Bird Box Barcelona
Média
2,4
108 notas

17 Críticas do usuário

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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 879 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de abril de 2026
Caixa de pássaro Barcelona é um spin-off de Caixa de pássaros, e aconteceu 5 anos após o primeiro filme. A direção e roteiro ficou nas mãos de Álex Pastor e David Pastor. Vale lembrar que a produção é espanhola. Na trama, acompanhamos os eventos que causaram a aniquilação do mundo, sob os olhares da cidade de Barcelona. Assim, acompanhamos Sebastián (Mario Casas) e a sua filha Anna (Alejandra Howard) tentando sobreviver, mas logo percebemos que ao se aliarem a um grupo de sobreviventes quem realmente é a verdadeira ameaça. Antes de mais nada, achei super desnecessário um derivado de Bird Box , mesmo diante de ter sido um filme razoável, sem se arriscar no horror e deixar um suspense razoável. Entendo que esse filme tenha surgindo numa época ( ainda hj continua assim) de franquias, derivados e continuações de filmes e séries que nunca deveriam ser revisitadas. Por mais que a premissa dessa filme tenha sido mais inovadora do que o primeiro filme, pois ela nos coloca diante dos olhos de uma pessoa que está contamida ou videntes( viu as criaturas) e finalmente descobrimos a sua motivação. Mas o filme vai se perdendo em explicações que mais causam confusões do que soluções. O roteiro trabalha novamente com 2 linhas temporárias, mas dessa vez contamos com o presente na qual Sebastián está a procura de um grupo e do passado, mostrando o início de tudo. Embora achei desnecessário essa segunda narrativa, pois logo no início do filme temos um interessante plot referente a filha de Sebastián, e isso torna desnecessário toda a história do passado. Com isso, o filme poderia ate ficar mais curto, ou poderia introduzir mais profundidade aos personagens, inclusive a própria Sofia (Naila Schuberth), que tem um certa relevância a trama por ser uma ligação emocional e afetiva com o Sebastián. A direção teve os mesmos problemas do primeiro filme, em colocar um suspense efetivo sem mostrar demais. Acabou nao conseguindo, e tornou-se repetido as cenas em que o suposto mostro aparece. Até teve cena que acompanhamos o olhar da criatura em primeira pessoa. Por falar nessa cena, que é a cena da torre, já perto do final é uma cena forçada demais, parece que existe uma escolha em quem vai ser "tocado" pela criatura ou não, tirando todo a construção feita no primeiro e nesse próprio filme até então ( sabemos que se tirar o lenço e olhar, pronto se ta morto, mas nessa cena em especial não). Ficou muito repetitivo as cenas de aparição de Anna, entendemos que as criaturas usam alguém com forte ligação afetiva para fazer com que as pessoas tirem a venda, mas ver Anna falando as mesmas coisas o tempo todo foi muito chato. O desfecho abre espaço para mais filmes, uma vez que estão tentando uma cura, mas sinceramente, espero que acabe por aqui.
Babe Diego
Babe Diego

2 seguidores 120 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
O filme é lento porque na maior parte do tempo os personagens estão vendados. Não há inovações aqui. O aspecto distópico está muito mais evidente, mas os dramas são realmente rasos. Em nenhum momento se tem respostas sobre esses fenômenos assustadores e misteriosos que varreram o mundo. O melhor que o filme nos oferece são especulações inúteis que, quando não são delirantes, são infantis.

Física quântica? É assim que eles querem explicar as criaturas mortais? Em uma cena, as aparições são descritas pelos personagens como intervenção divina. Em outro momento, como seres alienígenas super avançados. Mas nenhuma dica significativa é dada. Nenhuma sugestão ou revelação é feita.

Dizer que o filme é raso seria incoerente, porque muitos filmes rasos ainda são divertidos. Dessa vez, vemos uma trama confusa e circular, permitindo várias interpretações distintas, mas sem que possam ser sólidas porque o roteiro não incorpora qualquer ponto de referência, tornando a trama insustentável. É perda de tempo.

