Doce trapaça é uma comédia romântica que contou com a direção de David Mirkin e roteiro de Stephen Mazur. Na trama, acompanhamos Max (Sigourney Weaver) e a sua filha Page (Jennifer Love Hewitt) são uma dupla de trapaceiras que dão golpe após uma das duas se casarem com um homem com grana. Após um golpe bem sucedido em Dean (Ray Liotta), Max Mira no rico William (Gene Hackman) que está a beira da morte, mas Page se apaixona por um barman e pode colocar tudo a perder. Doce trapaça é uma comédia que lembra muito as séries de comédia romântica do começo dos anos 2000 ( até mesmo na ambientação). O roteiro é leve e com piadas bobas que vai cativando aos poucos. Sempre estamos pensando em como ambas vão conseguir se dar bem na próxima empreitada. Além das protagonistas precisamos tirar o chapéu para a boa participação de Gene Hackman, um senhor a beira da morte e fumante compulsivo. O filme tem uma queda de ritmo no seu terceiro ato, acho que a própria saída de Hackman de cena e de forma tao descompromissada me desagradou. Ainda assim, o desfecho foi satisfatório. A trama ainda busca mostrar que amar é se colocar num zona de risco, e que vale a pena filme tem os excelentes fundos musicais, que inclui pérolas da Bossa Nova e trillers românticos, como Água de Beber, Insensatez e Águas de Março, obras do mestre Tom Jobim, cantadas em bom português (Águas de Março em um misto português-inglês). No mais é um filme que diverte dentro do esperado.