Guerreiras do K-Pop
Média
4,2
265 notas

90 Críticas do usuário

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Rafael Hyppolito
Rafael Hyppolito

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de julho de 2025
Estava com muito preconceito para ver esse filme, por conta de ser K-pop e eu não gostar, mas quando dei uma chance me surpreendi, e fiquei feliz, pra mim esse filme é o verdadeiro significado de não julgue um livro pela capa, história interessante, dublagem divertida, a quimica entre ALGUNS funciona, a musica: "Serei seu astro", admito, é boa, mas tem outra músicas que não dá, e esse pra mim é o maior erro do filme, e ele estraga um pouco pra mim, por exemplo a música, meu pequeno guaraná, tem quem goste, mas pra mim é MUITO RUIM essa musica, mas o filme é bom, e gostei também do estilo de animação e fico feliz de ver que alguns estudios de animação estao tentando fazer algo diferente, nota
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 476 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2025
Em um mercado saturado de animações que buscam repetir fórmulas já consagradas, Guerreiras do K-Pop surgiu como uma das maiores surpresas do ano. O longa não apenas conquistou números impressionantes na Netflix — ultrapassando títulos badalados como Alerta Vermelho e Projeto Adam — como também se consolidou como o filme original mais assistido da plataforma até hoje. Mas o fenômeno vai além da estatística: a produção dirigida por Chris Appelhans e Maggie Kang consegue unir técnica, carisma e identidade cultural em um espetáculo que dialoga com o público de diferentes formas, seja pelo entretenimento vibrante, seja pelo mergulho na cultura pop sul-coreana. A primeira grande força do filme está justamente em sua animação. Desde Homem-Aranha no Aranhaverso, tornou-se inevitável a comparação com qualquer obra que experimente hibridizações visuais entre 2D e 3D. Algumas produções caíram na armadilha da mera cópia; outras, como Guerreiras do K-Pop, buscaram transformar essa influência em algo com personalidade própria. Aqui, o visual não se limita ao impacto estético: cada cena utiliza cores saturadas, explosões de neon e movimentos fluidos que não só impressionam, como também dialogam diretamente com o universo do K-Pop, um gênero musical reconhecido por sua energia, plasticidade e intensidade visual. O resultado é uma obra que mistura espetáculo gráfico com assinatura cultural, transmitindo frescor até para quem não tem qualquer familiaridade com esse universo. O grande trunfo é que essa estética não se perde em excesso. A direção não se contenta em encher a tela de cores e brilhos; há uma lógica narrativa por trás da escolha de tons e estilos. Sequências de batalhas são intensificadas pelo neon, expressões caricatas evocam referências de animes e ilustrações tradicionais reforçam a identidade oriental que atravessa toda a obra. Essa mescla de influências constrói uma linguagem própria, capaz de se comunicar com públicos distintos e, principalmente, de se destacar em um cenário competitivo. É legítimo afirmar que estamos diante de um dos trabalhos visuais mais bem-acabados do ano. Mas o filme não se sustenta apenas pelo que se vê. O que surpreende é o modo como a música se torna parte essencial da narrativa. Em muitos musicais, as canções surgem como interrupções: momentos artificiais que, embora cativantes, pouco acrescentam à trama. Guerreiras do K-Pop subverte essa lógica. A trilha sonora — composta exclusivamente por três integrantes do grupo TWICE — não é mero adorno, mas a espinha dorsal da história. As músicas não só marcam ritmo e emoção, como se transformam em ferramentas narrativas, diálogos e até armas dentro da mitologia criada para o longa. A música aqui é literalmente protagonista. E é exatamente esse aspecto que torna o filme tão acessível. Mesmo quem torce o nariz para musicais ou não tem contato com o K-Pop consegue encontrar sentido nas canções, já que elas não estão ali como espetáculo isolado, mas como motor que faz a história avançar. O próprio conceito de “carta de amor ao K-Pop”, citado pela diretora Maggie Kang em entrevistas, ganha vida na tela: não é apenas homenagem, mas celebração orgânica de um fenômeno cultural. O espectador pode até sair da sessão cantarolando, mesmo sem ser fã do gênero. Claro que a estrutura narrativa não é perfeita. O roteiro de Danya Jimenez e Hannah McMechan acerta em criar uma mitologia envolvente, mas acaba tropeçando na distribuição do enredo. O primeiro ato despeja uma avalanche de informações, estabelecendo universo, regras e personagens em ritmo acelerado. Funciona para prender a atenção, mas deixa pouco espaço para aprofundar conflitos. Já o segundo ato, ao tentar abrir novas tramas paralelas, introduz subplots que não recebem o desenvolvimento necessário. Quando chega ao clímax, o filme sofre com a pressa: o embate final com os antagonistas parece atropelado, quando claramente havia material para estender a experiência em mais 20 ou 30 minutos. Essa sensação de aceleração acaba refletindo também nas personagens. Rumi, Mira e Zoey são apresentadas como um trio coeso, mas apenas uma delas se consolida como protagonista central, recebendo maior espaço dramático. As demais, por vezes, acabam relegadas ao papel de apoio emocional ou de alívio cômico. A química do grupo é inegável, mas a falta de equilíbrio no desenvolvimento narrativo gera uma pequena frustração, já que havia potencial para explorar cada uma delas de forma mais rica. Ainda assim, esses deslizes não diminuem o impacto do filme. Pelo contrário, apenas reforçam o quanto ele consegue se sustentar mesmo quando não atinge todo o seu potencial. Guerreiras do K-Pop é um exemplo de obra que sabe usar suas virtudes — visual vibrante, identidade cultural marcante e uso criativo da música — para envolver o público e fazer esquecer as imperfeições. É entretenimento puro, mas também é uma porta de entrada para um universo que muitos ainda desconhecem. Mais do que um sucesso de audiência, o filme é um marco simbólico. Mostra que animações musicais ainda podem conquistar multidões, mesmo em tempos em que há resistência a esse formato. Mostra também que o K-Pop, fenômeno que já ultrapassou fronteiras geográficas e linguísticas, ainda tem espaço para novas formas de representação cultural. Ao unir esses elementos em um pacote divertido e cativante, Guerreiras do K-Pop não só se justifica como fenômeno da Netflix, como também abre caminho para produções que ousam misturar música, cultura e espetáculo visual sem medo de parecer diferentes. Em resumo, Guerreiras do K-Pop é uma das grandes surpresas do ano. Uma animação que conquista pela ousadia estética, pela energia contagiante da música e pelo respeito com que trata a cultura que representa. Não é perfeita, mas é inesquecível. Um daqueles filmes que provam que entretenimento e autenticidade não precisam estar em lados opostos.
Mhyo
Mhyo