O que poderia salvar o filme seria o terceiro ato, já que desemboca em um final feliz clássico cheio de esperança e com elementos sci-fi realmente convincentes. Mas, como esperado, nada disso resolve o dilema dos personagens e a história acaba com ainda mais mistério do que quando começou. O resultado é um filme feito apenas para entreter, autocentrado no qual nada faz sentido. Muito pior do que o primeiro.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Embora ofereça uma nova perspectiva e boas atuações, o filme não se distancia o suficiente do original, resultando em uma experiência que pode parecer repetitiva e desnecessárias.
"Bird Box Barcelona" expande o universo do filme original, oferecendo uma nova perspectiva ambientada na Espanha. A atuação de Mario Casas como Sebastián é convincente, trazendo profundidade ao personagem. A direção dos irmãos Pastor mantém a tensão e o suspense, embora o filme apresente algumas semelhanças com seu antecessor, o que pode dar uma sensação de repetição. A ambientação em Barcelona adiciona um charme europeu, diferenciando-o do original.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 480 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de julho de 2024
 ⚠ TEM SPOILERS ⚠ 

Bird Box Barcelona - 2023

"Bird Box Barcelona" é um filme espanhol original Netflix escrito e dirigido por Álex e David Pastor (ambos diretores e roteiristas dos longas "Vírus", de 2009, e "A Casa", de 2020). O longa-metragem é considerado um spin-off do filme "Bird Box" de 2018, que por sua vez é uma adaptação do romance de mesmo nome de Josh Malerman de 2014. O filme segue Sebastián (Mario Casas) e sua filha Anna (Alejandra Howard) iniciando sua própria grande aventura de sobrevivência em Barcelona depois que uma entidade de origem misteriosa aniquila a população mundial, fazendo com que aqueles que a observam tirem suas vidas.

Primeiramente eu preciso citar que eu já li os dois livros de Josh Malerman, "Bird Box" e "Malorie", e já assisti a adaptação da Netflix lá em dezembro de 2018 (e revi recentemente após ter terminado a leitura dos livros). Como já é de praxe, os livros que compõem o universo de "Bird Box" são muito bons, trazem histórias muito boas e são muito bem narrados. "Bird Box" por exemplo traz uma história envolvente, obscura, sombria, mórbida, pois estamos falando de um suspense onde muita das vezes se torna um terror psicológico, sobrenatural, sempre envolto no mistério, no medo, na agonia e na angustia. Já em "Malorie" não temos o mesmo suspense e o mesmo pânico do livro anterior, pois a história em si é mais pautada no acolhimento familiar, no drama familiar, que envolve justamente a Malorie e seus dois filhos já adolescentes. Porém, o que deixa os dois livros muito bons é o fato da história do primeiro ser uma continuação direta no segundo e ambas se interligarem.

Já o filme da Susanne Bier obviamente é adaptado do primeiro livro de Josh Malerman, que tem ali a sua essência, a sua ideia, a sua premissa, porém o filme segue por um outro caminho, tomando outro rumo e modificando grande parte da história em relação ao livro. Por mais que muitas coisas do livro foi deixado de fora no filme, o que naturalmente sempre acontece na maioria das adaptações. Porém, o filme conseguiu contar a história do livro, conseguiu entregar a proposta do livro, conseguiu transmitir um pouco do suspense, do mistério e do terror presentes no livro.

