Atlas
Média
3,7
383 notas

224 Críticas do usuário

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Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de maio de 2024
Filme: ATLAS Assistido: 27-5-24
Elenco: @JLO @simuliu @lanaparrilla @mrmarkstrong @sterlingkbrown @abesees
Modelo: #ficção #fiction #ação #action
Duração: 2h Ano: 2024
Minha opinião: Um filme que traz a atriz errada para o papel, uma representa fraca que esta mais para dramalhão mal representado. Um enredo que da sono de tão comprido e sem sentido. E a parte sem sentido que uma garotinha ativa em um androide AI que se torna o salvador da Pátria que quer fazer um restart na humanidade. E que foge para um planeta sem recursos e ele faz uma cidade. E depois de 28 anos eles se encontram, através de plano do Harlan. E Atlas para se salvar entra em um traje onde tem um AI que para assobrevivência de Atlas precisa se conectar 100% com ela. E para isso acontecer passa uma novela mexicana inteira. Kkkkkk pois ela não confia em nenhum AI. O interessante é o oxigênio que gerado por um colar e nem precisa de traje. Um roteiro que deixa a desejar, digamos que tudo deixa a desejar. Uma pena pelo investimento e cenas de CGI boas. Até uma idéia boa, porem se tornou um pastelão. E a cara e expressão JLO e interpretações pifeas. O filme Mãe ornou mais com sua representação.
Roteiro e enredo fracos.
Vale apena assistir? não
Nota: 3 por causa do CGI.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de março de 2025
Sinopse:
Uma brilhante analista em contraterrorismo não confia em inteligência artificial, mas precisa usá-la quando a missão para capturar um robô rebelde dá errado.

Crítica:
"Atlas" claramente decepciona, apesar de seu potencial promissor. O filme traz uma premissa interessante, com Jennifer Lopez interpretando uma analista de contraterrorismo que deve confiar na inteligência artificial, mas rapidamente se perde em seus próprios clichês. O roteiro, escrito por Leo Sardarian e Aron Eli Coleite, parece superficial e previsível, fazendo com que os diálogos soem forçados e artificiais, em vez de provocar reflexão ou tensão.

Simu Liu e Sterling K. Brown, que poderiam agregar camadas dramáticas aos seus papéis, não conseguem resgatar a trama de seus desvios sem sentido. A dinâmica entre os personagens não se desenvolve de maneira convincente, resultando em atuações que parecem mais como caricaturas do que como figuras tridimensionais.

Além disso, a condução da narrativa é desequilibrada, levando o público a uma sequência de eventos desconexos que não se conectam de maneira satisfatória. As cenas de ação, que poderiam servir para elevar a adrenalina, falham em gerar empolgação, enquanto a construção de tensão é apressada e mal executada, fazendo com que a experiência se torne entediante.

"Atlas" também é prejudicado pela sua dependência em clichés de ficção científica. A ideia de um robô rebelde e a hesitação da protagonista em confiar na tecnologia são temas explorados em muitos filmes anteriores, mas aqui se tornam previsíveis e sem originalidade.

No geral, este filme se entrega a um espetáculo que carece de profundidade, inteligência e inovação. O resultado final é um produto que, definitivamente, não cumpre as expectativas, deixando o espectador desiludido. "Atlas" não apenas falha em suas ambições de suspense e ficção científica, como também serve como um lembrete de que, às vezes, a inteligência que se afirma ser inovadora é, na verdade, apenas uma fachada para uma narrativa arrastada e vazia.
Inspetoranderson
Inspetoranderson

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 26 de junho de 2024
Mais um filmeco direto do país da lacrolândia. Vamos lá. A personagem principal é simplesmente a mais inteligente, mais graduada, mais entendida e a mais absolutamente tudo do filme! Agora sejamos francos. O que esperar de um filme onde a produtora (Jeniffer Lopez) é também a protagonista principal? Não podia dar outra. Filme completamente previsível com bons efeitos especiais e para por aí. Roteiro totalmente clichê. Os personagens secundários estão lá só de pano de fundo para a atuação escabrosa da personagem "Atlas". Parece que foram muito bem pagos, pois serviram de capacho pra ela o filme inteirinho. Acho bom a Jennifer ficar mesmo é com as comédias românticas, essas ela sabe fazer bem, pois essa pequena mudança na minha opinião foi um completo fiasco. O filme tinha realmente alguns bons ingredientes que poderiam torná-lo bom, mas essa maldita lacração holywoodiana está acabando com a sétima arte. Enfim, quem lacra não lucra!
Rafael França Leite
Rafael França Leite

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de setembro de 2024
Eu acho que ninguém da Netflix assistiu esse filme antes de ser lançado. Chega a ser ridículo. E mais agravado pela atuação de J.L. Ridícula. O filme parece um catado de atores ruins que se reuniram para gravar em cima de uma história péssima e um roteiro pior.
Geovane
Geovane

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 4 de junho de 2024
O enredo é acelerado, típico de filme casual/ comercial/ juvenil, sem compromisso com fundamentos científicos e as leis da física e a plausibilidade. Mesmo assim teria potencial de ser um bom filme baseado na produção dos recursos visuais interessantes, Infelizmente a escolha da atriz não foi assertiva e prejudicou a conexão do telespectador com a protagonista que para além da atuação que não convence e não captura a vibe do papel, fica metade do filme choramingando irritantemente como se estivesse em um quadro grave de crises da meia idade enquanto seus companheiros estão mortos, extremamente forçado. Enfim a escolha errada da atriz jogou uma pá de cal no projeto que perdeu a chance de ganhar a atenção do telespectador.
Fguerreiro461
Fguerreiro461

5 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de junho de 2024
Filme bem peculiar o enredo muito fraco pouco contorno e falta de explicação no contesto geral deixa a desejar
Sandro Gomes
Sandro Gomes

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de janeiro de 2025
Atlas mais um filme da lacrolandia, onde coloca a mulher como a mais inteligente, a mais forte, a mais tudo. Inferiorizando o homem em posições medianas e fracos. Até gênero "ela/dela" tem no filme. Jennifer Lopes passa o tempo todo na cápsula do robô gemendo ou gritando. Enquanto tudo se acaba em bomba ela discute com robô sobre sentimento, quase uma sessão de terapia familiar. Ruim e uma nota boa p esse filme.
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