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de julho de 2025
Achei o filme meio forçado,com as piadas e tal, só que é um bom entreterimento e uma animação muito bem feita, além de que tem as divas do Twice. O plot do filme é revelado nos primeiros minutos do filme, isso deixou muito previsível o final, seria melhor se demorasse um pouco mais. A lição de moral é boa, até parece q o filme foi feito por um religioso pq mostra o demonio chamando as pessoas pra eles e tal ;-; mas é decente o filme
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de abril de 2026
Uma animação com gráficos até interessantes, mas seu roteiro é muito meia boca, uma mistura exagerada de suspense animas góticos com musical e não foi bem sucedida, se apoiando na canção que foi forte em todo o mundo.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de dezembro de 2025
Para mim esse filme foi surpreendentemente bom.
Normalmente essas animações trazem uma lição mais forte e nesse filme a lição é sobre aceitação.
No mais, ritmo bom do filme, divertido, traz momentos pra pensar e pra se encantar.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 501 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de maio de 2026
"Guerreiras do K-Pop" se destaca pela sua animação vibrante, que combina o estilo 2D com influências do anime de maneira eficaz. As cores são intensas e cativantes, transmitindo a aura energética e dinâmica do K-pop. A estética visual é, sem dúvida, uma das principais forças do filme, proporcionando uma experiência visual envolvente que atrai o público logo de início. Esta escolha estilística não apenas reflete a cultura pop a que se propõe homenagear, mas também ajuda a construir um mundo de fantasia que, embora seja fantasioso, se sente autêntico às raízes da narrativa.

Um ponto notável é o desenvolvimento dos personagens, em especial as integrantes Mira e Zoey. Essas personagens mereciam mais destaque e tempo de tela, já que acabam sendo eclipsadas pela protagonista Rumi. Essa dinâmica pode deixar a sensação de que a riqueza da narrativa foi subaproveitada. Um equilíbrio mais equitativo entre os membros do grupo poderia ter acrescentado uma profundidade sócio-emocional mais satisfatória à história, permitindo que os temas de amizade e colaboração fossem explorados de forma mais abrangente.

O roteiro, co-escrito pela equipe criativa, apresenta uma premissa intrigante que combina a vida dupla das protagonistas como caçadoras de demônios e estrelas do K-pop. No entanto, a execução dessa narrativa poderia ter sido mais refinada. Alguns espectadores podem sentir que a trama, em certos momentos, se perde em clichês e enredos previsíveis, o que diminui a surpresa e o engajamento emocional. A tentativa de equilibrar elementos de ação com as dinâmicas de um grupo musical é uma ideia ambiciosa, mas a falta de um desenvolvimento coeso pode deixar a história fragmentada.

A trilha sonora, composta por Marcelo Zarvos e enriquecida por várias canções originais, é outro ponto positivo do filme. Ela capta a essência do K-pop, oferecendo uma experiência auditiva envolvente. Músicas que se destacam em momentos chave complementam as sequências de ação e emoção, tornando-as memoráveis.

"Guerreiras do K-Pop" possui várias qualidades, especialmente em termos de animação e músicas. No entanto, a falta de desenvolvimento equilibrado entre os personagens e alguns aspectos narrativos não explorados arrastam o filme, o que poderia ter elevado ainda mais sua execução. A experiência é, portanto, divertida e visualmente encantadora, mas sente-se um pouco aquém das ambições que apresenta.
Vislei
Vislei

100 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de dezembro de 2025
gostei, vim assistir por conta da música Golden, que é um single do grupo do filme, que ouvi no anúncio no Spotify, descobri o nome, ouvi muito e quis ver o filme.
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