O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim: Críticas
O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim
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3,5
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Luigui Carvalho
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3,0
Enviada em 10 de dezembro de 2024
Em questões técnicas, é uma excelente animação. No entanto, o roteiro falha em suas próprias lógicas, o que enfraqueceu a narrativa. Além disso, por se tratar de uma obra que se passa no mesmo universo de Senhor dos Anéis, falta o tom épico que poderia ser melhor explorado com os recursos que uma animação possibilita. O ponto principal que poderia ter feito uma boa diferença na história, as bases que a sustentam e também a derrubam, são a protagonista e o antagonista. Como são desinteressantes e temos que acompanhar suas jornadas, a trama se torna maçante. A protagonista, que deveria mostrar sua inteligência, bravura e sagacidade, apenas conduz, de maneira cansativa e até sem carisma, uma dita aventura que parece não avançar. E, em oposição, temos um vilão genérico, com motivações fracas e que se parece uma criança mimada, apenas causando um constante desejo de que essa experiência em um recorte da Terra Média termine logo. Enfim, "O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim" é uma produção esquecível e genérica com breves acenos à obra de Tolkien, mas sem nunca chegar aos pés do épico de aventura que vive no coração dos fãs.
Sinopse: Um ataque repentino de Wulf, um implacável senhor Dunlending, força Helm Mão-de-Martelo e seu povo a fazer uma última resistência na antiga fortaleza de Hornburg. Em uma situação desesperadora, a filha de Helm lidera a resistência.
Crítica: "O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim" traz uma proposta ambiciosa ao explorar o passado de Rohan, mas, infelizmente, não consegue atingir todo o seu potencial. Embora a animação e o design visual sejam notáveis, Capturando a essência do universo de Tolkien, a narrativa carece de coesão e profundidade.
A história de Helm Hammerhand, com suas batalhas e conflitos, peca por um desenvolvimento apressado e personagens que não têm o tempo necessário para se aprofundar. A premissa é rica, oferecendo oportunidades para explorar temas como honra, lealdade e sacrifício, mas a execução deixa a desejar. A conexão emocional que deveria surgir entre os personagens e o público não é totalmente atingida, resultando em um enredo que parece mais uma sequência de eventos do que uma jornada envolvente.
A direção de Kenji Kamiyama é um ponto positivo, visivelmente talentoso em trazer à vida cenários grandiosos, mas, mesmo assim, os diálogos e a construção de algumas relações entre os personagens soam superficiais. A ideia de Héra liderar a resistência é empolgante, mas a sua caracterização não é suficientemente desenvolvida para que o público se importe verdadeiramente com sua luta.
Além disso, as referências e ligações ao universo maior de Tolkien muitas vezes ficam em segundo plano, fazendo com que a história pareça desconectada e, em alguns momentos, apenas um eco distante das épicas narrativas que a precederam.
As vozes dos atores, como Brian Cox e Gaia Wise, são eficazes, mas, em geral, o elenco não consegue salvar o filme de sua falta de profundidade emocional. Embora tenha seus momentos de ação bem coreografados, a falta de um arco narrativo satisfatório prejudica a experiência.
Em suma, "A Guerra dos Rohirrim" oferece uma visão interessante da história de Rohan, mas peca pela execução. Os fãs de Tolkien podem encontrar momentos de brilho, mas a obra não ressoa de forma coerente, resultando em uma experiência que, no geral, não se alinha às expectativas que um legado tão rico certamente inspira.
Filme é bom em termos de animação, o roteiro é meio atrapalhado porque muitas vezes lembra para quem assistiu "As Duas Torres", como no meu caso. O pessoal reclama da protagonista e do vilão, mas a protagonista me lembra a personagem que era filha do Rei em "As Duas Torres". Só que aqui "ela" é a protagonista e, sobre vilão...Gente, quantos vilões com o mesmo mote vocês já viram antes?!? Eu, uma dúzia pelo menos. Ter o amor rejeitado, ter um parente morto e jurar vingança? Bem é isso. PS. É dito que o filme tem 2hrs e 30m ,na verdade, tem 2h02m
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