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Um visitante
4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme mais triste do planeta! É uma excelente produção, cenário fantástico, enrredo bom, pena que se perde em determinado momento e demora a alcançar o ritmo novamente. Para quem gosta de sci-fi, este filme está mais para um drama. No geral, o filme é bom. Se você é emo não assista! Rs...
O filme "A.I. - Inteligência Artificial", dirigido e escrito por Steven Spielberg, nos conta a jornada de David (Haley Joel Osment), um robô que foi desenvolvido especialmente para preencher o vazio de famílias que perderam seus filhos ou que, devido à conjuntura ambiental do Planeta Terra, estiveram impossibilitados de gerar uma vida. É assim, como este propósito, que ele entra na rotina da família composta pelo casal Monica (Frances O'Connor, numa maravilhosa atuação) e Henry Swinton (Sam Robards) - cujo único filho Martin (Jake Thomas) encontra-se internado num hospital, numa unidade de criogenia.
Neste momento, é importante fazer um adendo na nossa resenha crítica para podermos falar a respeito da conjuntura na qual se passa o filme: em decorrência do efeito estufa e do derretimento das calotas polares da Terra, boa parte das cidades litorâneas se tornou submersa. Em consequência disso, a humanidade passou a contar com a ajuda de robôs, dotados de inteligência artificial. Assim, foram criados robôs-babás, robôs-amantes, dentre outros, e, por fim, o robô-criança.
A discussão central de "A.I. - Inteligência Artificial" engloba, principalmente, a habilidade destes robôs em desenvolverem emoções humanas e de demonstrar estes sentimentos, por meio dos laços afetivos e dos relacionamentos construídos. Neste sentido, o roteiro faz um paralelo com a história de Pinóquio, o boneco de madeira que sonhava em ser um menino de verdade. Emulando esta figura, a busca de David é por ser uma criança de verdade - assim, ele acredita que será aceito e amado de verdade por Monica (a figura a quem ele devota todo amor e carinho).
Existe uma curiosidade por trás de "A.I. - Inteligência Artificial": por duas décadas, o diretor Stanley Kubrick trabalhou no projeto, até perceber que ele se encaixava mais no estilo de Steven Spielberg. Kubrick e Spielberg colaboraram por anos ainda, até que Spielberg conseguiu filmar a história - da forma como ambos a visionaram, é importante mencionar A decisão de Kubrick em passar o projeto para o amigo foi a correta. Spielberg tem a sensibilidade e o olhar que esta trama precisava. "A.I. - Inteligência Artificial" é um filme comovente e, arrisco dizer, uma das obras mais subestimadas dos últimos tempos.
Um belo trabalho de Spielberg, boas atuações, história cativante, um bom roteiro, bela fotografia e trilha sonora, mais uma vez Spielberg não decepcionou.
Filme na época fez grande sucesso e hoje faz parte de um questionamento claro: robôs/androides na forma humana existirão mesmo? Sobre o assunto ja se sabe que temos filmes que exploram muito melhor como Blade Runner e quase 19 anos antes foi lançado. Mas a atuação do Haley Joel Osment e muito boa e vale uma nota 4. A pergunta do filme e clara para o futuro: robôs terão tanta capacidade de processar informação que poderão de forma independente estabelecer consciencia da propria existencia? E o pior: um ser humano estaria preparado para trocar no lugar de um filho biologico um robo? spoiler: Filme mostra extraterrestres no final.
Que o Steven Spielberg é um mestre dos diretores ninguém duvida,com histórias sensacionais inocentes e tocante ele nos conquistou com Et o extraterrestre e de volta pro futuro e aqui não é diferente já que ele reúne um elenco sensacional e consegue traduzir uma história poética ,triste e cheia de fantasia.O filme conta a história do mundo após o efeito estufa ter derretido uma grande parte das colatas polares da Terra,em meio disto os cientistas criam robôs já que eles não gastam os recursos naturais e em meio disto surge A.I. uma inteligencia diferente e é assim que vive o garoto David que segue uma jornada de descobrimento no mundo.O jovem Haley Joel Osment já havia mostrado seu talento em o sexto sentido e aqui ele está excepcional,ele traz uma inocência e uma ingenuidade que faz você ficar apaixonado pelo personagem.O roteiro escrito também pelo Spielberg é muito bem elaborado,ele é dividido praticamente em duas partes na primeira ele está em descobrimento com a vida e na segunda parte ele parte pra uma aventura pelo mundo.Aqui temos os fatores primordiais do Steven já que tem pontos futurísticos típicos que já tínhamos visto em de volta pro futuro e o momento para fazer o público chorar litros,esse que por sinal é um dos principais pontos do filme primeiramente na metade do filme em uma cena muito triste e a cena final que é praticamente o tiro de misericórdia no nosso coração.O problema do filme é do segundo pro terceiro ato que fica muito arrastado e o desperdício do ótimo ator Jude Law que é basicamente um mero coadjuvante.No mais é um daqueles filmes com uma mensagem bem emocionante e ao mesmo tempo melancólico,com um final muito imprevisível e muito bem trabalhado,com atuação sensacional na época do Haley Joel Osment.
Eu chorei tanto nesse filme que quase fiquei desidratada. Ele só queria o amor da mãe e foi jogado fora feito lixo na floresta, tendo que aprender a vida selvagem de uma humanidade que não aceita quem foge ao padrão social imposto. Ele só queria se tornar "humano", sem perceber o quanto os humanos são maus!! Acho que no final todo mundo só quer amar e ser amado, a começar pela própria mãe. Atuação magnífica de Haley Joel Osment!!
Não e o melhor filme de Spielberg, mais ainda sim é bastante emocionante. Os efeitos especiais são incríveis, como pode se esperar de um filme produzido pelo diretor de Tubarão. Haley jay osment, está incrível e se o Oscar Juvenil ainda existisse ele mereceria. Tão jovem, e carrega brilhantemente o filme nas costas.
O que não torna A.I perfeito é que ele é confuso e te deixa deprimido.
Infelizmente aqui não tem nota onze! Soberbo. É o mínimo que se pode dizer deste roteiro escrito pela lenda Stanley Kubrick. A narrativa densa do roteirista original, mesclada com o lirismo do diretor Steven Spielberg, resulta num perturbador conto de fadas moderno (com toques de Pinóquio e O Mágico de Oz), que emociona e faz pensar sobre o nosso futuro como seres humanos, no mais puro sentido da palavra. A poesia e a modernidade desta parábola não cabem numa simples resenha.
Obra de arte, outro nível de filme, uma história sensacional, Steven Spielberg te leva para dentro da história que é triste e feliz ao mesmo tempo rsss.
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