Obviamente por já ter lido os livros e já ter assistido ao filme, seria natural que eu me interessasse em assistir esta nova versão espanhola de "Bird Box", que chega ao catálogo da Netflix quase cinco anos depois da estreia daquele que foi um sucesso com a Sandra Bullock.
"Bird Box Barcelona" é um filme independente de todo o universo anterior, ou seja, não é uma adaptação e sequer segue algum dos livros de Josh Malerman, e não é uma continuação do filme de 2018. A única coisa que interliga a história de "Bird Box Barcelona" é a sua temática, que obviamente é pautada no suspense e terror pós-apocalíptico presentes nesse universo. Outro ponto é o fato que nessa versão temos uma variação de localidade, cenários e línguas, e nos mostra como o caos estava instalado em todo o planeta atingindo também a Europa e não somente nos EUA. Porém, vale ressaltar que "Bird Box Barcelona" se torna mais interessante se você viu o primeiro filme, apesar de não haver nenhuma conexão direta com a história da personagem de Sandra Bullock, mas valerá pela experiência que você vai adquirir desse universo.

Quando eu decidi assistir "Bird Box Barcelona" eu já fui com zero expectativas, dessa forma aconteça o que acontecesse eu não iria me decepcionar, já que eu não esperava nada do filme, e foi dito e feito. Temos aqui mais um daquele velho caso de filme completamente desnecessário, infundado, dispensável, inexplicável, injustificável e inaceitável. O longa tenta recriar a mesma história só que dessa vez em um outro território com novos personagens, novos acontecimentos, apostando em um novo roteiro que irá diversificar uma parte da história que já conhecemos. Dessa vez a ameaça não é somente as criaturas que não podem serem vistas, mas temos novas variações que são denominadas como videntes, que são aquelas pessoas que já conseguiram olhar para as criaturas mas não enlouqueceram ao ponto de se suicidarem (como normalmente acontece). Aqueles que já viram as criaturas e sobreviveram são chamados de videntes, sendo assim esses videntes acreditam que, ao obrigarem as pessoas que ainda não viram as criaturas a verem, estão salvando suas almas.

Esta é a brilhante ideia que este roteiro decidiu se apegar para nos contar este spin-off do universo de "Bird Box". De acordo com a explicação dada sobre o que são esses videntes, temos o personagem Sebastián, que é um desses videntes. Sebastián é uma espécie de emissário das criaturas para fazer as pessoas olharem para elas e se matarem, e cada vez que ele mostra as criaturas a uma pessoa, quando elas se matam, ele vê uma luz saindo de dentro dela e subindo para o céu.

Logo no início do filme temos uma cena em que o Sebastián é atacado por uma gangue de ladrões cegos, e logo após o ataque ele pensa em revidar contra aquela gangue. No entanto, sua filha Anna o faz mudar de ideia, o que inicialmente nos faz pensar que ela agiu assim unicamente pensando em proteger o pai. Com o passar do tempo nos é revelado que a esposa de Sebastián havia morrido em um acidente de carro logo no começo desse apocalipse, e sua filha Anna havia sido capturada pelo Padre Esteban (Leonardo Sbaraglia), o líder dos videntes, que força Anna a ver as criaturas. Diante dessa situação a filha de Sebastián tira a própria vida se jogando de cima de um prédio e ele por sua vez, passa a enxergar as criaturas como anjos. Sendo assim, desde o início só o Sebastián conseguia ver a Anna, já que ela estava morta e era uma das criaturas que usava o Sebastián para atrair as próximas vítimas para esse sistema de purificação de almas.

Anna coloca o Sebastián como um pastor de libertação das ovelhas perdidas na missão de purificação de suas almas. Ele é o libertador das almas pecadoras impuras, e quando elas se matam elas estão livres e perdoadas. E o mais bizarro foi a forma que usaram para convencer o Sebastián nessa sua missão de salvação, que assim ele teria a oportunidade de se reunir outra vez com a sua família que havia morrido. Porém, ele logo começa a desconfiar de sua missão e se questionar se essas criaturas são mesmo anjos. Por fim o Sebastián se questiona se ele é realmente o Pastor ou o lobo, o que o faz entrar em uma crise de consciência após ele ver o Octavio (Diego Calva) tirando sua própria vida e aquela famosa luz não sair do corpo dele. Sendo assim ele decidi ajudar a Claire (Georgina Campbell) e a Sofia (Naila Schuberth) a chegarem por meio do teleférico ao Montjuïc, um local de sobreviventes monitorados pelo governo, e também é o lugar para onde a mãe de Sofia pretendia leva-lá antes de se separar dela.

