Guerreiras do K-Pop
Média
4,3
226 notas

83 Críticas do usuário

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Joseph Nicolas
Joseph Nicolas

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5,0
Enviada em 21 de junho de 2025
✨ Avaliação do Filme "K-Pop Demon Hunters" – Netflix ✨

Confesso que comecei a assistir sem criar muitas expectativas, principalmente por ser uma animação e ter K-Pop no enredo, que até então não fazia muito meu estilo. Mas, surpresa total!  A Netflix simplesmente foi cirúrgica na escolha desse projeto, e quando a gente vê que é uma produção do Sony Pictures Animation, já sabe que vem coisa de altíssimo nível!

O filme é simplesmente PERFEITO! 勺 A história é muito bem construída, focada no grupo principal de caçadoras de demônios, trazendo ainda um plot incrível: uma das integrantes é meio demônio! Isso deixou tudo ainda mais interessante e cheio de reviravoltas.

Eu fiquei 100% preso do começo ao fim, sem nem perceber o tempo passar. A trilha sonora, como não poderia faltar, é um show à parte!  As músicas são viciantes, animadas, grudam na cabeça, e ainda contam com a participação e composição do grupo Twice, que foi simplesmente a cereja do bolo. ✨

O final, então, deixou meu coração disparado!  Aquele gancho com as três novas meninas, que futuramente se tornarão as protetoras do Grinrum, me deixou com uma expectativa enorme de que vem continuação por aí — e tomara que venha mesmo, porque esse universo tem MUITO mais pra entregar.

Sem dúvidas, essa foi a melhor animação que a Netflix já produziu até hoje!  Uma obra divertida, estilosa, cheia de ação, representatividade e música boa. E olha… entrou diretamente para a minha lista de favoritos da vida!

✨ Parabéns, Netflix e Sony Animation! Acertaram em cheio! Quero mais, MUITO MAIS! 勺
herika
herika

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de junho de 2025
PERFEITO.
Se tem a sony envolvida ja sabemos q é bom.
spoiler: Pena que o carinha la morreu
.
Acho que não tera um segundo filme, o fim ficou por ali mesmo.
Eu ja fui army na adolescência, pra mim foi uma fase, PRA MIM. Me senti representada em algumas partes. E realmente as músicas, os rostinhos bonitos te prendem como magia.
Letícia Emanuelle Gomes Pires
Letícia Emanuelle Gomes Pires

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de junho de 2025
Um filme muito bom com músicas muito boas, não tem muito o que falar além de que você precisa ver pra saber
Raphael Vinícius
Raphael Vinícius

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de junho de 2025
N dava nada nesse filme não, me surpreendeu as músicas é daora, queria que mostrassem mais dos demônios só aparece praticamente o protagonista da boyband, mas é muito bom, quero o filme 2
Ananda Kethlyn
Ananda Kethlyn

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de junho de 2025
Eu amei o filme ❤️ já quero o 2 kkkkkkkkk
Spoiler: quero o jinu e a rumi juntos urgente se ele morreu ressuscita ele ou q ele só esteja preso no submundo kkkkkkkkk
Giovanna Ventura
Giovanna Ventura

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de junho de 2025
AMEI, músicas boas, o design é lindo da animação, tem personagens lindos e interessantes. Quero continuação urgente, não aceito esse final
ERICK DAVVIDD
ERICK DAVVIDD

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de junho de 2025
Muito bom passa tempo tem uma história boba mais tem uma lição interessante e chega a ser profunda dependendo da sua personalidade ou vivência de cultura
Rafael Hyppolito
Rafael Hyppolito

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de julho de 2025
Estava com muito preconceito para ver esse filme, por conta de ser K-pop e eu não gostar, mas quando dei uma chance me surpreendi, e fiquei feliz, pra mim esse filme é o verdadeiro significado de não julgue um livro pela capa, história interessante, dublagem divertida, a quimica entre ALGUNS funciona, a musica: "Serei seu astro", admito, é boa, mas tem outra músicas que não dá, e esse pra mim é o maior erro do filme, e ele estraga um pouco pra mim, por exemplo a música, meu pequeno guaraná, tem quem goste, mas pra mim é MUITO RUIM essa musica, mas o filme é bom, e gostei também do estilo de animação e fico feliz de ver que alguns estudios de animação estao tentando fazer algo diferente, nota
Nelson J
Nelson J

50.811 seguidores 1.938 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de setembro de 2025
Diversão deliciosa, com muita cor, música e ritmo frenético. Nossas heroinas lutam contra o mal, mesmo com sua líder tendo uma parte dele. Uma aventura de afirmação da identidade e luta para seguir o bom caminho. Não perca!
NerdCall
NerdCall

