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Cris Araújo
4 críticas
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4,0
Enviada em 20 de outubro de 2025
Filme que retrata abusos sexuais contra as que o personagem Slater leva mulheres para sua ilha particular e nessa ilha rola bebidas e drogas todos dia seguinte ninguém lembra de nada e todo dia é q um dia Jessa amiga da protagonista é picada por uma cobra, a partir dessa picada Jess lembra de tudo e é aí q o vilão a mata,como todas estão entorpecidos,nem se lembram dela. Mas uma coisa q não entendi, como Frida consegue se lembrar da então amiga se a mesma não foi picada pela cobra(pois o veneno da cobra é o antido para cortar o efeito da poção que o vilão colocava nos perfumes que deixavam as mulheres com amnésia? Frida em busca da amiga entra em um lugar da casa e se declara com a Sra que trabalha na ilha e q no começo aparece com a cobra na mão,e essa senhora oferece uma bebida para Frida,q na vrdd era o veneno da cobra, após a ingestão do veneno,ela começa a lembrar de absolutamente tudo,das série de abusos sexuais q todas elas sofreram,e alerta Sarah q acaba acreditando na protagonista e ela então dá o veneno para Sarah tomar,q também lembra de tudo, quando os narizes delas sangram após a ingestão do veneno é q a memória delas voltam,. Outro ponto que me deixou intrigada foi o fato dela já ter estado um ano antes na ilha,e durante esse sumiço ninguém procurou por ela? não foi bem explicado essa parte no filme,e o final não havia entendido porque ela havia salvado o Slater de morrer queimadospoiler: ela numa virada de mestre consegue batizar o cigarro eletrônico do vilão com o perfume q causava a amnésia e deixou ele totalmente sem memória,se casando com ele e assumindo totalmente o controle de tudo, se tornando a CEO da empresa do milionário,agora ele q estava totalmente sob o controle de Frida.
O filme ficou bem realizado. Desde a seleção do nome, elaboração do roteiro, fotografia (boa escolha do local), até a conclusão. Não se enquadra em um gênero específico, porém, no geral, é um terror psicológico.
Desde o começo, há cenas desconfortáveis, seja na vida real ou na irreal. "Presumido instante paradisíaco". Zoe Kravitz me deixou surpreso. Naomie Ackie com uma otima atuação. O filme possui um otimo plot, o que contribui para a minha classificação como positiva. otimo filme.
impressionante a primeira direção de Zoë Kravitz, achei uma história cativante e a mistura do suspense psicológico com algumas críticas sociais menores mas ótimas e afiadas . A capacidade de equilibração de divertimento e crítica social foi excelente e sequero percebê-lo passar tempo aproveitou muito bem a duração de 1h 42min
Kravitz conduziu a direção com mestria, criando uma atmosfera crescente paranoia e suspense. A cinematografia dinâmica está em forte contraste com a atmosfera dos eventos, e a trilha sonora aprofunda a ansiedade. As atuações foram incríveis, com a performance do Channing Tatum na cena “sorry”, e a performance da Naomi Ackie, a qual adota profundidade e veracidade para a personagem com um final perfeito.
Pisque Duas Vezes é uma obra que surpreende de maneira positiva, com uma narrativa diferente e envolvente do começo ao fim. O filme sabe como construir tensão e mistério de forma inteligente, mantendo o espectador atento e intrigado o tempo inteiro. A trama, que mistura elementos de suspense psicológico com drama, é habilmente construída, e os diálogos bem escritos ajudam a aprofundar a complexidade dos personagens. Cada reviravolta na história parece bem pensada, e o ritmo é bem equilibrado, sem momentos desnecessários ou arrastados. O grande mérito do filme é a forma como ele consegue prender a atenção sem recorrer a soluções fáceis ou previsíveis. O mistério e a tensão são mantidos até o último minuto, e o desfecho, longe de ser óbvio, deixa o espectador refletindo sobre as escolhas feitas ao longo da trama. Pisque Duas Vezes é um filme que entrega exatamente o que promete: uma experiência intensa e satisfatória, com personagens bem construídos e uma história que não desaponta, um filme que vale muito a pena ser visto.
