O Sobrevivente
Média
3,3
66 notas

16 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
1 crítica
3
7 críticas
2
3 críticas
1
3 críticas
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Nelson J
Nelson J

51.014 seguidores 1.971 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de novembro de 2025
Ótima diversão sobre drama familiar, fake news, pós verdade, show midiático para o público, enfim, uma salada completa com o ótimo Glen Powell
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 549 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de dezembro de 2025
Filme: O Sobrevivente - The Running Man #therunningman Assistido: 21-12-25
Elenco: @glenpowell @emiliajonesy @leepfrog @thekatyo @danilezra @michaelcerasource @jaymelawson @joshbrolin
Modelo: #ação #ficção
Duração: 2h 13m Ano: 2025
Minha opinião: Um filme que parecia ser um remake do filme de 1987 com @schwazenegger , mas não é. Apesar de trazer algo similar ou trazer a foto de Arnold na nota do dinheiro. Sinceramente o 1º filme é muito melhor, mesmo este sendo 42 anos depois, onde poderia ter feito um remake fiel e com a tecnologia de hoje ultrapassar o de 87. Onde tinham vários gladiadores, Buzzsaw, Fireball, Dynamo, Sven, Subzero,... e onde Arnold e sua turma tinha que enfrentar. Foi top de mais. Neste filme tem apenas um que o capitão mascarado e os soldados. Aqui temos um Mundo onde pessoas passam necessidades e temos Ben (Powell) que para ganhar dinheiro entra na competição de The Running Man, onde terá de sobreviver 30 dias sem morrer, e assim ganhar o dinheiro e salvar sua filha doente. Creio que 30 dias foi longo de mais pois teve muita enrolação no filme, fosse 10 dias ou 7 dias, teria sido bem melhor. E temos Can (Brolin) sendo o responsavel pelo programa e ser o articulador da TV. E assim Ben vive fugindo e descobrindo as falcatruas por de traz do programa até chegar e expor tudo.
Vale apena assistir?: para quem já assistiu o de 87 vai, se desapontar com este. Para quem não assistiu, vai ser mais um filme mediano como foram a maioria dos filmes deste ano 25, que não foi bom para o cinema. Mesmo o filme sendo de ação, ele é monotono.
Nota: 6 para quem não assistiu o de 19987. E nota 4 para quem assistiu, pois a comparação nos deixa triste.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 446 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de novembro de 2025
O Sobrevivente chega aos cinemas carregando um tipo raro de expectativa: a de um remake que o público realmente queria ver acontecer. A combinação de uma obra de Stephen King, um filme oitentista limitado por sua tecnologia da época e um diretor como Edgar Wright parecia perfeita para trazer frescor a essa história. Some a isso Glen Powell, atualmente um dos atores mais carismáticos de Hollywood, e tudo indicava um projeto pronto para entregar o melhor dos dois mundos: energia autoral e uma nova camada de relevância social. É por isso que o resultado final soa tão ambíguo. O filme está longe de ser uma decepção completa, mas também fica bem distante do potencial que carregava.

Edgar Wright ainda consegue imprimir parte de sua assinatura, e isso sustenta boa parte do ritmo da produção. Seu estilo vibrante, acelerado e cheio de ironia se encaixa naturalmente na proposta de transformar o jogo mortal dos anos 80 em algo mais amplo, mais caótico e com cara de reality show contemporâneo. Ao invés da estrutura de “fases” do filme original, Wright opta por um formato de road movie, acompanhando Ben Richards pelas ruas de uma cidade que mistura decadência urbana e elementos quase cyberpunk. Essa mudança funciona porque amplia a sensação de um país colapsado, onde cada esquina pode ser tanto um risco quanto um espetáculo comprado pelo público.

O problema é que, mesmo com boas ideias, Wright parece trabalhar aqui com o freio puxado. Seu estilo está presente, mas nunca explode de fato. Em vez de abraçar a liberdade criativa que uma nova adaptação permitiria, ele entrega algo mais comedido, quase como se estivesse preocupado em não se afastar demais do filme antigo, justamente o contrário do que este remake precisava. Há um conflito claro entre a vontade de modernizar a obra e o medo de parecer ousado demais, e esse embate enfraquece a identidade do filme.

Essa contenção aparece principalmente no roteiro. Logo no início, a trama apresenta Ben, sua família e sua motivação: salvar a filha doente e tirá-los da pobreza. Tudo isso é mostrado com rapidez, mas não com profundidade. A urgência do protagonista existe, mas não é construída emocionalmente; ela apenas é declarada e logo substituída pela correria do programa televisivo. O filme se apressa para chegar ao jogo, mas não dá tempo para que o público sinta o peso daquela escolha. Isso cria uma contradição narrativa: a história cobra empatia, porém não oferece base suficiente para que ela aconteça.

Ao longo do caminho, o roteiro apresenta novos personagens e núcleos que surgem e desaparecem sem acrescentar muito ao desenvolvimento de Ben ou ao mundo ao redor. Essas entradas e saídas constantes quebram o ritmo que deveria ser justamente o motor do filme. Em um projeto de Edgar Wright, onde o tempo e o movimento são peças fundamentais, esse vai-e-vem vira um obstáculo e não um recurso. É uma trama que quer parecer grande, mas que não utiliza sua expansão para enriquecer o protagonista ou as tensões do jogo.

