo ato, o roteiro ia muito bem, depois se perde de um jeito que o diretor deve ter pensado que cada um interprete como quiser. Um emaranhado de ideias desconexas e irritantes. Filmes assim ficam muito abertos a qualquer coisa e sem conclusão. Isso nunca será um filme cult, no máximo um filme idiota. Mia Goth mais uma vez dando show de interpretação, mas precisa começar a interpretar novos papeis, senão será um Leandro Hassum ou Adam Sandler do terror.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2026
Piscina infinita é um filme de terror que contou com a direção e roteiro de randon Cronenberg. Na trama, acompanhamos um escritor romancista James Foster (Alexander Skarsgård) que está hospedado em um resort com a sua esposa rica Em (Cleopatra Coleman), num país costeiro chamado Tolqa. Porém, James atropela um homem e pela lei do país, algum parente próximo da vítima deve matar James. De fato, o filme apresenta uma premissa boa, de uma lei inimaginável dentro da realidade humana atual e que um estrangeiro morrendo de medo deve pagar. Isso causa um certo terror dentro de todo o contexto do personagem James, que é um escritor falido, que é sustentado pela esposa rica e está ali em busca de inspiração. Adicione isso a um casal rico que eles conhecem e uma dela que é Gabi (Mia Goth) é um admiradora e um das poucas leitoras do único que livro James escreveu. O filme continua bem em toda a construção do seu primeiro ato quando o governo oferece uma saída que é clonar o condenado para que ele nao morrar, apenas o seu clone seja punido. Logicamente que para que isso aconteça, é necessário pagar. O filme procura mostrar por meio disso, a impunidade que os ricos possuem na sociedade. Nao importam o que façam, nunca serão punidos pq haverá um preço. Isso gera um falta de limite nas ações dos ricos excêntrico que aparecem no filme. Cabe ate análise filosófica dentro de uma perspectiva de Foucault. Mas falando do filme em si, se perde a partir do seu segundo ato. James se transforma em um zumbi e parece nao saber lhe dar com a consequência dos seus atos e os ricos continuam se divertindo em suas custas: clonando mais dele e fazendo coisas bizarras. O problema é que isso vai se tornando cansativo, pois esse recurso é usado 4x no filme. Fica chato. O filme se estende e nao existe nenhuma mudança de comportamento de James que está apático diante de tudo. Esperando ate um desfecho com consequência para os ricos, mas isso nao acontece. Outro problema sao os personagens muito caricatos. Aqui Mia exagera na sua performance e entrega algo exageradamente chato. Ela vinha bem no filme, com suas provocações e sensualidade para com James. Mas ficou terrível no segundo ato.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 342 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de abril de 2026
O cara que escreveu isso estava muito doido e com problemas psicológicos... é um dos filmes mais sem nexo que já assisti. A única coisa boa é a Mia Goth!!!

A história acompanha James (interpretado por Alexander Skarsgård), um escritor em crise criativa que viaja com sua esposa para um resort luxuoso em um país fictício. Lá, eles conhecem uma mulher misteriosa (vivida por Mia Goth) que os leva a sair da zona turística, e isso desencadeia uma sequência de eventos bizarros e perturbadores.
@cineinstadicas
@cineinstadicas

5 seguidores 68 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de maio de 2024
Sem dúvidas um dos piores filmes já produzidos, roteiro bagunçado, atores sem conexão com seus personagens, diálogos pouco interessantes. Enfim uma obra para ser esquecida, que escancara a crise de criatividade e propósito que o cinema americano vêm sofrendo.
Carlos Alberto M.
Carlos Alberto M.

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de abril de 2024
Filme doentio e baixo astral, não recomendo a ninguém, sem nexo, um desperdício de um bom elenco. Uma história esdrúxula que resulta num filme de segunda linha.
Taltos
Taltos

3 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de dezembro de 2024
Um filme que tem o nicho bem específico. Se gosta de romance ou comédia, não assista, pois não vai entender e vai achar ruim. Terror psicológico e investiga a construção humana.
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil

2 seguidores 69 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de abril de 2025
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Piscina Infinita – ou melhor, Paciência Infinita, porque só com muita pra aguentar esse filme!

Rapaz… que FILME INSUPORTÁVEL! Eu juro por tudo que é mais sagrado que esse Piscina Infinita foi uma das maiores perdas de tempo da minha vida. É aquele tipo de filme que tenta se passar por “inteligente”, “conceitual”, mas na real é só um emaranhado de cenas sem pé nem cabeça, com uma história que não vai pra lugar NENHUM!

Primeiro: o roteiro é uma bagunça sem propósito. Começa com uma premissa até interessante – clonagem, punição, viagem estranha num país desconhecido… mas aí desanda total! O negócio vira uma sequência de cenas esquisitas, viajadas, onde nada faz sentido e tudo parece jogado só pra chocar. Mas nem isso consegue, porque depois da terceira cena aleatória você já tá é rindo da vergonha alheia.

E o que dizer dos personagens? Totalmente sem carisma. O protagonista (Alexander Skarsgård) parece um zumbi o filme todo. Você não sente nada por ele. Não torce, não se importa, não entende as decisões que ele toma. E a tal da Mia Goth, que o pessoal adora dizer que é a “rainha do terror moderno”, aqui tá forçando tanto que parece que tá fazendo paródia de si mesma. Uma atuação exagerada, teatral, que mais irrita do que assusta.

A direção do Brandon Cronenberg tenta imitar o pai (David Cronenberg), mas falha MISERAVELMENTE. Ele quer ser perturbador, profundo, provocador, mas só entrega um monte de viagem psicodélica sem sentido, com cenas que parecem clipe de banda alternativa barata. E aquelas cenas de “orgia simbólica”? Ridículas. Sério, eu não sabia se chorava de vergonha ou ria.

E os efeitos especiais? Uma piada. Tem momentos em que parece que você tá vendo uma montagem tosca feita no After Effects por um estudante de primeiro semestre. A fotografia tenta ser “artística”, mas só cansa. Tudo azul, tudo escuro, tudo girando… parece que o filme quer te dar dor de cabeça de propósito.

No fim, Piscina Infinita é só pretensão disfarçada de arte. Um filme que se acha cult, mas que no fundo é vazio, arrastado, entediante e completamente esquecível. Você sai da sessão com aquela sensação de: “Hein? O que foi isso?” – e não é no bom sentido, é de frustração mesmo!

Nota: 1/10 – um ponto só porque eu consegui ficar acordado até o final, mas sinceramente? Era melhor ter dormido.
Gabriel Lorenzo Ferro
Gabriel Lorenzo Ferro

2 seguidores 106 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 2 de abril de 2026
Eu poderia até elogiar esse filme, mas do jeito que ele é horrível fica difícil. Filme chato, confuso e não conseguiu causar terror nenhum.
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