O filme se destaca em diversos aspectos, deixa uma impressão forte e mesmo com algumas falhas, a experiencia de assistir é otima com um impressionante final. A atuação da protagonista é otima, demonstrando uma profundidade emocional que prende a atenção do espectador do início ao fim. Já o antagonita, traz uma presença de cena espetacular, equilibrando charme e uma inquietante aura de perigo. A dinâmica e a quimica entre os dois é um dos pontos altos do filme, sustentando a tensão em momentos cruciais. Visualmente, é um espetáculo. A cinematografia captura de maneira impressionante os contrastes de um lugar de beleza paradisíaca que, ao mesmo tempo, exala uma sensação sufocante de isolamento. Cada quadro é cuidadosamente planejado, e o visual do filme é tão cativante quanto a sua história. No entanto, o roteiro apresenta algumas inconsistências, o que dependendo de quem assiste, pode atrapalhar na experiencia. Além disso, o ultimo ato é apressado, onde poderiam ter trabalhado um pouco mais na emoção, suspense e terror psicologico, contudo, as ultimas cenas do filme surpreendem com um plot twist pouco convencional. Apesar dessas falhas, é uma experiência que vale a pena, graças às atuações impecáveis, à direção visualmente impressionante e à narrativa intrigante. Não é perfeito, mas é um thriller que certamente vai deixar os espectadores refletindo toda a critica social em que o filme oferece.
Melhor ser visto sem expectativas... lembra muito a questão real que os EUA vivem, impossível não fazer essa analogia. Bom filme, apesar dos auxílios de roteiro.
Pisque Duas Vezes (2024), dirigido por Zoë Kravitz, mistura drama, suspense, ação e comédia ácida, com um toque de thriller psicológico. A história acompanha Frida (Naomi Ackie) e sua amiga Jess (Alia Shawkat), que trabalham para um bilionário da tecnologia (Channing Tatum). Elas são convidadas para um fim de semana em uma ilha privada, onde situações estranhas começam a acontecer, forçando Frida a buscar uma fuga.
Rodado no México, o filme se destaca pela cinematografia vibrante que captura a beleza paradisíaca da ilha enquanto constrói uma crescente tensão. Kravitz usa o contraste entre o cenário idílico e o horror psicológico para criar uma experiência visualmente cativante. Com uma direção segura, apesar de alguns momentos previsíveis, o filme oferece uma reflexão instigante sobre poder e trauma, mantendo o público intrigado até o final. O enredo é envolvente, mas algumas escolhas narrativas e o final deixaram algumas questões em aberto.
A diretora Zoe Kravitz faz uma brilhante estreia na direção com um história boa e bastante surpreendente. Surpreendente porque pelas premissas do filme não se dá o devido crédito: Channing Tatum como vilão, a estreia de Zoe como diretora (apesar de ser uma ótima atriz) e mais um dos tantos suspenses psicológicos daqueles que nem se vê em cartaz. Pois bem, a história acompanha Frida ( Naomi Ackie), garçonete que é convidada por um bilionário a passar umas férias em sua ilha particular. Ao lado dele, vão também amigos e atores famosos. Para não se sentir deslocada, Frida pode chamar sua amiga do trabalho que acaba indo junto. Lembrando que ainda existem funcionário do ricão que ficam forçando simpatia o tempo todo. O roteiro soube suavizar o clima tenso do filme em momentos de descontração vivenciado pelo núcleo feminino do filme, mas bem sabíamos que tudo estava bem demais e que iria acontecer algo de ruim. Evidentemente que o filme toca em questões raciais e de gênero, mas sem limitar os personagens, deixando a história o mais imprevisível possível. O final do filme pode não agradar a todos, é um final de fato imprevisível, mas que é marcada pela seguinte frase de Frida "Sucesso é a melhor vingança".
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