Os Rejeitados
Média
4,2
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Anderson
Anderson

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4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2024
Não se preocupe: a impressão inicial de "Já vi este filme. Várias vezes!" logo se dissipa. Acho que não é ispoiler dizer que não há a redenção dos personagens, nem a transformação comportamental para captar simpatias. A trilha sonora é composta majoritariamente de canções natalinas e os fatos se dão em poucos dias antes e depois da data máxima cristã. Apesar disso, passa longe de pieguices e a citada trilha sonora é maravilhosa. O final poderia ser o começo e vice-versa, o que não se aplica pra quem o assiste que, ao final, percebe-se pleno de satisfação e felicidade por ter visto um belo filme.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de dezembro de 2024
Roteiro inteligente, atuações memoráveis e uma abordagem emocionalmente rica.
Com um roteiro afiado de David Hemingson e direção sensível de Alexander Payne, Os Rejeitados mistura comédia e drama de forma encantadora. A trama segue três personagens marginalizados—um professor rígido, uma chefe de refeitório enlutada e um jovem depressivo—que se veem juntos durante as férias de Natal, tentando encontrar significado nas suas vidas. Paul Giamatti brilha como o professor Paul, enquanto Da'Vine Joy Randolph e Dominic Sessa entregam atuações tocantes.
O filme é um tributo aos clássicos humanistas como "Sociedade dos Poetas Mortos" e "Ensina-me a Viver", com momentos de riso e emoção genuína. Embora seja otimista, sua profundidade emocional é o que realmente marca.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2024
Payne nos trás um dos bons filmes de 2023 e indicado a melhor filme no Oscar e por muitos méritos! Roteiro é muito bom, elenco idem e uma boa trilha sonora! Vale a pena conferir.
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de março de 2024
Paul Giamatti merecia o Oscar. E o idealismo ético mereceria ser melhor reconhecido. Fica a mensagem sensível mas não inédita do professor que só ensina quando sai do racionalismo e usa o exemplo pessoal para não só ensinar mas aprender.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2024
Os Rejeitados (The Holdovers) 2023

"Os Rejeitados" é dirigido por Alexander Payne e escrito por David Hemingson em sua estreia como roteirista de um longa-metragem. O filme se passa no ano de 1970, e é estrelado por Paul Giamatti como um professor clássico rigoroso em um internato de uma pequena cidade em Massachusetts, que é forçado a acompanhar e ser o responsável por um grupo de alunos que estão retidos durante as férias de Natal.

Alexander Payne é um cineasta conhecido por ter uma opinião forte, por impor um senso de humor ácido aliado à um contexto satírico, o que muita das vezes compõe roteiros mais afiados, com um certo nível de críticas sociais, com monólogos e todo um desenvolvimento de personagem. Alexander já tem uma grande bagagem hollywoodiana, já foi indicado ao Oscar e já venceu por "Sideways" (2004) e "Os Descendentes" (2011).

Diferentemente dos dois filmes citados, em que Alexander Payne ganha o Oscar justamente pelo seu roteiro, em "Os Rejeitados" ele conta com um roteiro inteiramente escrito pelo roteirista David Hemingson. David sempre esteve mais envolvidos com roteiros de séries, como por exemplo: "How I Met Your Mother" (2005), "American Dad"(2005) e "Whiskey Cavalier" (2019). Aqui David surpreende ao trazer um roteiro que foca principalmente no estudo de personagem, no desenvolvimento de personagem, traçando uma linha entre uma comédia natalina e um profundo drama.

"Os Rejeitados" tem um início mais voltado ao desenvolvimento das grandes películas da década de 70, funcionando como resgate nostálgico da época, emulando toda aquela época, que foi justamente uma época marcada pelos grandes protestos, os grandes conflitos e as grandes mudanças em todo território norte americano. Este cenário é o pano de fundo do desenvolvimento de toda a história, já que no início temos o grupo dos "Rejeitados" que estão sobre a tutela daquele professor, que obrigatoriamente estão com os seus sonhos trancados e sofrem uma melancolia. É interessante notar que todos do grupo sofrem de alguma forma com aquele abandono de suas famílias, com aquela situação que estão passando, por mais que eles não admitam nem para eles próprios. E aqui entra a parte que o roteiro aborda questões humanas sobre o relacionamento humano entre pais, filhos e professores.

O roteiro foca no desenvolvimento de pontos como relacionamento, isolamento, crescimento, o teor da juventude, da aceitação e da superação. De início fica bem claro toda as questões que serão abordadas ao logo da trama, porém, logo após a parte que os três alunos (Teddy Kountze, Alex Ollerman e Ye-Joon Park) vão embora de helicóptero, o filme cresce ainda mais de rendimento, muda de tom, de ritmo e passamos a acompanhar aquele relacionamento conturbado que vai tomando forma entre mentor e aprendiz. Esta segunda parte é onde o filme constrói e estabelece sentimentos de solidão, conexão, reaproximação, libertação, transformação, criando um ambiente que percorre o sentimentalismo, a dor, a perda, o luto, o trauma e o abandono.