Outra ideia promissora, mas mal explorada, é o período de 30 dias que Ben precisa sobreviver. A premissa cria um universo cheio de possibilidades: esconderijos, alianças, conflitos urbanos, diferentes tipos de caçada. No entanto, o filme menciona o cronômetro e o contador no pulso do protagonista apenas como elementos visuais, sem que o passar do tempo influencie a narrativa de forma real. A história até começa como um jogo, mas, sem aviso, se transforma em uma rebelião contra a Rede e esse salto, embora interessante, parece pouco preparado. O roteiro sugere regras, metas e obrigações que deveriam moldar o comportamento de Ben, mas abandona essas ideias antes que elas ganhem relevância.

As críticas sociais também sofrem com essa falta de aprofundamento. O filme mostra obsessão por audiência, exploração da miséria e violência transformada em entretenimento, mas raramente desenvolve essas discussões. A cidade é cheia de elementos visuais que reforçam o caos político e econômico dos Estados Unidos de 2025, porém essas referências servem mais como ambientação do que como reflexão. O espectador entende que há temas importantes ali, mas sente que nada é levado até o fim. Wright tenta apontar problemas reais, mas para no rascunho e isso torna a crítica menos impactante do que poderia ser.

Ainda assim, é impossível ignorar o grande trunfo do filme: Glen Powell. Ele é o motor emocional e energético da experiência. O ator entrega um desempenho cheio de raiva, desespero e humor, equilibrando exagero e carisma de um jeito que somente ele conseguiria. Mesmo quando o roteiro não ajuda, Powell encontra maneiras de tornar cenas medianas em momentos mais vivos. Ele domina tanto as sequências de ação, baseadas principalmente em fuga e improviso, quanto os instantes de comicidade, que surgem naturalmente dentro do caos. Quando Wright e Powell estão em sintonia, o filme brilha e é nessas cenas que o público lembra por que havia tanta expectativa.

No fim, O Sobrevivente é melhor do que o filme de 1987, especialmente por sua premissa atualizada e seu elenco afiado. Possui boas cenas, efeitos competentes e ideias que, isoladas, funcionam muito bem. O problema é o conjunto. A obra parece sempre à beira de se tornar algo maior, algo mais ousado, mas nunca assume esse passo. É um filme que acerta no estilo, mas derrapa no desenvolvimento; que apresenta temas fortes, mas os trata apenas na superfície; que tem criatividade disponível, mas a utiliza pela metade. O resultado é um remake que cumpre sua função básica, mas deixa no ar a sensação de que poderia ter sido o grande filme que prometia ser.
Antowan
Antowan

17 seguidores 184 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de dezembro de 2025
Filme muito bom
Te prende do começo ao fim , muita ação lutas e surpresas , com ótimas atuações e uma história inovadora,, assistiria até meus uma vez
Filme mucho loko
Não percam !!!
Caio Bolado 24
Caio Bolado 24

7 seguidores 127 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de dezembro de 2025
É um livro violento, totalmente focado na ação desenfreada e violência pra todo lado, aqui fizeram um filme bem infantiilzado para ter menor categoria de idade assim atrraindo mais pessoas, resultado péssimo, filme não agradou nenhum lado.

E ele tinha boa direção pois bem no final existe cena de luta do nosso herói dentro do avião contra 3 pilotos de avião, cena entrega bem, tem acrobacias incríveis, golpes bem violentos, mortes brutais, digno de uma cena de ação de um spin off de John Wick com menor orçamento, ou seja, a direção tinha competência para entregar um mundo violento com boas cenas de mortes, explosões, fugas de carro, tudo que necessário mas provavelmente por ordem de alguém de cima que ordenou que houvessem pouca brutalidade para encaixar o filme em categorias menores.

No fim, um filme ok pra assistir com seu filho e lembrar de quando nós eramos crianças e assistiamos com nossos pais filmes brucutus dos anos 90 e 80.
Gustavo A.
Gustavo A.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de março de 2026
Filme com muita ação, tiro, explosão e história genérica, forçam muito a barra em varios momentos, acredito que deixem de propósito, esse ator principal é bom em Ação atuando é fraco
Herley Mühlenbruch Guimarães
Herley Mühlenbruch Guimarães

2 seguidores 13 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de dezembro de 2025
Um remake bem pastelão que, na dublagem, chama os agentes do Governo de milicianos, para enfiar um Woke Brasil no meio. Diversas cenas de ação mas o conteúdo é fraco, não cria uma ligação da plateia com a personagem. Se estiver sem opções para assistir, ainda compensa.
GoTyK
GoTyK

16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de março de 2026
Tem uma pegada de crítica social aos dias atuais, como o ódio empregado nas redes sociais e o controle midiático através das fake news. Tudo isso gera lucro pras big techs.
Atuações medianas, roteiro muitas vezes sem sentido e apelo forçado pra dar continuidade à trama.
Nada surpreendente.
Chrystopher Lelis
Chrystopher Lelis

12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2026
Boa adaptação do filme da década de 80, porém não dá pra assitir duas vezes esse filme. O ator foi muito bem no papel vale a pena assistir
INFO BRASIL
INFO BRASIL

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de março de 2026
Filme com história frágil e sem imaginação, de bom só a ação, mas recheado de cenas mentirosas e atmosfera sombria, tentando recriar um cenário futurista que na verdade parece ter saído de um filme trash, ou seja, uma perda de tempo, filme sem conteúdo. Horrível !
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa