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Anderson
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4,5
Enviada em 13 de março de 2023
"As pessoas são incapazes de não se preocupar com os outros. As pessoas são incríveis." A tela em 4:3 é claustrofóbica tanto quanto a sala em que tudo acontece, com a fotografia obscura ampliando a sensação da dificuldade em sorver o ar. O contato com o mundo externo se dá através de sombras se movimentando por detrás de uma janela. O ser humano de Darren Aronofsky é prisioneiro de si mesmo, mas mesmo assim transborda sua humanidade pela preocupação que tem pelo outro e pela fé que deposita nele. Apenas muito próximo ao final tudo se ilumina quando, metaforicamente, Charlie caminha para a luz, momento em que ocorre um pequeno exagero que poderia ter sido dispensado tanto quanto a profusão de lágrimas que o antecede. É um melodrama? Pode ser que seja, característica realçada pelo tom teatral da movimentação dos personagens e dos diálogos, embora fique difícil imaginá-lo diferente disso, considerando-se os temas, obesidade, depressão, luto e homofobia, envolvidos na trama.
Emotivo e poderoso, mas sua intensidade pode ser excessivamente opressiva. Um homem recluso e obeso tenta reconectar-se com a filha enquanto enfrenta os desafios de seu passado e sua saúde debilitada. Brendan Fraser entrega uma performance incrivelmente comovente e convincente, imergindo completamente no personagem e transmitindo uma dor profunda. Sua atuação carrega o filme, especialmente nos momentos mais íntimos e vulneráveis, onde sua luta interna é palpável. O roteiro e direção, por outro lado, adotam um tom excessivamente melancólico e opressor, o que, embora bem intencionado, pode se tornar cansativo para o espectador. O filme se foca tanto no sofrimento e nas emoções de Charlie que a experiência pode se sentir claustrofóbica, sem momentos de alívio ou esperança. Embora a reflexão sobre arrependimentos e relações familiares seja poderosa, a sobrecarga emocional pode afastar alguns que buscam uma narrativa mais equilibrada.
Não é um grande roteiro, mas é um grande filme! Brendan Fraser finalmente recebe um personagem em que pode apresentar todo o seu potencial e se imortalizar. É triste e com cenas gravadas em uma delicadeza que mesmo contendo apenas um cenário, as expressões nos diálogos e os posicionamentos os levam a outro patamar de atuação. É trágico, com uma beleza oculta na forma da direção. O destaque, sem dúvida, é da caracterização.
Darren Aronofsky dirige esse filme que conta com a melhor atuação do ano com o ótimo Brendan Fraser e aqui temos um filme duro, difícil e com um roteiro lento mais que não cansa, apesar das dores. Um filme de qualidade.
Atuação impecável de Brendan Fraser, num filme cru, sem romantismos com drama, só o drama real mesmo, que se passa quase todo num cômodo só, por limitações físicas do protagonista, por limitações psicológicas dele também... forte, impactante... a grande maioria de nós conhece alguém que sofra de obesidade mórbida... então vale muito, como filme e, principalmente, como exercício de empatia... esqueça a opção sexual do protagonista, isso é apenas para mostrar ainda mais a exclusão e julgamentos que o peso já o obriga...
É um filme de um roteiro e cenário simples, que conta com uma excelente atuação dos atores principalmente do Brendan Freaser. Um filme muito realista narrando a história vivenciada por milhares de pessoas em todos os cantos. Um homem que que largou a sua família para viver um relacionamento homoafetivo e após a morte do seu parceiro ele tenta se reconectar com a sua filha, porém, em uma situação ruim de saúde por ser obeso. Um drama com um suspense que pela atuação do Brendan, mereceu depois o OSCAR.
A Baleia e um filme atipico, sensivel e ao mesmo tempo serio em sua conotaçao gordofobia. As pessoa snao ficam gordas so pq gostam de comer desenfreadamente, existe um disturbio com cada pessoa, com sentimentos, magoas, e ate mesmo nao saber lidar com a perda emocional. As vezes as pessoas se fecham no mundo de culpas, vivem fora da realidade, acando que seu problema e o maior de todos. Parabens A Brendan Frase por sua atuaçao impar!
Atuação esplêndida do Brendan! Oscar merecedissimo!! Esse filme me tocou de uma forma que eu não esperava. Não tenho obesidade mas sim repressão, e eu entendi tanto aquele personagem, estive com ele o tempo todo, e a cena final me arrancou muitas lágrimas. A atriz que fez a enfermeira estava maravilhosa, que atuação poderosa! Enfim, é um filme que divide muitas opiniões, mas acredito que tenha cumprido seu papel, que é o de emocionar e ser brutalmente crú e humano!
É um filme que não trata somente da problemática da obesidade. A produção trata de forma sensível de muitos temas durante quase as duas horas de cenas. A abordagem em primeiro plano, da gordofobia, também aborda e trata de questões como culpa, traição, religião, abandono, rejeição, solidão, depressão, entre outros. Atuação de Brendan Fraser foi fantástica, merecedor!!!
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