Nesse ponto o roteiro é muito hábil e muito inteligente ao traçar uma linha que percorre sobre o trio (Paul, Tully e Mary), mostrando suas diferenças, suas personalidades, seus conflitos, seus pensamentos, suas fragilidades, suas vulnerabilidades, o que logo corrobora para cada um lidar com suas dores, seus traumas e seus sofrimentos internos. O longa consegue abordar com maestria cada um desses pontos fazendo uma dosagem perfeita entre o sentimento de nostalgia, solidão, melancolia, mas sem desandar para o melodrama forçado e aidna conseguindo mesclar tudo dentro de uma comédia dramática. O mais interessante é a forma como o filme consegue manter o equilíbrio de todos os personagens, pois cada um tinha sua dor e seu sofrimento interno, e por mais que nenhum deles quisessem estar naquele local em uma data que remete a união familiar, mas logo eles vão se reencontrando, criando um vínculo improvável, um senso de união, uma forma para que juntos pudessem encarar suas diferenças enquanto atravessavam aquelas férias natalina.

"Os Rejeitados" é aquele típico caso que você lê a sinopse e não dá nada para o filme, e justamente, temos aquela história simples porém bem desenvolvida, bem contada, bem interpretada, com um tom sensível, emocionante, libertador, que logo nos prende e nos deixa confortável aquecendo os nossos corações. De fato é muito gostoso e muito comovente acompanhar aquele nascimento daquele relacionamento improvável entre aluno e professor, aidna mais se falando de duas pessoas que a princípio se mostram totalmente diferentes, com ideias e atitudes diferentes. Porém, com o passar da história vamos conhecendo melhor cada um e entendendo melhor cada um. Como no caso do Angus Tully (Dominic Sessa), que se mostra rebelde, insatisfeito, melancólico, e justamente pela sua criação, pelo abandono de sua família. Como na cena em que ele nos conta toda a sua história e logo após ele vai ao encontro do seu pai, que está internado por sofrer de uma doença mental debilitante, esquizofrenia paranoica e demência precoce. Ali já notamos toda a sua desconstrução e descaracterização daquela personalidade que conhecemos no início.

Dominic Sessa faz a sua estreia no cinema e de cara ele já nos surpreende com uma atuação forte, arrojada, competente, de um jovem rebelde, problemático, rejeitado, revoltado com a vida, tomado por dores e traumas familiares. Porém, logo ele nos conquista e nos convence pela sua sensibilidade, pelo seu carisma, pela sua naturalidade de atuar, que realmente nos desperta empatia e passamos a sentir as suas dores.
Já o Paul Giamatti (dos clássicos "O Show de Truman" e "O Resgate do Soldado Ryan") faz aquela linha de professor carrancudo, linha dura, com um olhar rigoroso e uma postura mais arrojada, que a principio transcende os seus limites até aquela conexão imediata e problemática com o Jovem Tully. Uma atuação extremamente perfeita e muito bem apresentada de Paul Giamatti, que navega em diferentes personalidades de seu personagem, nos expondo um lado rigoroso tomado de um senso de humor sarcástico, contrapondo com um lado mais humano, mais natural e mais sensível de um professor que cria empatia e compaixão pelo seu aluno.

E aqui vale destacar a enorme química alcançada entre o Dominic Sessa e o Paul Giamatti, que juntos estiveram o tempo todo em uma perfeita harmonia, sintonia, expondo carisma, sinergia, um senso de humor, um timing para as cenas mais cômicas, mais hilárias, mais casuais, e compondo duas personalidades que juntas se reencontraram com uma enorme transformação de caráter.

Completando o belo trio de "Os Rejeitados", temos a Da'Vine Joy Randolph ("Only Murders in the Building") que interpreta a cozinheira-chefe Mary Lamb. Mary é uma mulher ressentida, trancada dentro de si, enlutada pela perda do filho na guerra, que silenciosamente explora a sua dor e o seu trauma. Porém, ela é a peça-chave que começa a costurar as emendas do roteiro em relação a improvável convivência entre Paul e Tully. No fim ela é parte fundamental do trio, que juntos exploram suas dores, a profundidade da solidão e a essência da construção daquele relacionamento. E o mais interessante é que juntos eles conseguem encontrar conforto, carinho e afeto. Belíssima atuação de Da'Vine Joy Randolph, que nos conquistou pelo seu enorme carisma e seu ótimo trabalho.

