Tár
Média
3,8
121 notas

19 Críticas do usuário

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2 críticas
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Assuero Breckinridge
Assuero Breckinridge

1 seguidor 39 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de maio de 2026
Tár é um filme complicado de se assistir, porque não é um filme clássico, sendo melhor definido como uma obra moderna. Mas não só por isso. Tár é uma tragédia, apresentando uma personagem em uma jornada de queda e não de ascensão ou redenção. Isso significa que existe uma série de ideias aqui que dão suporte à narrativa, tornando-a coesa. A protagonista é de classe alta, famosa, condecorada, amplamente respeitada. Ela é rica e convencida. Seu emprego de maestrina de orquestra rendeu-lhe sucesso meteórico, mas também fez com que ela se isolasse, orbitando em torno de si mesma. Ela é impulsionada por um complexo de superioridade. Ela quer glória e glamour e seus relacionamentos são baseados apenas em seus interesses pessoais ou em seus projetos artísticos. Nesse cenário, a protagonista sofre reveses e vai regredindo, caindo de sua glória, sendo desacreditada, criticada ou até mesmo severamente rejeitada. E a maneira como o Todd Field narra isso é esplêndida.

Uma direção consistente e inteligente dá vida à narrativa e permite que ela tenha significado, proporcionando-lhe um voo alto. Toda a história desperta uma sensação revitalizante devido ao fato de a protagonista ser de classe alta e ir perdendo o que mais valoriza, como um ato de justiça poética irresistível. Mas também é um aviso. Especialmente para os cineastas que possam ceder à pressão de se acharem intocáveis e invencíveis, capazes de conquistar o mundo sem consequências. Em suma, Tár é um retrato de como os artistas de modo geral não são imunes às vicissitudes da vida em que estão imersos. E de como a arrogância e o senso de auto-centralidade pode ser catastrófico (mesmo se você não for de fato um artista autêntico ou se sua arte não parecer relevante). Um filme profundo, intenso e sólido que promove um impacto duradouro e que está imbuído de significados simbólicos.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.010 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2025
"Roteiro denso, atuação impecável, debates éticos complexos, mas ritmo exige atenção constante."
Lydia Tár, a brilhante maestrina fictícia, enfrenta o auge e o caos pessoal enquanto lidera a Filarmônica de Berlim, lidando com polêmicas que abalam sua carreira.
Cate Blanchett entrega uma performance magistral em um filme que disseca poder, moralidade e obsessão. A direção de Todd Field impressiona pela profundidade narrativa e precisão estética, criando uma obra instigante e provocativa.
Orlando Gianordoli
Orlando Gianordoli

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de dezembro de 2024
Filme sem enredo. Todos os acontecimentos do filme são apenas "sugeridos"; não dá pra saber o que de fato acontece. Detesto filmes assim.
Alan
Alan

18 seguidores 376 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de dezembro de 2024
O início do filme é mais difícil, pois há longos diálogos sobre o mundo da música clássica, que, embora bem elaborados, são desinteressantes para pessoas leigas. Mais adiante, o filme se torna mais emocionante, pois entra na parte dramática, na qual Lidya enfrenta problemas na vida profissional, que acabam atingindo sua vida pessoal. Um bom filme, com um enredo diferente, ambientado no mundo da música erudita. Merece menção a atuação de Cate Blanchet, pois trabalhou bem.
Maria Eduarda Sanches Candotti
Maria Eduarda Sanches Candotti

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2024
Perfeito. Cate faz um ótimo trabalho e uma ótima atuação como sempre. Sendo a atriz principal e cumprindo com o propósito
Babe Diego
Babe Diego

3 seguidores 128 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de março de 2024
Excelência e excelência. Nunca é o suficiente. Graciosidade e talento nunca são demais e cobram seu preço apesar dos frutos. São magníficos. Mesmo quando a corda do violino quebra (é frustrante). Dedicação supera os percalços. Pancadas vão e pancadas vem, a vitrola segue, eterna, apesar dos aluguéis, dos restaurantes, dos risos retos e das roupas charmosas. E tem que ser assim para o espetáculo funcionar.
Tâmara Raquel
Tâmara Raquel

20 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 16 de março de 2024
O fim é lento, chato e arrastado. Poderia ser um filme de no máximo 1:30h. O filme acabou e eu fiquei esperando o final.
Leonardo
Leonardo

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de julho de 2023
Cansativo e cheio de pontas soltas ……………. …….. zzzzzzzxzz. .zzzzzzzxzzzzz. ;((??????????????????????
Rafael Moreno
Rafael Moreno

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de abril de 2023
É um filme extremamente profundo, revelador e de certa forma ativista no sentido social. A transparência desse filme é tão cristalina que facilmente as pessoas podem julga-lo como sem emoção e parado, claro. Afinal em tempos em que a vida das pessoas tornam-se cada vez mais robóticas, oque esperar do julgamento de cabeças pragmaticamente vazias??
Bea
Bea

16 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de março de 2023
Tár é um filme absurdamente magnífico, confuso, mas magnífico. A atuação de Cate Blanchett está simplesmente incrível, recentemente vi uma crítica brasileira, "Isabela Boscov", a criticar a atuação de Cate em Tár, e ela disse alguma coisa como "Ela é o tipo de atriz que fica cada vez melhor quanto mais a personagem é uma adversária á altura dela" e eu não podia concordar mais, é extremamente incrível ver uma atriz como esta receber um papel que a desafie tão bem como "Lydia Tár" desafia. Claro que depois de falar tão bem de Cate não podia deixar de parte Nina Hoss, uma atriz alemã de 47 anos que embora não seja tão conhecida, se mostrou uma atriz ao nível de Cate Blanchett, as contracenas estão simplesmente incríveis por isso mesmo, porque em nenhum momento uma atua "pior" que a outra. A proposta do diretor ,Todd Field, neste filme é super interessante, porém entendo que não agrade a muitos, pois não segue uma linha de respostas muito firme ( eu mesma só fui entender mais a proposta do filme depois de ver vários críticos experientes a falar sobre).A minha conclusão final para Tár, é que embora não seja, como já disse, um filme para todos, vale muito a pena ver não sou pelas atuações como pela proposta em si.
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