Harry Potter e a Pedra Filosofal
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4,5
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139 Críticas do usuário

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anderson j
anderson j

302 seguidores 222 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de março de 2019
Certa vez li um comentário na capa do DVD de Harry Potter, que dizia:" A pedra Filosofal é o Mágico de Oz dos tempos modernos! ". Que colocação feliz, eu diria. Pois concordo plenamente com ela. É realmente uma das mais belas aventuras do cinema, é Chris columbus foi a escolha acertadissíma pra direção. Pois a maneira como trabalhar toda a dinâmica dos personagens, principalmente do trio principal, remete muito aos filmes anos 80, onde você tinha um senso de amizade muito gostoso e divertido, coisa que columbus fez muito bem em The Goonies, está presente aqui de maneira perfeita e com certeza é um dos motivos de ter dado muito certo o filme,a escolha de elenco é excelente e as atuações / dinâmica de personagens é excepcional.
A produção é um colosso, e por mais que o Cgi tenha sim envelhecido um pouquinho, é inegável o quão eficiente eles são, e oque dizer da composição de John Williams para o filme?! É inacreditável, um trabalho orquestral que arrepia e transmite todo o ar de MAGIA e fascínio deste mundo belíssimo, um trabalho inspirado que impulsiona ainda mais as qualidades do filme. Apesar de ser bem longo, há sempre um mistério no ar que é costurado por ótimas cenas de ação e interação de personagens excelentes, e quando você se dá conta o filme já está acabando, e não deixa a sensação de cansaço ou desinteresse, pelo contrário o filme deixa uma ansiedade enorme para retornarmos logo para Hogwarts com nossos novos amigos.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de janeiro de 2019
Uma das principais franquias do cinema,que levou milhares de fãs a uma das melhores jornadas de todas as franquias Harry Potter iniciava sua saga naquele ano apresentando os conhecidos personagens que conquistou muitos.Baseado em uma série de livro de J.K Rowling,o filme acompanha a vida do jovem e infeliz Harry Potter que vive com seus tios que os odeiam,sua vida muda a partir da descoberta de que ele é um bruxo e vai estudar em Hogwarts a maior escola de bruxaria de todas e lá conhece Ron weasley e Hermione Granger com que viverá grandes aventuras.Acima de tudo é um filme de autodescoberta e portanto ele vai aumentando seu tom com o decorrer dos filmes e isso é muito bom,acompanhar a evolução da história e do amadurecimento dos personagens.A direção é do Chris Colombus que tem boa direção e sabe desenvolver todos os personagens de maneira muito boa,a interação e a química entre o trio principal é absurdamente fluida e um dos melhores trios do cinema.O elenco é perfeito,Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson estão perfeitos e fazem o papel de suas carreiras entregando personagens emblemáticos. Robbie Coltrane,Richard Harris e Maggie Smith também estão perfeitos.O roteiro é bem evocativo e sabe desenvolver todos,o maior problema é as piadinha bobas que não funciona e o tom mais leve não é dos maiores problemas.A trilha sonora é marcante e uma das melhores do cinema e não atoa é composta pelo mestre John Willians.Harry Potter e a Pedra Filosofal é o inicio perfeito de uma das melhores franquias do cinema Apaixonante.
leonardo
leonardo

37 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de agosto de 2012
Tão brilhante quanto o carisma de Daniel,Rupert e Emma como os adoráveis Harry, Rony e Hermione.
Uma boa adaptação do livro, sendo muito emocionante. Possui uma bela trilha sonora combinando com a magia do filme.
Vito Zanotti
Vito Zanotti

3 seguidores 137 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de julho de 2024
Muito bom filme, foi a primeira vez que vi e gostei demais

Uma trilha sonora muito boa e marcante, atores muito bons mesmo sendo novos e uma história que te prende do inicio ao fim

to ansioso pra ver os proximos filmes. Em resumo, gostei. Nota 8
Mísia M.
Mísia M.

37 seguidores 79 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de agosto de 2015
É o pior filme da saga HP, Chris Colombus fez o filme ser infantil demais e a culpa não é do livro; mudaram tanta coisa do livro, tantos diálogos, tantas cenas e até a personalidade, sem contar os efeitos visuais ruins mas isso não é nada perto do estrago que fizeram na história.
O Wood no livro é agressivo positivamente, um líder obstinado pela vitória, com muita confiança na equipe a ponto de ser chato com eles, no filme ele é um paspalho.
O Filtch no livro é muito amargo e tem prazer em torturar alunos, fala coisas pra assustá-los, no filme ele é todo legalzinho na hora da punição e ainda diz boa noite!
O Neville sempre foi um personagem importante, é peça fundamental da historia e da profecia, tiraram ele da punição da floresta, assim ele se tornou um personagem não notado no filme, esquecível facilmente e sem importancia; não era a hora do Rony conhecer a floresta ainda, ele só a conhece no outro livro.
Quem fala sobre o pai do Harry ter sido jogador é a professora Minerva na hora que ela o vê apanhando o lembrol, e não a Hermione, além disso ela não fala que ele era apanhador, mas só um bom jogador. Ficou muito ruim essa mudança.
Sobre Alan Rickman não há o que falar, pois ele se preparou ao máximo antes de gravar, JK lhe contou todos os segredos, e por sua atuação e voz simplesmente fantásticas, tornou-se esse fenômeno! Foi uma ótima apresentação do personagem, tanto que uma das imagens mais compartilhadas é a dele com a mão no mento no inicio do filme, sensacional!
Essas foram as mudanças que eu lembrei, mas teve algumas menores que foram positivas até, na questão do despacho do dragão eles mudaram, mas não faz muita diferença.
Luca T.
Luca T.