No final do filme vemos que os sobreviventes de Montjuïc estão coletando sangue de videntes e inserindo em ratos de laboratório para criar uma vacina contra os efeitos que as criaturas tem nos seres humanos. Ou seja, é aquele famoso final clichê de filmes pós-apocalípticos, que mistura "Bird Box" com "Eu Sou A Lenda" (2007).

Sendo bem sincero, o filme "Bird Box" só fez o sucesso que fez em sua época unicamente pela presença da protagonista que era ninguém menos que a Sandra Bullock, que é uma atriz extremamente conhecida e renomada (além de outros nomes do elenco que também são conhecidos e renomados). Agora uma coisa que eu não entendo, é o fato do filme ter feito o sucesso que fez, com base em críticas positivas e negativas, e não pegarem o segundo livro como base de adaptação para uma sequência direta do primeiro filme, o que seria o certo a se fazer, uma vez que ainda cogitavam uma sequência para o universo de "Bird Box". A Netflix simplesmente decidi abandonar esta opção, que seria a mais inteligente, e trazer um spin-off do universo de "Bird Box" em Barcelona com um elenco mais desconhecido, em relação ao elenco do primeiro filme.

Sinceramente eu não sei o que se passa na cabeça dos produtores da Netflix, para decidir idealizar um novo filme de "Bird Box" totalmente fora dos moldes do seu antecessor. Decidiram não contratar a Sandra Bullock novamente para dar continuidade para sua personagem Malorie dentro de uma adaptação do seu próprio livro que leva o seu nome, e projetaram um "Bird Box" em Barcelona agora com o protagonista sendo o ator espanhol Mário Casas ("Um Contratempo", de 2016).

Apesar de ter gostado bastante dos dois livros do universo de "Bird Box", e reconhecer que a adaptação de 2018 não é inteiramente ruim; este "Bird Box Barcelona" é simplesmente horrível, péssimo, grotesco, pavoroso, que entra na lista daquelas famosas bombas que só a Netflix consegue projetar. Um filme sem pé e sem cabeça, que parte do nada para lugar nenhum, com um roteiro absurdamente infundado, estúpido, incoerente, mal escrito, mal pensado, mal idealizado, que tenta surpreender ao trazer esta espécie de seita para a história na tentativa de causar impacto. O roteiro de "Bird Box Barcelona" é um roteiro completamente falho, sem substância, artificial, genérico, clichê, vazio, sem fundamento, onde incialmente temos um personagem que facilmente podemos encarar como o vilão daquela história, mas depois por mais que o roteiro queira te enfiar goela abaixo os propósitos desse personagem para ele estar agindo assim, você ainda não consegue comprar a ideia do roteiro e ainda termina o considerando o vilão da história.

"Bird Box Barcelona" não funciona como terror, não funciona como suspense, não funciona como drama, não funciona como mistério, não funciona como um sci-fi, não consegue te levar ao terro psicológico, não te deixa incomodado. Ao longo do filme ele não te causa nenhuma reação, você pouco está ligando para a história, para os personagens, por sinal os personagens tem uma alta carga de burrice e estupidez. Sem falar falar que aqui é aquele caso em que você não cria nenhuma empatia por ninguém, não simpatiza por ninguém, não se importa por ninguém (ao contrário do filme de 2018, onde em todos os momentos eu me pegava sufocado e preocupado com as crianças da Malorie), se todo elenco morrer você irá esboçar zero reação, por mais que ainda tenha a personagem Sofia.