E para contextualizar a enorme química do trio, temos algumas cenas que são interpretadas como uma verdadeira libertação.
Como por exemplo: aquela cena onde os três estão ao lado de fora do restaurante, onde juntos fizeram o seu próprio "Cherries Jubilee". Esta é uma cena incrível, onde já exemplifica o poder de um relacionamento construído como uma base familiar.
Aquela cena que o Paul defende o Tully na frente do diretor, da mãe e do padrasto, afirmando que a culpa era dele, ao levá-lo naquela férias e o convencer a visitar o pai. E o Paul sacrifica o seu emprego ali para evitar que o jovem fosse para uma escola militar. É uma cena que funciona como uma lavagem na alma do Paul, afinal de contas ele estava se doando e fazendo uma coisa boa, pois no fim ele conheceu a verdadeira personalidade do Tully e viu todo o seu potencial.
E no fim temos o fechamento com chave de ouro, o ápice de toda a trama; que é justamente a despedida do Paul e o Tully, com ele dizendo que não sabia o que o Paul tinha dito para seus pais e o diretor, mas que ele não iria mais ser expulso. Eles se despedem com um forte e verdadeiro aperto de mãos, com o Paul partindo comovido e o filme acabando. Este final é apoteótico, libertador, um afago em nosso coração, em nossa alma, funcionando como uma verdadeira lição de vida, de formação de carácter, de amadurecimento, de engrandecimento e de criação do ser humano.

Destacando as partes técnicas do filme:
A trilha sonora é melodramática, mas isso não quer dizer que é ruim e nem forçado, soa como necessária para acompanhar todo o desenrolar daquela história. Tanto que no início tínhamos uma trilha sonora mais potente, dado ao momento de rebeldia do grupo, logo após a trilha é mais densa, mais pesada, mais comovente, com melodias mais agravantes diante daquele cenário. Sem falar que ainda tínhamos algumas músicas natalinas, que personificou ainda mais a proposta do filme. A cinematografia é bem apresentada, cujo funcionamento esteve em perfeita harmonia com uma base sólida da fotografia. Sem falar na direção de arte, que também colaborou em grande estilo com cenários que nos remetia à década de 1970.

"Os Rejeitados" foi eleito um dos 10 melhores filmes de 2023 pelo National Board of Review e pelo American Film Institute, e recebeu muitos outros prêmios, incluindo o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante (Da'Vine Joy Randolph) e Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia (Paul Giamatti). Também recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator para Paul Giamatti, Melhor Atriz Coadjuvante para Da'Vine Joy Randolph e sete indicações ao BAFTA, incluindo Melhor Filme e Diretor.

"Os Rejeitados" arrecadou US$ 211.093 em seis cinemas em seu fim de semana de estreia, uma média de US$ 35.082 por local, totalizando US$ 26 milhões no geral.

Por fim: Alexander Payne nos brinda com um excelente filme que trata de uma leitura de personagem, uma avaliação comportamental, de criações de vínculos, de relacionamentos, analisando temas como melancolia, dor, luto, perdas e recomeços. Sem dúvida o filme consegue nos imergir em uma comédia dramática natalina inserida em uma releitura acerca da solidão, do abandono, da aceitação, da redenção, que nos mostra principalmente os nossos erros, a nossa superação e a reconstrução de relacionamentos quebrados entre pais e filhos.
"Os Rejeitados" é uma grata surpresa, pois no fim eu fiquei comovido e tocado pela sua linda mensagem, que inclui valores, conceitos, empatia, bondade, sensibilidade, e principalmente uma grande lição de vida.
[28/01/2024]
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de setembro de 2025
Filme muito bom. Um dos melhores da década até agora. Uma história muito emocionante e com ótimo protagonismo de Giamatti, Randolph e Sessa, com um ritmo muito bem equilibrado, ambientação, fotografia, trilha sonora, e principalmente as questões emocionais ao redor de Angus Tully. Apesar de alguns defeitos, como falta de destaque da personagem de Randolph em algumas cenas, e o desenvolvimento ser apressado em algumas partes, e falta de profundidade de alguns personagens secundários, o filme entrega uma das melhores experiências do cinema contemporâneo, e consegue se equilibrar muito bem. Virou um dos meus filmes favoritos. Não é perfeito, mas mesmo assim é incrível. Parabéns a todos que trabalharam nessa arte.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de maio de 2024
O filme em si trás uma história bastante simples, mas é de uma grandeza excepcional. A ambientação do filme é perfeita, pois a obra se passa na década de 1970, na qual existia nos EUA graves problemas de segregação racial e de classes. A obra demostra isso no recorte feito pelo aluno pobre abandonado do internato que ficou "preso" em plena férias de natal, com uma cozinheira e seu ranzinza professor de história antiga. O filme talvez tenha derrapado um pouco nos diálogos entre o professor e o aluno, poderiam focar nas problemáticas da época, mas não se arriscaram tanto e os problemas tratados nos diálogos na verdade são atemporais. É uma comédia leve com bons traços dramáticos e emocionantes. Destaque para as incríveis atuações de Paul Giamatti e de Da'Vini Joy Randolph.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 474 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2024
Ponto positivo:
As atuações são excepcionais e estão em perfeita sintonia com o excelente roteiro de "Os Rejeitados". O trio principal é capaz de entregar o melhor de ambos os gêneros, seja na comédia ou no drama. Não é surpresa que este filme esteja recebendo indicações em todas as premiações nas categorias de atuação.