20 seguidores 82 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de abril de 2013
Primeiro e perfeito filme da melhor saga de todos os tempos.
Harry Potter marcou minha infância, amava ver esse filme, ja devo ter visto umas 10 vezes.
O inicio, o selamento de uma grande amizade e a minha vontade de ir para uma escola como aquela.
Emma Watson, Daniel Radcliffe e Rupert Grint ja começam perfeitos em minha opinião.
Inesquecivel e perfeito. Simples assim .
Nota 10
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de dezembro de 2013
Bem Harry Potter e a Pedra Filosofal e o Primeiro Filme de Uma Franquia de 8 E um Filme Muito Bom Com Efeitos Que Chamam a Atençao , Harry Potter (Daniel Radcliff) é um garoto órfão de 10 anos que vive infeliz com seus tios, os Dursley. Até que, repentinamente, ele recebe uma carta contendo um convite para ingressar em Hogwarts, uma famosa escola especializada em formar jovens bruxos. Inicialmente Harry é impedido de ler a carta por seu tio Válter (Richard Griffiths), mas logo ele recebe a visita de Hagrid (Robbie Coltrane), o guarda-caça de Hogwarts, que chega em sua casa para levá-lo até a escola. A partir de então Harry passa a conhecer um mundo mágico que jamais imaginara, vivendo as mais diversas aventuras com seus mais novos amigos, Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson). Otimas Atuaçoes , e Uma Otima Produçao Nota 9.0
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de novembro de 2013
Gostei deste filme da saga tambem o primeiro é sempre o melhor na minha opininhão porque gera todos os outros e esta gerou uma serie fantastica
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de outubro de 2015
O melhor filme da saga Harry Potter, é único filme da saga que consigo ver várias e várias vezes sem enjoar.

- Ótima história
- Elenco bom
- Trilha sonora boa
- Produção excelente !
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de setembro de 2016
De acordo com os números, o romance Harry Potter, da escritora britânica J. K. Rowling, é um dos livros mais vendidos em todo o mundo, ficando apenas atrás da Bíblia. Sendo o fenômeno mundial que desde sempre foi, os estúdios de Hollywood não poderiam deixar essa passar: precisavam adquirir os direitos do produto e através da marca criar uma fonte inesgotável de ouro. O "garoto de sorte" foi a Warner Bros. Pictures, que adquiriu os direitos do bruxinho no final da década de 90. Porém, foi apenas na entrada do novo século que sua compra se tornara útil. No ano de 2001, o mundo fora apresentado formalmente a Harry Potter e a Pedra Filosofal, primeira adaptação cinematográfica dos romances de Rowling. E através da sua transição para a sétima arte, a popularidade do bruxinho mais famoso do mundo — que a altura já era enorme — aumentou consideravelmente e não foi por menos. Sua primeira aventura nos cinemas é delicadamente fascinante.

Porém A Pedra Filosofal carrega em seus sapatos uma pedra impertimente: o diretor americano Chris Columbus. Se por acaso o nome soa estranho aos seus ouvidos, tente refrescar a memória: além de Harry Potter e a Pedra Filosofal Columbus dirigiu a sua sequência de 2002, A Câmara Secreta; mas a carreira do diretor não para por aí. Antes já havia trabalhado com o clássico Esqueceram de Mim (1990); o engraçadíssimo Uma Babá Quase Perfeita (1993); e o delicado O Homem Bicentenário (1999), estrelado por Robin Williams. E entre os trabalhos mais recentes do diretor há a famigerada adaptação para os cinemas do Best seller Percy Jackson e O Ladrão de Raios (2010) e o decadente Pixels (2015). Porém, felizmente, apesar de todos os pesares, o resultado de A Pedra Filosofal não é porco, superando de longe os últimos desastres do diretor — mas, ainda assim, mal chegando perto de seus clássicos.

