A Vida de David Gale
Média
4,3
596 notas

44 Críticas do usuário

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17 críticas
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ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de abril de 2016
Filme excelente! Discute um tema bem polêmico, a pena de morte. Sua duração relativamente longa serve bem para construir as histórias e características de cada personagem.
O filme é extremamente interessante e instiga o telespectador a pensar e ficar na expectativa pelo desfecho enquanto acompanha a vida do personagem principal. Além de tudo, o final é surpreendente e impactante.
Recomendadíssimo!
Dulcimar A.
Dulcimar A.

4 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2013
EXCEPCIONAL!!!!! Brilhante roteiro onde se vê uma crítica bem argumentada ao descabido "the american way of life". O personagem David Gale é uma pessoa de caráter, que defende seus valores e tudo isso embasado por uma brilhante carreira acadêmica.Mas como todos nós, é humano, e passível a
erros. Assim, durante todo o filme a sensibilidade para aprofundar os defeitos e qualidades dos personagens, nos faz mergulhar intensamente na trama. Desta forma, não há como não tomar partido e escolher um lado da história . Grande direção de Alan Parker e excelentes atuações do fantástico Kevin Spacey, da firme Kate Winslet, da comovente Laura Linney e também de Gabriel Mann.
A discussão sobre a pena de morte mais uma vez vem à tona e nos faz refletir: basta que um só erro seja cometido e claro, ela já será injustificável!
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Apesar de ser um bom filme, "A Vida de David Gale" decepciona. Explico. Pelo que já havia lido do filme, esperava algo que fosse mais fundo no tema da pena de morte, algo mais parecido com "Os Últimos Passos de um Homem", por exemplo. Porém ao assisti-lo me deparei mais com um "Crime Verdadeiro", ou seja, um filme que explora mais a própria busca pela verdade em torno da prisão de Gale do que propriamente seus pensamentos sobre pena de morte. Porém, descartando esta expectativa inicial que possuía, trata-se de um bom filme com alguns típicos defeitos do cinema hollywoodiano. É óbvio que a história da prisão de Gale possui uma verdade ainda não-revelada, que será exposta em seu derradeiro final. É óbvio também que isto ocorrerá numa reviravolta, que tem a intenção de surpreender o público. E, a partir do 2º dia da história, fica um tanto quanto óbvio também que reviravolta é esta que irá ainda acontecer. Ao menos até ali todas as pistas são dadas, resta ao espectador mais atento apenas encaixar as peças soltas. Porém trata-se de um filme bem dirigido e bem produzido, que conta com um elenco competente ao seu dispor. Quem se sai melhor é Kevin Spacey, apesar de aqui não brilhar como em alguns de seus principais filmes. A vida de Gale, narrada em flashbacks, é bem exposta e permite que o público compreenda bem o que o levou até seu estado no início do filme: a prisão. A única falha na história é o modo como Kate Winslet enfim descobre a verdade, um tanto quanto exagerada. Bom filme, que peca mais por se manter fiel ao estilo cinemão hollywoodiano ao invés de levantar questões para debate, como seria caso fosse mais voltado para o lado de Gale como militante contra a pena de morte."
PedroConrado
PedroConrado

