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Diogo Codiceira
24 seguidores
882 críticas
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4,0
Enviada em 19 de abril de 2026
Inteligência Artificial é um filme de ficção científica/drama que contou com a direção de Steven Spielberg e roteiro de Brian Aldiss e Ian Watson. O filme recebeu 2 indicações no Oscar de 2002: melhor efeitos visuais e melhor trilha sonora. Em um mundo futurista, onde os problemas ambientais são cada vez mais caóticos, os cientistas resolvem desenvolver um novo tipo de androide : um menino- robô David (Haley Joel Osment). A princípio, David é adotado por um funcionário da empresa que o fabricou, para ficar em seu lar junto com sua esposa. David supriria a falta do filho do casal que estava em coma, mas após ele despertar um serie de acontecimentos faz o casal abandonar David. Um fato curioso do filme foi que ele foi desenvolvido por Kubrick desde 1969, mas resolveu esperar para que a tecnologia acompanhece as ideias. Porém, com a morte do cineasta em 1999, sobrou para Spielberg dirigir a trama, sendo esse o seu primeiro filme dos anos 2000. O fato é que se criou uma grande expectativa em torno do filme, mas chegou a ser um grande fracasso de bilheteria e a crítica caiu em cima. Talvez pelo fato de esperaram alfo sombrio na direção do falecido cineasta, mas o que vimos foi um conto de fábula colorido na mão de Spielberg. Independente disso, o filme opera sem didatismo diante de suas discussões filosoficas. São diversas questões de cunho ético que entra em debate. A questão do amor, pois agora o menino-robô é o primeiro a nutrir esse sentimento, entao qual será a reação dos humanos para isso? Um amor sem retribuição, alimentação do ego humano? Outro ponto , tbm associado a esse é quando um robô mais antigo, que servia apenas para transar com mulheres Joe (Jude Law) fala sobre o Utilitarismo: os humanos te ama pelo que vc pode oferecer. Quando nao tem o que oferecer te trocam. Lógico que a questão robótica funciona como uma incrível metáfora sobre a condição humana. Ainda sobre o roteiro, o filme é logo, mas tem seus 3 atos bem divididos. Gostei da forma em que David foi desenvolvido em tela, foram 50 minutos bem gastos na trama. A jornada de David começa a partir daí: a busca por ser aceito pela família que o abandonou se passa por ele ser humano ( aqui Spielberg aproveita e usa perfeitamente o conto de Pinóquio para isso). É de fato uma jornada dolorosa em termos sentimentais e emocionante tbm. O desfecho foi ainda mais sensacional e criativo ( a chegada dos ets, a forma com que os ets tratam o David era como queríamos que os humanos o tratasse). O final é um abraço aconchegante, mas triste. Em termos técnicos, o filme foi sensacional. Sem exageros, com efeitos que pouco se percebe. Fotografia eficiente mostrando tanto o lado urbano noturno, quanto a floresta sombria com cadáveres de robôs velhos e o cenário caótico de um fim do mundo. Creio que é um filme que precisa ser revistado. Creio que foi muito mal compreendido na época.
O filme "A.I. - Inteligência Artificial", dirigido e escrito por Steven Spielberg, nos conta a jornada de David (Haley Joel Osment), um robô que foi desenvolvido especialmente para preencher o vazio de famílias que perderam seus filhos ou que, devido à conjuntura ambiental do Planeta Terra, estiveram impossibilitados de gerar uma vida. É assim, como este propósito, que ele entra na rotina da família composta pelo casal Monica (Frances O'Connor, numa maravilhosa atuação) e Henry Swinton (Sam Robards) - cujo único filho Martin (Jake Thomas) encontra-se internado num hospital, numa unidade de criogenia.
Neste momento, é importante fazer um adendo na nossa resenha crítica para podermos falar a respeito da conjuntura na qual se passa o filme: em decorrência do efeito estufa e do derretimento das calotas polares da Terra, boa parte das cidades litorâneas se tornou submersa. Em consequência disso, a humanidade passou a contar com a ajuda de robôs, dotados de inteligência artificial. Assim, foram criados robôs-babás, robôs-amantes, dentre outros, e, por fim, o robô-criança.
