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Carlos P.
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431 críticas
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2,5
Enviada em 9 de novembro de 2024
Comecei a gostar mais desse tipo de filme recentemente. Uma noite em família, sem grandes eventos, apenas diálogos e sentimentos. Aborda Alzheimer, relacionamentos, desemprego, traição e outros dramas familiares; todos fatores que podem trazer uma identificação a quem está assistindo, mesmo que o assunto seja abordado superficialmente. O que dá um elemento diferente ao filme é a maneira como a câmera pega os personagens, não é um filme de terror mas parece ser pela maneira como é filmado, quase como se fantasmas estivessem na casa e os observando. O final pode deixar a desejar pra quem espera um grande desfecho, mas como eu disse, é um estilo diferente de filme, mais teatral do que estamos acostumados.
Tenta ser o mais correto em mostrar a rotina humana e seus problemas e tudo que possa envolver,mas se rende ao drama silencioso,daqueles que o estúdio sempre aposta alto pra deixar o espectador pensativo sobre coisa nenhuma.O filme vale pelos diálogos e algumas poucas diversões que o elenco propõe.
Sinopse: Ao longo de uma noite, a família Blake se reúne para o Dia de Ação de Graças no apartamento de Brigid e seu parceiro Richard. Com o desenrolar da noite, as frustrações e inseguranças de cada membro da família são expostas.
Crítica: "Os Humanos" apresenta uma abordagem intimista que, embora tenha seu charme, pode não ressoar com todos os espectadores. O filme se baseia fortemente no diálogo e nas interações familiares, o que, por um lado, oferece uma profundidade emocional interessante, mas, por outro, cria um ritmo que pode se arrastar, tornando-se maçante para aqueles que esperam um desenvolvimento mais dinâmico da história.
O cenário, restrito ao apartamento dos personagens, contribui para um ambiente de claustrofobia que reflete as tensões familiares, mas essa limitação espacial pode gerar desconforto em vez de envolvimento. A proposta de simbolizar as lutas internas e externas através de um espaço apertado é válida, mas a falta de mudança de cenário pode levar à monotonia.
O elenco brilha em suas performances, com atuações marcantes que capturam a complexidade dos personagens. Richard Jenkins e Jayne Houdyshell se destacam, trazendo à vida as nuances de relações familiares disfuncionais com uma autenticidade que é inegável.
A direção de Stephen Karam mantém uma Leveza na narrativa, mas a falta de variação nas cenas e na estrutura pode deixar o público desejando mais. Em suma, "Os Humanos" é uma reflexão sobre as dinâmicas familiares e as memórias que nos assombram, mas a forma como isso é apresentado pode se tornar um desafio para aqueles que buscam uma experiência cinematográfica mais movimentada.
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