Harry Potter e a Pedra Filosofal conta a típica jornada do herói: o órfão Harry (Daniel Radcliffe) vive com os insuportáveis tios Dursley, sendo criado como uma escória. Contudo, sua vida muda ao completar onze anos de idade: Harry recebe a visita do gigante Hagrid (Robbie Coltrane) que lhe diz que é um bruxo bastante famoso — por conta de sua peculiar cicatriz — e tem uma vaga na escola de magia e bruxaria de Hogwarts. Harry, fascinado, aceita ingressar na escola, mal imaginando que nada vai ser tão fácil como parece ser: suportar o mesquinho Draco Malfoy (Tom Felton) e o intolerante Professor de Poções Severo Snape (Alan Rickman) não vai ser fácil. Contudo, isso mal chega aos pés do maior mistério que ronda a escola: o seu diretor, Alvo Dumbledore (Richard Harris), esconde nas entranhas do castelo algo valioso e poderoso, algo que alguém anda procurando e que Harry, ao lado dos amigos Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Stone), fará de tudo para descobrir o que é e se possível evitar que caia nas mãos erradas.

Apesar de ser uma produção deliciosa, Harry Potter e a Pedra Filosofal não pode agradar ao fã dos livros, que já conhece a saga a fundo. Aqui, a questão não é a fidelidade — a cor de cabelo de determinado personagem ou cenas que não estão presentes. Mas sim a atmosfera, que a do livro se torna completamente superior ao do filme. Cumprindo com a sua proposta, o romance de Rowling tem uma atmosfera mágica fascinante que não só atrai as crianças como também adolescentes e adultos. Porém, quando passado para o cinema, Pedra Filosofal perde boa parte dessa mágica, e vira um filme com um ritmo bastante morno, sem um ritmo fixo que possa prender o espectador — a não ser que este seja uma criança. A criança, com certeza, irá se fascinar com todos os aspectos do filme, mas o ritmo morno do longa provavelmente fará o adulto dormir. Columbus segura bastante o filme, de maneira que ele não contenha certo dinamismo.

E falando de dinamismo, a falta deste está realmente no elenco principal. Embora sejam crianças e por conta da pouca idade não se possa extrair muito de suas atuações, algumas conseguem ser de longe carismáticas, e essa falta de carisma se torna mais gritante no protagonista da produção — Daniel Radcliffe. Porem, como dito, na época Radcliffe era apenas uma criança, então sua atuação pífia — que se faz presente até A Câmara Secreta — não pode ser necessariamente de toda criticada. Por que, afinal, ao longo dos anos o ator se achou no personagem, evoluindo sua atuação que não tinha nada de interessante.

Em contra partida, se é algo que Columbus e o roteirista Steve Kloves souberam fazer, através do roteiro, foi quanto à relação do trio principal. Ambos cineastas conseguiram trazer com fidelidade a amizade para as telonas, fortificado uma das maiores vantagens de Harry Potter — o companheirismo e a amizade. E em poucos minutos o público se familiariza com Ron, Harry e Mione, apesar do ritmo do filme. E é preciso reforçar: a importância da amizade não é uma das únicas mensagens que Columbus e Kloves trazem para o cinema; há outras, e ainda mais enriquecidas. A importância ao mais fraco — Neville e os seus pontos para Grifinória —, e o preconceito e intolerância para com os diferentes, presente até mesmo entre o mundo bruxo — Malfoy e sua patota considerando Hagrid inferior por ser um gigante, e outros bruxos por não possuírem sangue puro; o pano de fundo no qual o filme bate — amor —, tratado da melhor maneira possível, e tornando-se de longe clichê e batido; e como se não fosse o suficiente, o mundo bruxo não se destoa muito do mundano — ou o dos trouxas: vemos o reflexo da humanidade no mundo de Harry Potter, o bem e o mal se confrontando, a ganância e a busca pelo poder, e um ditador com complexo de Deus com o intuito de dizimar a própria raça por considerá-la inferior — tudo isso presente na composição do antagonista Lorde Voldemort (Richard Bremmer) — ou Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. E isso também se torna mérito, claro, da escritora J. K. Rowling.

Harry Potter e a Pedra Filosofal também carrega um grande nome em sua produção: John Williams, compositor da trilha sonora original, que assim como trabalhos anteriores do músico — Tubarão, E. T. — O Extraterrestre, Superman e Guerra nas Estrelas — criar uma trilho sonora original icônica e marcante, coerente com a estética do filme, e que preenche nossas cacholas por um bom tempo.

E é fato que, embora lançado em 2001, A Pedra Filosofal foi gravado um bom tempo antes — talvez em 2000 ou até mesmo em 99, quando a Warner havia adquirido os direitos do personagem. E apesar disso, o filme tem uma boa finalização quanto a efeitos especiais. Embora evidentemente seja uma tecnologia 3-D, de trasgos a um cão de quatro cabeças, todas as cenas que usam do efeito especial estão boas — exceto os voos de vassoura, por que realmente não dá para engolir aqueles modelos 3-D.

Apesar de seus tropeços, A Pedra Filosofal traz o universo Harry Potter para os cinemas com fidelidade, e com certa ausência da atmosfera do material original, enche os olhos das crianças, não só com boas cenas de aventura como também doutrinas que a franquia aplica desde seus livros. E apesar de tudo o longa se torna um clássico da fantasia, permanecendo na memória de muitas crianças, que hoje já são adultos, que na época acompanhavam, no Natal, na saudosa SBT.

Nota: 7.3/10
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