Infidelidade
Média
3,8
956 notas

36 Críticas do usuário

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Dorminhoco
Dorminhoco

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3,0
Enviada em 21 de dezembro de 2012
Filme assistido duas vezes. Muda o momento que vivemos, muda também a maneira como enxergamos e interpretamos um filme. Não foi diferente com "Infidelidade". Não falarei sobre minha opinião na primeira vez em que assisti; discorrerei um pouco sobre minhas impressões da "segunda mirada". O filme tem uma história um pouco batida. Um caso de traição em uma família norte-americana, aparentemente normal. Um marido, fiel e mantenedor, uma esposa, preocupada com as funções domésticas, e um pequeno filho. Logo no início, sabe-se que a esposa será a traídora da relação; será a infiel. Aí, entra algo interessante: a mulher, inicialmente pura, demonstra toda a potencialidade humana, com sua carga instintual/sexual, ao trair o marido com um jovem de origem francesa. Mostra toda a força sexual e apaixonada, que não guarda limites; não leva em conta a relação estável, nem mesmo ao filho. Faz sexo com o amante de maneira louca e apaixonada. O marido, por sua vez, inicialmente normal, bem sucedido e condescendente com a traição, põe à mostra seus instintos agressivos, ao visitar o amante e assassiná-lo. Mostra frieza ao "limpar" a cena do crime e ao desfazer-se do corpo do amante em um lixão. Até aí, de maneira superficial, temos uma mudança entre os papéis sociais de ambos os cônjuges: o normal mostra-se um assassino, e a casta mostra-se uma mulher com um desejo, próprio dos humanos, incontrolável. Muito mais poderia ser dito e pensado sobre este filme. O sentimento pelo amante que perpetua-se até o fim do filme, o sentimento de culpa do marido, a forma como esse acaba por castigar imensamente a esposa, com o assassinato do amante, e a justificativa implícita de que os males causados a todos eram de responsabilidade dela, etc.
Um filme que inicialmente pareceu-me razoável, acabou se transformando, em um segundo momento, diferente e mais crítico, em um bom filme. Serve como uma relembrança daquilo de que realmente somos feitos e daquilo de que somos capazes.
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 117 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2025
Eu tava amando o filme, o plot é bom, as cenas de sexo são ótimas e quentes. Mas o final foi péssimo. Eu achava que eles iam se matar ou algo assim, que iam bater o carro ou se jogar da ponte, eles morreriam juntos e ninguém saberiam o segredo deles.
Nildo C
Nildo C

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3,0
Enviada em 25 de março de 2021
É um filme extremamente estúpido!
Se por um lado, temos uma esposa que, graças a monotonia de um casamento começa a dar o cu pra um francês que nada mais fez que se aproveitar disso.
Do outro, temos um marido completamente afeminado que não tem nem culhao suficiente para matar o amante( chora toda hora, aff).
Junte tudo isso e vc vai ter uma história de uma mulher casada que da para um francês o marido descobre, mata(com muita dificuldade sentimental) o "coitado" do francês e espera até que sua mulher infiel ache as fotos dela com o amante no bolso de seu casaco e descubra tudo. Ademais, temos o fato de que a mulher, em momento algum é penalizada, quer dizer-temos a morte do francês-, mas onde que isso vai penalisa la(que nada de sentimentos). O marido é tão sem culhao que nem corajem de pedir o divórcio tem. Mata o amante e pensa que tudo vai voltar ao normal, perdoando a imediatamente, aff.
É uma crapt! Me deixou pensando onde que vamos parar com homens que não tem nem corajem de falar na cara de sua mulher que ela é infiel e que fudeu com 11 anos de casamento por uma foda com um garoto francês.
Gilmar Fernando O.
Gilmar Fernando O.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de dezembro de 2021
Todo o elenco da um show de interpretação. O filme desconstrói completamente a imagem que tínhamos do Richard Gere. Esqueçam "a força do destino", "Gigolô americano", "uma linda mulher", etc. Neste filme ele é um típico "Miquéias", "João Felipe", menino bom, feito de corno pela esposa vagabunda . Ótimo filme!
Jaqueline d.
Jaqueline d.

7 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de dezembro de 2012
é um filme que faz a gente pensar "se desse pra voltar atrás": ela tem tudo e por causa de nada acaba traindo o marido
perturbador... mas eu gosto
Jhpivetta
Jhpivetta

8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de janeiro de 2025
É um filme básico. A atuação dos atores é boa. O que dá para tirar do filme é: se a pessoa não tiver caráter, honestidade, boa índole, respeito, inteligência emocional, amor-próprio, não case. Casamento tem seu preço, desejos externos irão surgir, aí tem que se sacrificar, é o preço. Ela não é honesta, não tem caráter, de índole duvidosa, enfim uma mulher de baixo valor. Ele parece ter caráter ao cogitar em se entregar, mas não tem inteligência emocional e nem amor-próprio, logo é um homem de baixo valor. A ausência de amor próprio fica nítida quando ele vai até o covil do abate e ainda por cima chora.
Andreh
Andreh

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de julho de 2024
O cara vê a mulher dando no sofá de casa e joga fora o sofá! Se for pra matar alguém, q ele matasse ela pô! estão apoiando a cornitude com força total! Salve se quem puder!!!
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 881 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de novembro de 2025
Infidelidade é um filme de romance/drama que foi dirigido por Adrian Lyne e contou com o roteiro de Alvin Sargent e William Broyles Jr. O filme recebeu 1 indicação no Oscar 2003: melhor atriz (Diane Lane). Na trama, acompanhamos o casal Edward (Richard Gere) e Connie (Diane Lane) que está em crise. Connie passa a ter encontros, mantendo um caso com um jovem francês vendedor de livros chamado Paul (Olivier Martinez). Edward descobre a traição e tem um momento de fúria e mata Paul. Com isso, ambos passam a ficar receio da consequência desse ato em suas vidas. Sendo esse filme uma refilmagem do clássico Sthepane (mulher infiel), aqui podemos dizer que mantiveram toda a estrutura da obra original, além de conseguir adaptar para o tempo presente (embora que a história em si é atemporal). Aqui temos uma “inversão”, pois é a mulher que trai sem motivos aparentes o seu marido “bonzinho”. O roteiro da chance para Diane Lane brilhar por meio de sua ação, que hora é aventureira e sensual e outra uma mãe recatada do lar. Lane é o centro e o coração desse filme. Ademais, Gere e Martine entregam um papel com muitos clichês e estereotipado ( o francês romântico, bom de cama e de lábia). O filme decepciona na parte mais aguardada que é o terceiro ato que começa após o assassinato de Paul. O filme perde o folego e vai a passos lentos e previsíveis para o seu encerramento.
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