Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades: Críticas
Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades
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Kamila A.
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1,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2023
“Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, filme dirigido e co-escrito por Alejandro G. Iñarritu, está centrado na figura de Silverio Gama (Daniel Giménez Cacho), jornalista, documentarista e artista de renome. Mexicano de origem, porém residente nos Estados Unidos, devido à sua carreira, Silverio acaba fazendo uma reflexão sobre si mesmo, sua identidade, suas relações, suas memórias, os caminhos que ele percorreu e o seu futuro, a partir do momento em que é agraciado com um prêmio muito importante.
“A vida é uma série de eventos sem sentido”. Essa frase de “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades” é bem representativa do que iremos assistir. A jornada de Silverio tem momentos oníricos, ao mesmo tempo em que tem instantes mais realistas, nos quais a personagem se conecta com seus entes mais próximos. Silverio é o bardo, em seu sentido mais literal: confusão, desordem, problema.
“Bardo, Falsas Crônicas de Algumas Verdades” é o tipo de filme que só um cineasta como Iñarritu poderia fazer. Ele está em um estágio da sua carreira em que pode se dar ao luxo de ousar e de experimentar. O jogo interessante aqui é que podemos enxergar alguns paralelos entre o próprio Iñarritu e Silverio Gama. Seria a personagem o seu alter ego? O filme seria uma forma de Iñarritu refletir sobre o seu cinema e sua própria trajetória? Uma pena que pouco faz sentido neste seu filme - propositalmente, ou não.
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