A discussão central de "A.I. - Inteligência Artificial" engloba, principalmente, a habilidade destes robôs em desenvolverem emoções humanas e de demonstrar estes sentimentos, por meio dos laços afetivos e dos relacionamentos construídos. Neste sentido, o roteiro faz um paralelo com a história de Pinóquio, o boneco de madeira que sonhava em ser um menino de verdade. Emulando esta figura, a busca de David é por ser uma criança de verdade - assim, ele acredita que será aceito e amado de verdade por Monica (a figura a quem ele devota todo amor e carinho).
Existe uma curiosidade por trás de "A.I. - Inteligência Artificial": por duas décadas, o diretor Stanley Kubrick trabalhou no projeto, até perceber que ele se encaixava mais no estilo de Steven Spielberg. Kubrick e Spielberg colaboraram por anos ainda, até que Spielberg conseguiu filmar a história - da forma como ambos a visionaram, é importante mencionar A decisão de Kubrick em passar o projeto para o amigo foi a correta. Spielberg tem a sensibilidade e o olhar que esta trama precisava. "A.I. - Inteligência Artificial" é um filme comovente e, arrisco dizer, uma das obras mais subestimadas dos últimos tempos.
Esse filme é incrível. Ele nos prende desde o início, fora que tem cenas muito marcantes. Mostra também como o ser humano pode ser mal, e como o robô queria ser a gente. Ele desconstrói a idéia de que o robô ia ser o verdadeiro villãospoiler:
Filme na época fez grande sucesso e hoje faz parte de um questionamento claro: robôs/androides na forma humana existirão mesmo? Sobre o assunto ja se sabe que temos filmes que exploram muito melhor como Blade Runner e quase 19 anos antes foi lançado. Mas a atuação do Haley Joel Osment e muito boa e vale uma nota 4. A pergunta do filme e clara para o futuro: robôs terão tanta capacidade de processar informação que poderão de forma independente estabelecer consciencia da propria existencia? E o pior: um ser humano estaria preparado para trocar no lugar de um filho biologico um robo? spoiler: Filme mostra extraterrestres no final.
Que o Steven Spielberg é um mestre dos diretores ninguém duvida,com histórias sensacionais inocentes e tocante ele nos conquistou com Et o extraterrestre e de volta pro futuro e aqui não é diferente já que ele reúne um elenco sensacional e consegue traduzir uma história poética ,triste e cheia de fantasia.O filme conta a história do mundo após o efeito estufa ter derretido uma grande parte das colatas polares da Terra,em meio disto os cientistas criam robôs já que eles não gastam os recursos naturais e em meio disto surge A.I. uma inteligencia diferente e é assim que vive o garoto David que segue uma jornada de descobrimento no mundo.O jovem Haley Joel Osment já havia mostrado seu talento em o sexto sentido e aqui ele está excepcional,ele traz uma inocência e uma ingenuidade que faz você ficar apaixonado pelo personagem.O roteiro escrito também pelo Spielberg é muito bem elaborado,ele é dividido praticamente em duas partes na primeira ele está em descobrimento com a vida e na segunda parte ele parte pra uma aventura pelo mundo.Aqui temos os fatores primordiais do Steven já que tem pontos futurísticos típicos que já tínhamos visto em de volta pro futuro e o momento para fazer o público chorar litros,esse que por sinal é um dos principais pontos do filme primeiramente na metade do filme em uma cena muito triste e a cena final que é praticamente o tiro de misericórdia no nosso coração.O problema do filme é do segundo pro terceiro ato que fica muito arrastado e o desperdício do ótimo ator Jude Law que é basicamente um mero coadjuvante.No mais é um daqueles filmes com uma mensagem bem emocionante e ao mesmo tempo melancólico,com um final muito imprevisível e muito bem trabalhado,com atuação sensacional na época do Haley Joel Osment.
Um belo trabalho de Spielberg, boas atuações, história cativante, um bom roteiro, bela fotografia e trilha sonora, mais uma vez Spielberg não decepcionou.
Incrivel como um filme de ficção científica pode ser tão emocionante. Lembro que quando vi pela primeira vez eu chorei e não é exagero, a estória do filme é fascinante. O roteiro é mt bem feito e a direção desse cara, como sempre mt boa. Lindo filme.
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