Ponto negativo:
O filme não apresenta nenhum aspecto negativo que possa prejudicar a experiência do espectador. No entanto, em alguns momentos, a trama pode se tornar previsível e não trazer grandes surpresas. No entanto, é importante ressaltar que esses fatores não afetam negativamente a qualidade do filme.

Com um roteiro consistente e uma performance excepcional de seu elenco principal, 'Os Rejeitados' é uma dramédia envolvente. Embora ambientado na década de 70, o filme aborda questões atuais, trazendo à tona problemas reais que nos conectam com o trio de personagens. Além disso, o carisma inegável do elenco contribui para uma experiência cinematográfica marcante.

Alexander Payne não entrega o seu melhor filme, mas consegue ajudar Paul Giamatti e Da'Vine Joy Randolph entregaram os melhores papeis de suas carreiras, e ainda trazer aos holofotes o promissor Dominic Sessa.

Carismático, engraçado e emocionante, 'Os Rejeitados' é um filme que não quer ser grandioso e nem surpreendente, mas consegue se tornar grande e surpreender a todos que assistiram por ser leve, até certo ponto e fazer a gente se importar e torcer por esse trio maravilhoso.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 498 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de novembro de 2024
Sinopse:
Um professor rabugento, uma cozinheira de luto e um aluno inteligente e encrenqueiro são obrigados a passar o Natal juntos na escola e criam um vínculo inesperado.

Crítica:
"Os Rejeitados", dirigido por Alexander Payne, é uma obra envolvente que explora temas de conexão humana e autodescoberta de maneira delicada e comovente. A narrativa gira em torno de três personagens aparentemente dissonantes: um professor rabugento, uma cozinheira enlutada e um aluno problemático. Essa combinação inesperada de personalidades cria um cenário rico para o desenvolvimento emocional e humorístico da trama.

Uma das grandes forças do filme é a habilidade de Payne em humanizar seus personagens. O professor, interpretado magistralmente, apresenta uma fachada ríspida, mas por trás dessa máscara, encontramos um homem em crise, refletindo distúrbios da própria vida. A cozinheira, marcada pela perda, é um retrato da fragilidade humana e da capacidade de encontrar consolo em lugares inesperados. O aluno, por sua vez, traz uma energia rebelde e autêntica, desafiando os dois adultos a confrontar suas próprias inseguranças.

O ambiente escolar, que serve de pano de fundo para essa jornada emocional, é uma escolha acertada. Ele não só simboliza um espaço de aprendizado, mas também de cura. A interação entre os três personagens oferece uma perspectiva renovadora sobre as relações intergeracionais e como cada um, apesar de suas dores e frustrações, pode ajudar o outro a encontrar um sentido de pertencimento.

O ritmo do filme é cuidadosamente equilibrado entre momentos de humor sutil e reflexões profundas. A cinematografia é um deleite, assim como a trilha sonora, que complementa as emoções retratadas, criando uma atmosfera nostálgica.

Além disso, "Os Rejeitados" é uma ode à resiliência do espírito humano. Ao forçar esses personagens a conviverem e se abrirem uns aos outros, Payne nos lembra que as melhores conexões muitas vezes surgem nas circunstâncias mais improváveis. O resultado é uma narrativa que não apenas entretém, mas também convida à reflexão sobre empatia e a beleza das imperfeições humanas.

Em resumo, "Os Rejeitados" é muito mais do que uma comédia dramática; é uma celebração da vida em suas complexidades, perfeita para aqueles que apreciam histórias que aquecem o coração e desafiam a visão de mundo.
Rosangela Machado
Rosangela Machado

8 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2024
Não espere excelência em fotografia.
Agora, argumento e roteiro evoluem calmamente, de maneira muito simples, mas com grandes intenções.
Chegam num lugar fundamental: somos seres sociais e podemos modificar a vida do outro e o outro pode mudar a nossa vida.
Mudar definitivamente.
O protagonista, sensacional!
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