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Diogo Codiceira
24 seguidores
881 críticas
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2,5
Enviada em 28 de julho de 2025
O mistério da libélula contou com a direção de Tom Shadyac e roteiro de Mike Thompson e Brandon Camp. Na trama, acompanhamos Joe Darrow (Kevon Costner), um doutor que é casado com Emilly (Susanna Thompson) que também é doutora e acaba morrendo em um trágico acidente ao tentar realizar um trabalho voluntário na Venezuela. Sofrendo com a perda, Joe passa a acreditar que Emilly está tentando entrar em contato com ele. Podemos dizer que o filme se enquadra em um drama sobrenatural e o roteiro ajuda a dar profundidade ao personagem de Costner pela construção de personagem secundários diante da sua dor no luto. Usando do ceticismo inicial do personagem principal e de praticamente todos os seus amigos, a trama trabalha na construção da fé, de crer para acontecer. Bem, e nisso o cético Joe passou a acreditar diante de alguns acontecimentos no filme. A ideia aqui é quanto mais fé o personagem tem, mais próximo de decifrar o mistério De fato, tem momento que isso se torna muito cansativo e Joe fica muito paranoico diante de algumas situações (o que atrapalha muito o filme). Ao menos, o terceiro ato entrega uma revelação que não estava a ser esperada.
O que mais me incomoda no filme é a falta de foco,durante os dois primeiros atos ele fica em um embate entre um suspense sobrenatural e um drama espiritual e quando assume um lado - Isso no terceiro ato - Ele termina com a sensação de que acabamos de ver algo bem blazé.
Desde as primeiras cenas o filme se assume uma jornada de fé,o protagonista que em determinado momento do filme afirma não acreditar em Deus logo tem uma instabilidade nessa afirmação a partir do momento que sua esposa falecida começa a se comunicar de alguma forma com ele,a incerteza toma conta dele.
Há muitos planos desde o início do filme onde o diretor posiciona a câmera lá em cima,sempre com a luz do ambiente em foco buscando essa constatação não só da luz divina quanto também de onde sua esposa o observa.As cenas iniciais com o uso de Flash Backs parecem não serem tão necessárias - Pelo menos nessa ordem que o filme tem - Já o suspense é aquele que você já viu inúmeras vezes,tem o jumps-scare de algum bichinho de estimação e aparições fantasmagóricas bem forçadas.
Shadyac no fim,tenta abordar uma trama espiritual com suspense sem muito ímpeto - Coisa que Shyamalan já fez muito bem - E não alcança o objetivo no Thiller enquanto na fé parece muito mais um filme que tenta te catetizar do que propor uma relação mais profunda.
Bela fotografia, bom elenco, um roteiro até decente, boa trilha sonora. Agora, o enredo em si foi estragado, sobretudo pelo final. Não pela questão sobrenatural, porque foi explorada de forma elegante. O argumento não é moralmente aceitável. Uma mulher que coloca a sua família em segundo lugar pra seguir a sua ideologia, abandona seu marido e se manda para o meio do mato pra se lascar com os índios... arriscando, assim, a vida da própria filha em gestação spoiler: e, depois, ainda faz com que o marido se lasque também e acabe com a sua vida e profissão, envolvendo-o nessa ideologia maluca, fazendo com que ele vá atrás de... tchan, tchan, tchan... um filho para o trouxa criar sozinho...
2 estrelas e ainda somente por causa da boa parte estética do filme!
Esse filme na minha opinião é o último grande filme do ator Kevin Costner. Depois deste ele não fez mais nenhum filme de qualidade. Esse filme é emocionante, assustador em alguns pontos. Mas definitivamente interessante e envolvente. Ótimo trabalho e não tem nem o que comentar... é assistir com a confiança de ser um bom entretenimento !
COMECEI A VER O FILME DESPRETENCIOSAMENTE, PORÉM, AINDA NO INÍCIO, PASSEI A PRESTAR A MAIOR ATENÇÃO, CONCEITUANDO-O COMO UM BOM FILEME. A TEMÁTICA DE MOSTRAR-NOS QUE A VIDA VAI BEM MAIS ALÉM DO QUE A MORTE DO CORPO, O QUE ESTÁ SENDO DIFUNDIDO EM TODOS OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. ASSIM O FILME DEIXA DE SER UMA MERA FICÇÃO E PASSA A SER MAIS UM ALERTA, JÁ CONFIRMADO PELA CIÊNCIA, SOBRE A VERACIDADE DOS RELATOS DE IRMÃOS QUE TIVERAM EXPERIENCIAS DE QUASE MORTE E TRAZEM-NOS SEUS RELATOS FIDEDÍGNOS. REPITO: MUITO BOM FILME, COM SEUS ATORES PASSANDO VERACIDADE A REALIDADE APRESENTADA.
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