Este é mais um filme daqueles que comecei a assistir sem grandes expectativas, mas que no final me surpreendeu positivamente. Temos Mark e Mel em papéis dramáticos, diferentes de suas comédias econômicas. O filme conta a história verídica do Padre Stuart.
Stuart nasceu em um bairro periférico, filho de pais divorciados. Seu pai, interpretado por Mel, é um beberrão perdido na vida. Desde jovem, Stuart era destemido e tentou seguir carreira no boxe, mas sem sucesso. Na luta pela sobrevivência, ele vai se virando até conhecer Carmen, uma católica fervorosa. Ela condiciona seu casamento ao batismo e à vida religiosa, o que faz Stuart começar a frequentar a igreja e as aulas.
Um grave acidente quase o mata, mas ele sobreviveu milagrosamente, o que fortalece sua fé em Deus e o faz acreditar que tem um propósito maior: levar o evangelho. Stuart decide se tornar pai e ingressar no seminário, mas descobre uma doença degenerativa. Inicialmente, a igreja não o aceita, mas ele consegue convencer o sacerdote do contrário. Assim, Stuart se torna um pai, e sua empatia e capacidade de se comunicar com as pessoas movem multidões a seguir.
Carmen, embora inicialmente interessada em casar com Stuart, acaba sendo um instrumento para seu propósito maior. O filme é bem construído, com humor inteligente, e destaca as detalhes de Mark como ator, desde um físico sarado até um corpo com sobrepeso. Parabéns a Mark por sua atuação. Mel também entrega uma performance dramática convincente, retratando um pai que abandona o filho na infância.
Roteiro: muito bem feito, vale a pena assistir. Nota: 10
Esse filme é em fatos reais história incrível de um homem que transforma sua vida primeiro casa depois passa por uma enfermidade depois vira padre e incrível essa história recomendo!
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