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Ricardo L.
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3.227 críticas
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3,5
Enviada em 22 de novembro de 2023
David Fincher dirige Michael Fassbender e Tilda Swinton num filme de assassinato óbvio num roteiro extremamente promissor que possui três atos bem quistos, com um primeiro ato top e os seguintes nem tanto, por se tratar de Fincher, esperava um pouco mais.
"Preveja, não improvise. Não confie em ninguém." Mais um grande filme de David Fincher e uma baita atuação de Michael Fassbender. O Assassino é um suspense contido, assim como seu protagonista, frio e calmo. Trilha sonora incrível, não só pelas músicas, mas a trilha original também é muito linda. Muito bom.
"Cinema nacional estilizado com direção precisa; protagonista intrigante, mas desenvolvimento poderia ser mais profundo." "O Assassino" marca o retorno de David Fincher ao thriller psicológico, apresentando uma narrativa estilizada e envolvente. Michael Fassbender entrega uma performance sólida como o protagonista frio e calculista. O filme é elogiado por sua direção precisa e atmosfera tensa, embora a história possa parecer superficial em termos de desenvolvimento de personagem.
O filme é notavelmente centrado, metódico e tende ao perfeccionismo, refletindo a própria essência do protagonista, o que o torna excepcionalmente cativante. Para os admiradores do diretor, representa duas horas imersivas no estilo inconfundível de David Fincher. Contudo, para aqueles menos familiarizados, a extensão da obra pode parecer um tanto exaustiva e repetitiva, pois Fincher adentra profundamente na psique do personagem principal, relegando a ambientação e os coadjuvantes a um segundo, ou até último, plano.
O ASSASSINO é o filme mais fraco de David Fincher e a direção estilosa do diretor só aumenta o seu vazio! O personagem de Fassbender invade propriedades alheias como se fossem públicas sem ser visto, incomodado ou detido pela segurança(haja incompetência, pessoal!!!!), persegue pessoas fungando em seus cangotes espantosamente sem ser notado, como se as pessoas perseguidas sofressem de cegueira(e talvez sofressem mesmo!), e senta em mesa de restaurante chique sem ser convidado com a naturalidade de um cliente cinco estrelas, mesmo que esteja suado e sangrando, entre outras papagaiadas mais simples, tudo de forma mambembe e bem no espírito do mito Pica-Pau e das empresas Tabajara. A impressão que dá é que o ator alemão poderia ser substituído pelo Leslie Nielsen e que o nome do filme poderia ser mudado para CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ que não faria a mínima diferença.
Apesar facilidade tecnológica e bancaria " O Assassino" aprofunda como é alto reflexão e dogmas de um profissional da morte ,e quando seus dilemas pessoais são atingidos.
O filme é quase todo narrado pelo personagem, como se estivéssemos sempre ouvindo seus pensamentos. Um assassino frio e solitário e que segue fielmente uma metodologia e um planejamento para todas as suas ações. Apesar de ser um perfeccionista, comete um erro e em segundos passa de caçador a caça. O filme passa, em um ritmo acelerado, a acompanhar o caminho do personagem para se livrar da situação. O filme tem poucos e pontuais diálogos e a dinâmica prende nossa atenção em tentar entender qual o próximo passo da jornada de nosso herói.
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