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Marcela Oliveira
1 crítica
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4,0
Enviada em 22 de novembro de 2025
O filme inteiro é uma experiência de quase morte. A frase da enfermeira que no começo do filme o pergunta se está bem é o que fecha o filme. E eu, meu caro leitor, que você encontrou esse pequeno fórum por ter a mente cheia de dúvidas então vamos lá... Jack Starks está prevendo todo o seu desafortunado destino durante uma experiência e acaba descobrindo que morreu em janeiro de 93, na jornada mental ele reencontra Jackie, a pequena garotinha que ele ajudou no passado. O final é confuso mas fica a entender que na verdade, tudo que vimos após o acontecido da "primeira morte" do protagonista na guerra são apenas lapsos de um futuro que nunca aconteceu. Ele nunca viu a Jackie de verdade. Quando ele encontra sua mãe jogada bêbada na beira da estrada com o carro quebrado, ele é apenas um vagante.. Estava com uma mala vagando na neve antes de encontrar o motorista que lhe oferece uma carona e assassina um policial, assim sendo julgado como culpado (mas insano, incapaz de ser detido em uma prisão normal) e é jogado em um hospício. Quando ele reencontra a Jackie ele também é apenas um vagante, ele aparece como um moribundo sem ter pra onde ir no natal. Nota-se também que ele nunca falou realmente da sua vida, sua família ou coisas assim, o personagem é um enigma.
Fica nas nossas mãos julgar se ele está prevendo o futuro inevitável ou apenas desmembrando sua mente e seus desejos de sobreviver a todo custo (mais de uma vez) e construindo
O filme prende a atenção, embora seja um tanto confuso. Na realidade é mais um drama do que um suspense. Apesar das boas atuações, o enredo acaba se estendendo demais e no fim fica uma sensação de que a expectativa não foi a contento.
Creio que Plausível seja uma palavra que não se encaixa em The Jacket,através de uma desorientação conflituosa de seu protagonista depressivo ele adota uma fórmula de viagem no tempo bem insossa que entrete apenas um público que não queira refletir tanto sobre ele.
As primeiras cenas remetem a um longa que irá explorar a mente do personagem do Brody.Um sobrevivente de guerra que agora está em um manicômio acusado de assassinato.Se o diretor buscasse explorar um lado mais perturbador daquela ambientação ou pelo menos pusese o público em uma trama que envolvesse algum mistério,creio que seria bem mais coerente do que essa linha de viagem no tempo.
Há muitos usos de Close-Ups e planos detalhe e uma tentativa que tenta evocar uma claustrofobia nas cenas em que o Adrien Brody está preso no necrotério - Que remete bastante a um caixão mesmo - Mas essa sensação me parece muito non sense dentro da proposta que o filme encaminha.Esse drama de relacionamento entre o Jack e a Jackie soa bastante forçado para ser sincero.
Talvez ele queira refletir sobre a vida perdida na guerra,mas confiante em uma pós vida desse pós guerra,e é algo bastante plausível se fosse abordado com maior seriedade.Mesmo assim ainda consegui me situar em alguns pontos de sua narrativa como esse sentimento de amargura do Jack,mas ainda assim fica a sensação de que poderia ser bem melhor.
É um daqueles filmes bem loucos, que vc pensa, pensa e ainda não consegue entender, justamente o que estou tentando fazer agora. Não se sabe se o futuro foi alterado pelo passado, ou o passado foi alterado pelo futuro, ou ainda se nenhum destes existe, e é tudo uma construção da mente de um moribundo que tenta construir um mundo onde se ainda vive após a sua inevitável morte. Penso, penso e não consigo chegar a uma conclusão. Grande filme!
É o tipo de filme que engana pela sinopse, o roteiro é bem escrito, meio louco no começo, mais vai ficando interessante, o filme surpreende e fica até emocionante! Recomendo.
"O filme exige do espectador que "acredite" na história, não ocorre de forma natural. Mas o roteiro é bem escrito, Keira Knightley, em um papel mais ousado, e Daniel Craig estão competentes. Brody consegue entregar uma boa atuação também."
QUEM NÃO VIU, NÃO LEIA. Só uma dica para os desatentos: sabe aquele tiro que ele leva na cabeça no início do filme? Pois é. Ele nunca se recuperou dele... Todo o filme é uma construção mental do personagem que tentou curar suas próprias desordens às custas de um universo criado na sua imaginação, ou seja, ele não se recuperou do tiro, pelo contrário, morreu com ele. Observem no final do filme a voz da enfermeira que cuidava dele na primeira cena dizendo que o estava perdendo. Portanto, parem de comparar camisa de força com efeito borboleta, pois não tem nada a ver uma coisa com a outra.
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