Não tenho absolutamente nada a destacar do elenco de "Bird Box Barcelona", muito pelo contrário, eu considero um elenco péssimo, genérico, que não entregaram nada em questão de atuação. E olha que esta é uma temática que poderia até facilitar uma boa interpretação dramática mais voltada para o terror. Porém, nem assim nenhum dos atores e atrizes se sobressaíram que mereçam um pequeno destaque aqui, pois sinceramente me pareciam mais atuações automáticas. O ator Mário Casas foi o que mais se mostrou esforçado, e teve algumas cenas até interessantes aqui e acolá, mas como um todo eu achei a sua atuação muito caricata. Mário Casas é um bom ator, mas este personagem é muito ruim.

Tecnicamente até dá para destacar os cenários pós-apocalípticos, que ficaram muito bons e deu toda a essência que o longa precisava para uma história dentro dessa temática. O mesmo vale para a fotografia, que também conseguiu se destacar. Não posso dizer o mesmo da trilha sonora, já que eu achei bem genérica. A direção dos irmãos Pastor é bem modesta, acredito que faltou um pouco mais de ousadia para eles. A montagem e edição do filme é muito sofrível, pois a forma como idealizaram a mescla entre fatos presentes e fatos em flashbacks ficou extremamente ruim. E o longa-metragem ainda contou com a Susanne Bier (diretora do primeiro filme) na produção, juntamente com o autor Josh Malerman, que mesmo que o filme não tenha seguido o seu livro, mas ele participou do desenvolvimento do roteiro.

Por fim: "Bird Box Barcelona" é um filme completamente desnecessário e dispensável, que sequer deveria ter existido. Acredito que a Netflix quis lucrar mais um pouco dessa fonte e optou por reviver este universo com uma produção completamente ridícula e pavorosa. Porém, vindo da Netflix podemos esperar produções desse nível de qualidade cinematográfica, isso já não me surpreende mais. Agora é aguardar se vão decidir adaptar o livro "Malorie".

Eu encerro afirmando que "Bird Box Barcelona" é tão ruim, tão falho, tão grotesco, tão desnecessário, ao ponto de você considerar o primeiro filme como uma obra-prima da adaptação literária, caso você queira compará-lo com este aqui.

- 19/07/2024
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 468 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de março de 2024
A premissa apresentada revela-se interessante e até inovadora para a franquia, contudo, a narrativa parece apressar-se ao transitar o protagonista de vilão a herói, além de introduzir personagens pouco cativantes.

Os personagens em destaque carecem de profundidade e carisma, inclusive Claire, que compartilha o protagonismo com Sebastian, o único personagem capaz de despertar empatia na audiência.

Acredita-se que ao concentrar-se exclusivamente em Sebastian, o enredo poderia adquirir uma dinâmica mais envolvente e, consequentemente, elevar a qualidade do filme, embora ainda distante de superar seu antecessor.
Uriel Falcão
Uriel Falcão

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2023
O filme é bom. Não é grande coisa, mas dentro da proposta, é melhor que o primeiro. O filme conta a situação por uma outra perspectiva. Quando não tiver nada pra fazer, assiste.

Obs: Não ligue pros haters e plantão não; da boca desse povo tudo sai em exagero. A vdd é que o filme não é uma obra de arte, mas tbn não é um lixo, como muitos aqui tão falando. Dou uma nota 6 de 10
Tógas
Tógas

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de julho de 2023
Se for assistir, coloque uma venda nos olhos... quem sabe assim fique mais interessante... filme deixou mto a desejar.
Elton 05
Elton 05

7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de julho de 2023
Vi diversas opinioes falando que o filme era péssimo. entao ja fui assistir com expectativas baixas. E me surpreendi positivamente. com certeza está abaixo do primeiro filme mas esta longe de ser a porcaria que estão pintando. eu gostei bastante e dou um 3.5 pra 4.0 facil
Seii7i
Seii7i

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de julho de 2023
Nós acabamos de assistir e na verdade nós é que gostaríamos de estarmos vendados para não ter que assistir essa porcaria fp
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de julho de 2023
Apesar de ter algumas cenas legais, com alguns pontos de Barcelona e de como a cidade ficou destruída, o roteiro deixa bastante a desejar, nada de relevante nessa trama preguiçosa.
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