70 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Previsto para inicialmente estrear ano passado, chegou nesse ano aos cinemas americanos o esperado "A vida de David Gale" do diretor Alan Parker (o mesmo de Evita) estrelando Kevin Spacey e Kate Winslet. O filme que inclusive estava nas previsões para "melhor filme" do ano que passou, teve uma estréia que não podia ser pior: 1 mês antes do Oscar, ou seja, sem ter tanta atenção assim, ainda foi massacrado pela crítica americana e faturou menos de 20 milhões de dólares. Muito ruim para um filme que custou mais que o dobro disso (50). Logo na entrada do mês de Abril para se ter uma idéia, ele estava em exibição em apenas 62 salas sendo que estreou em mais de 2000. 1 mês depois, eram apenas 3. Soube-se até que provavelmente pra tentar pagar o filme no exterior, Parker foi promovê-lo em alguns países europeus. O motivo das críticas ruins, pelo menos para mim, eram o tema: um renomado professor formado em Harvard (Kevin Costner) ativista contra a pena de morte é culpado pelo sistema por um crime que não cometeu, um estupro seguido de homícidio. Para provar sua inocência, conta com a ajudar e uma jornalista (Kate Winslet) que se comove com a estória dele e tenta investigar. A premissa pelo que tudo indicava era um crítica ontra o governo (se não me engano, há ainda uma piadinha envolvendo o partido republicano no início do filme). Pensando assim, achei todas as péssimas críticas recebidas pelo filme apenas um boicote: a mídia não poderia elogiar um filme que se opunha, ao melhor estilo Alan Parker, ao governo americano, em tempos de uma delicada guerra. Para ser ter uma noção: nenhum das maiores revistas especializadas em cinema nos EUA ou críticos de grandes jornais deram uma crítica positiva ao filme, no máximo umas 3 ou 4 mistas. Assistindo o filme percebi que o problema parecia não ser bem a guerra. De início, gostava bastante do filme. Pensava em dar quatro estrelas: o roteiro caminhava bem, as atuações excelentes e uma ótima direção de Parker que nunca exagerava. O que acontece é que passada a primeira hora de projeção (são poucos mais de duas) o filme se torna cansativo. Não era um grande problema, até tudo se desencaminhar. Para começar, vale falar do roteiro. O escritor é Charles Randolph, um estreante. Nem parecia de início já que o roteiro caminhava e se desenvolvia bem, mesmo sendo narrado de um forma um tanto quanto tradicional (a tal da jornalista vai a prisão entrevista o preso e ele lhe narra sua estória). O problema é que um poucos antes dos 30 minutos finais, Randolph perde a mão, foge do tema e acaba quase desperdiçando um roteiro (que é original) que ia caminhando bem, parecendo até adaptado de livro ou baseado em fatos reais. Nessa altura eu ainda dava quatro estrelas pro filme. O curioso é que era a única falha que não poderia se esperar de Randolph: ele é professor formado em Filosofia e nesse momento do filme, a trama deixar de aprofundar questões da vida, existenciais ou até mesmo criticar o sistema e vira um thriller policial protagonizado por Kate Winslet. E crime não é e nem era para ser o forte do filme que podia render mais. Com o roteiro ruim, Kate acaba deslizando na atuação tal como a mãe de Parker na direção. O filme acaba se arrastando um pouco mais que devia, possivelmente devido a este período. Nos últimos 10 ou 15 minutos o filme melhora, a trama policial (a aventura da personagem de Kate pra provar a inocência de Kevin) até empolga e o roteiro permite que Parker dê boas sacadas na direção para criticar o sistema. Tudo ocorria bem, eu já estava me convencendo de colocar quatro como cotação para o filme quando...Bom, não vou falar muito porque estragaria o filme pra quem assistir mas Parker tenta fazer uma outra crítica ao sistema de última hora. E essa crítica é feita como "elemento surpresa" e por isso não existe uma argumentação. Assim sendo, tudo que foi apresentado no filme todo fica relevante pela má idéia de Parker de deixar o espectador com a sensação de "Oh, como o sistema consegue enganar, até me enganou também". Comentando um pouco mais da parte técnica: além das boas atuações de Kevin Spacey (que teria inicialmente sua personagem interpretada por Nicolas Cage, que é inclusive um dos produtores do filme) e Kate Winslet, ainda há boas participações especiais de Laura Linney e Gabriel Mann. Antes de assistir, ainda visitei um site francês (o filme estreou por lá 3 semanas antes de que no Brasil) para comparar a nota dada ao filme. Me surpreendi com a cotação 2/4 já que como eu pensava que o filme fosse mal visto nos EUA devido a guerra, a França que era opositora do conflito devia gostar. Pelo visto, não era mesmo bem assim. No geral, é um bom filme, por enquanto ainda pode ficar entre os melhores do ano mas duvido muito que consiga alguma coisa no Oscar do ano que vem ou mesmo que mereça. Uma pena já que teve atores em boa atuação, um roteiro que caminha bem boa parte do filme e que podia render muito mais na mão de um diretor do porte de Alan Parker.
Daniel
Daniel

19 seguidores 95 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Essa Ellen nao sabe o que fala ! É um excelente filme, com uma boa direção , excelentes atuações por parte dos protagonistas,bem produzido, alem de ser uma estoria inteligentíssima, pois aborda um tema importante para a sociedade de uma forma que nao torna muito complicado o entendimento, conseguindo mesclar ao drama uma pitada de filme policial.
Iúri S.
Iúri S.

5 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de dezembro de 2014
Um filme fantástico, que está na lista dos melhores filmes assistidos como: "Um sonho de liberdade" e "A Espera de um Milagre". Os comentários abaixo já estão muito bem elucidados com as ideias que eu tive sobre o filme. Uma pena que não foi muito divulgado, e merece ser assistido por todos.
Mauricio Louz
Mauricio Louz

3 seguidores 58 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2025
Filme muito bem feito, realmente vale muito a pena de ser assistido uma história intrigante com um final surpreendente.
Marlon M.
Marlon M.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de março de 2013
Sem dúvidas um dos melhores filmes que já vi. um filme surpreendente, vale muito a pena ver!
Thaís R.
Thaís R.

4 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de setembro de 2015
um dos filmes mais sensacionais que já vi, muito indicado!!!
João Batista F.
João Batista F.

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de abril de 2013
O MELHOR QUE JÁ VI. Entenda somente um pouco sobre a história da pena de morte dos Estados Unidos e deixe-se levar pela trama, pela história e pela dedicação dos personagens em busca do objetivo principal, não importando o que precise ser feito para tal. Kevin Spacey é um dos melhores, sem sombra de dúvidas.
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