Devagar, quase parando. Difícil aguentar as quase duas horas de um filme que pouco fala da cultura indiana, apostando mais em dramas não muito interessantes.
" Realismo sutil e autonomia feminina constroem um retrato poderoso, mesmo que menos impactante no final." Tudo que Imaginamos como Luz retrata a vida de duas enfermeiras em Bombaim, Prabha e Anu, navegando entre rotinas urbanas, amores complicados e dilemas culturais. Livre de estereótipos exóticos, o filme apresenta uma Índia urbana e global, mais próxima da classe média metropolitana. Com histórias paralelas sobre casamento e paixão, as protagonistas mantêm o pragmatismo, colocando suas escolhas acima das imposições sociais. A narrativa evolui para uma vila de pescadores, onde metáforas e decisões libertadoras encerram a trama. A obra destaca a força feminina em uma "revolução silenciosa" que foge do didatismo.
Acho que a expectativa era muito alta. Achei o filme ok. Não me emocionou demais, não me prendeu demais, não me pegou. Dos filmes internacionais que vi dessa temporada até agora, oi o que menos gostei.
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