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O maior mérito de Rehana Maryam Noor é ser a primeira produção de Bangladesh a competir na seleção oficial do Festival de Cannes, em 2021, na mostra Un Certain Regard. A direção de Abdullah Mohammed Saad e as atuações, especialmente de Azmeri Haque Badhon como Rehana e Afia Jahin Jaima como sua filha Emu, são destacáveis, embora o ritmo do filme seja extremamente lento. A narrativa, reminiscente do cinema iraniano, mantém uma atmosfera sombria com uma fotografia em tons azuis, centrada no ambiente escolar onde Rehana trabalha como professora de medicina.
A protagonista, uma mulher rígida e controladora, lida de forma repressora com seus alunos e sua filha. Quando ela descobre que uma aluna foi assediada, começa a pressionar a faculdade por uma resposta, mas sua forma autoritária de agir em todos os aspectos da vida a torna difícil de se simpatizar. O filme se torna ainda mais desafiador à medida que a personagem se torna agressiva com sua filha no final, o que dificultou minha conexão com ela. Apesar da relevância da causa do assédio, a abordagem da protagonista e a forma como ela trata sua filha deixam a obra emocionalmente distante.
A protagonista, uma mulher rígida e controladora, lida de forma repressora com seus alunos e sua filha. Quando ela descobre que uma aluna foi assediada, começa a pressionar a faculdade por uma resposta, mas sua forma autoritária de agir em todos os aspectos da vida a torna difícil de se simpatizar. O filme se torna ainda mais desafiador à medida que a personagem se torna agressiva com sua filha no final, o que dificultou minha conexão com ela. Apesar da relevância da causa do assédio, a abordagem da protagonista e a forma como ela trata sua filha deixam a obra emocionalmente distante.
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