46 seguidores 405 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2025
Em um mercado saturado de animações que buscam repetir fórmulas já consagradas, Guerreiras do K-Pop surgiu como uma das maiores surpresas do ano. O longa não apenas conquistou números impressionantes na Netflix — ultrapassando títulos badalados como Alerta Vermelho e Projeto Adam — como também se consolidou como o filme original mais assistido da plataforma até hoje. Mas o fenômeno vai além da estatística: a produção dirigida por Chris Appelhans e Maggie Kang consegue unir técnica, carisma e identidade cultural em um espetáculo que dialoga com o público de diferentes formas, seja pelo entretenimento vibrante, seja pelo mergulho na cultura pop sul-coreana. A primeira grande força do filme está justamente em sua animação. Desde Homem-Aranha no Aranhaverso, tornou-se inevitável a comparação com qualquer obra que experimente hibridizações visuais entre 2D e 3D. Algumas produções caíram na armadilha da mera cópia; outras, como Guerreiras do K-Pop, buscaram transformar essa influência em algo com personalidade própria. Aqui, o visual não se limita ao impacto estético: cada cena utiliza cores saturadas, explosões de neon e movimentos fluidos que não só impressionam, como também dialogam diretamente com o universo do K-Pop, um gênero musical reconhecido por sua energia, plasticidade e intensidade visual. O resultado é uma obra que mistura espetáculo gráfico com assinatura cultural, transmitindo frescor até para quem não tem qualquer familiaridade com esse universo. O grande trunfo é que essa estética não se perde em excesso. A direção não se contenta em encher a tela de cores e brilhos; há uma lógica narrativa por trás da escolha de tons e estilos. Sequências de batalhas são intensificadas pelo neon, expressões caricatas evocam referências de animes e ilustrações tradicionais reforçam a identidade oriental que atravessa toda a obra. Essa mescla de influências constrói uma linguagem própria, capaz de se comunicar com públicos distintos e, principalmente, de se destacar em um cenário competitivo. É legítimo afirmar que estamos diante de um dos trabalhos visuais mais bem-acabados do ano. Mas o filme não se sustenta apenas pelo que se vê. O que surpreende é o modo como a música se torna parte essencial da narrativa. Em muitos musicais, as canções surgem como interrupções: momentos artificiais que, embora cativantes, pouco acrescentam à trama. Guerreiras do K-Pop subverte essa lógica. A trilha sonora — composta exclusivamente por três integrantes do grupo TWICE — não é mero adorno, mas a espinha dorsal da história. As músicas não só marcam ritmo e emoção, como se transformam em ferramentas narrativas, diálogos e até armas dentro da mitologia criada para o longa. A música aqui é literalmente protagonista. E é exatamente esse aspecto que torna o filme tão acessível. Mesmo quem torce o nariz para musicais ou não tem contato com o K-Pop consegue encontrar sentido nas canções, já que elas não estão ali como espetáculo isolado, mas como motor que faz a história avançar. O próprio conceito de “carta de amor ao K-Pop”, citado pela diretora Maggie Kang em entrevistas, ganha vida na tela: não é apenas homenagem, mas celebração orgânica de um fenômeno cultural. O espectador pode até sair da sessão cantarolando, mesmo sem ser fã do gênero. Claro que a estrutura narrativa não é perfeita. O roteiro de Danya Jimenez e Hannah McMechan acerta em criar uma mitologia envolvente, mas acaba tropeçando na distribuição do enredo. O primeiro ato despeja uma avalanche de informações, estabelecendo universo, regras e personagens em ritmo acelerado. Funciona para prender a atenção, mas deixa pouco espaço para aprofundar conflitos. Já o segundo ato, ao tentar abrir novas tramas paralelas, introduz subplots que não recebem o desenvolvimento necessário. Quando chega ao clímax, o filme sofre com a pressa: o embate final com os antagonistas parece atropelado, quando claramente havia material para estender a experiência em mais 20 ou 30 minutos. Essa sensação de aceleração acaba refletindo também nas personagens. Rumi, Mira e Zoey são apresentadas como um trio coeso, mas apenas uma delas se consolida como protagonista central, recebendo maior espaço dramático. As demais, por vezes, acabam relegadas ao papel de apoio emocional ou de alívio cômico. A química do grupo é inegável, mas a falta de equilíbrio no desenvolvimento narrativo gera uma pequena frustração, já que havia potencial para explorar cada uma delas de forma mais rica. Ainda assim, esses deslizes não diminuem o impacto do filme. Pelo contrário, apenas reforçam o quanto ele consegue se sustentar mesmo quando não atinge todo o seu potencial. Guerreiras do K-Pop é um exemplo de obra que sabe usar suas virtudes — visual vibrante, identidade cultural marcante e uso criativo da música — para envolver o público e fazer esquecer as imperfeições. É entretenimento puro, mas também é uma porta de entrada para um universo que muitos ainda desconhecem. Mais do que um sucesso de audiência, o filme é um marco simbólico. Mostra que animações musicais ainda podem conquistar multidões, mesmo em tempos em que há resistência a esse formato. Mostra também que o K-Pop, fenômeno que já ultrapassou fronteiras geográficas e linguísticas, ainda tem espaço para novas formas de representação cultural. Ao unir esses elementos em um pacote divertido e cativante, Guerreiras do K-Pop não só se justifica como fenômeno da Netflix, como também abre caminho para produções que ousam misturar música, cultura e espetáculo visual sem medo de parecer diferentes. Em resumo, Guerreiras do K-Pop é uma das grandes surpresas do ano. Uma animação que conquista pela ousadia estética, pela energia contagiante da música e pelo respeito com que trata a cultura que representa. Não é perfeita, mas é inesquecível. Um daqueles filmes que provam que entretenimento e autenticidade não precisam estar em lados opostos.
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