A Baleia
Média
3,9
608 notas

108 Críticas do usuário

5
24 críticas
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32 críticas
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Oziel Soares
Oziel Soares

14 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de março de 2023
Esse tal Aronofsky já entregou trabalhos anos-luz melhores que A Baleia, vide Mãe e Cisne Negro.
O único acerto do Aronofsky no enfadonho e burocrático filme foi convidar o Brendan Fraser para o papel principal.
Mari M
Mari M

8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de abril de 2023
Não sou a favor de certos tipos de cena no cinema. O filme tem uma boa história , uma proposta de tema interessante , mas se perde (no meu ponto de vista), e fora o final do filme que poderia ter sido diferente.
Alex Will
Alex Will

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de maio de 2023
Excelente atuação do Brendan Frazer, mas o filme é muito ruim, principalmente o final. Perdi tempo assistindo essa coisa.
@cineinstadicas
@cineinstadicas

5 seguidores 68 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de março de 2023
Brendan Fraser é um grande ator, e consegue fazer uma boa atuação, mas isso não basta pra fazer do novo longa do talentoso diretor de Cisne Negro (talvez sua obra prima absoluta) um grande filme. A obra é cansativa, repetitiva, melodramática e sensacionalista. Apesar de trazer temas interessantes e atuais como a homofobia, a intolerância religiosa e a compulsão alimentar, o longa faz uma abordagem superficial e maniqueísta sobre os temas; desta forma perdendo a chance de uma avaliação mais profunda e se limitando a expor o personagem principal a um verdadeiro show de horrores . O final redentor não chega a ser ruim, mas carece de conexão mais sólida com o restante da trama e a mesma falta de conexão também é observada entre os personagens; transformando o desfecho em uma situação fria e pouco convincente. Obviamente várias situações de embaraço e constrangimento foram milimetricamente plantadas pelo diretor, mas esse fato não faz do longa uma obra melhor; trata-se de um filme mediano, que promete muito mas entrega muito pouco.
Michelle Andreazzi
Michelle Andreazzi

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de abril de 2023
De fato a atuação de Brendan é excelente, mas ela, sozinha, nao consegue sustentar o longa... A primeira coisa que me incomodou foi a previsibilidade do roteiro: tudo que você imagina que vai acontecer acontece, e com altas doses de melodrama. Me parece que o diretor insiste em fórmulas prontas pro espectador se comover. Os temas que o filme aborda poderiam ser mais aprofundados, mas parece que tudo para na panela rasa do melodrama. Uma serie de mensagem sao passadas pra que a gente sinta "dó" do protagonista, e temas como homofobia, fundametalismos religisoso e gordofobia parecem fazer um pano de fundo para que o drama aumente. Inclusive devo dizer que em vários momentos percebi que estereótipos gordofóbicos foram reforçados ao invés de serem minimamente questionados. O que é uma grande pena, pois diante dessa atuaçao maravilhosa de Fraser, era possível trazer muita força para esse discussão. Também não gostei da atuaçao da filha, esqueci o nome, me pareceu muito forçada. E por fim devo dizer que detestei a trilha sonora, tão estereotipada quanto o roteiro e a edição.
Bruno
Bruno

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de maio de 2023
Filme muito chato, fica o filme inteiro dentro de uma casa, para acabar sem sentido nenhum no final.
Tathianna Cinema
Tathianna Cinema

2 seguidores 26 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de março de 2023
A Baleia

EUA, 2022

O filme conta a incômoda história de Charlie. Professor de inglês e literatura, ele vive dentro de uma rotina árdua, angustiante e aflitiva. Por conta de acontecimentos significativos e outras variáveis do passado, Charlie desenvolveu uma compulsão alimentar e ganhou um peso enorme que o incomoda, envergonha e sobre o qual ele não tem mais controle.
Encarcerado dentro de casa, ele dá aulas on line para um grupo de alunos que não o vê (a câmera está sempre desligada), recebe visitas diárias da enfermeira e amiga Liz e espera seu tempo, literalmente acabar. Com doenças e distúrbios crônicos, ele se recusa a procurar um hospital para uma necessária internação. Liz ajuda e aconselha, mas não insiste. Tem seu passado intimamente ligado ao de Charlie e consegue compreender a recusa do amigo em buscar ajuda. Ambos perderam Alan, irmão de Liz e companheiro de Charlie, em circunstâncias devastadoras.
Para dilacerar mais ainda o conflito, entra em cena Ellie, a filha adolescente do professor, a quem ele abandonou junto com a mãe Mary, para viver ao lado de Alan. Há nove anos sem ver o pai, ela o hostiliza e humilha em busca de uma reparação e atenção.
O cenário piora de vez, quando bate a porta de Charlie, um missionário religioso querendo "salvá-lo". Nosso heroi não quer salvação (talvez redenção). Quer apenas sobreviver aos dias que lhe restam, ainda que com muito sofrimento ao redor.
Com constantes faltas de ar e dores excruciantes, o combalido Charlie só encontra alento ao escutar os trechos do livro Moby Dicky, que relata a obssessão do capitão de um baleeiro em matar uma gigante baleia branca, que no passado, o mutilou. Sempre que ouve os trechos se acalma e respira.
Nessa hora, o espectador suspira aliviado, pois não se trata de um título de filme depreciativo, mas sem dúvida, um título mordaz, irônico e provocativo.
Um gesto simbólico, triste e arrasador do protagonista, encerra a complexa e polêmica narrativa.
Relevante ressaltar que trata-se de uma película mediana e com uma atuação de Brendan Fraser, melhor que o filme todo.
JRusso
JRusso

69 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de maio de 2024
A atuação do Brendan é tão dramática que a gente não percebe que está diante de um filme gordofóbico, misógino e muito ruim. Obeso em A Baleia é uma aberração incivilizada. Longe de mim querer romantizar o excesso de peso, mas não acredito que as pessoas obesas se alimentem como animais selvagens. E as mulheres? Bem, no filme são desequilibradas, grosseiras e absurdamente cruéis. Uma confissão: meu coração diz que não é certo, mas ri bastante com a personagem de Sadie Sink, Ellie.
Aryane Conta 2
Aryane Conta 2

8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de janeiro de 2025
O filme não é ruim, não mesmo! O que o salva é a fotografia, caracterização e atuação do ator principal que dá vida ao Charlie. Fora isso:
A história me incomoda por tentar fazer a todo custo o Charlie parecer um coitado! Ele não é! Ele é um, com perdão da palavra, arrombado! Ele abandonou uma família por antiética dele, ficando com um aluno; Ele ABANDONOU a própria filha e repare: Ele não quis contato com ela de novo por se interessar por quem ela poderia ser, mas simplesmente porque não queria ELE morrer com sentimento de culpa. Então ao saber que iria morrer em curto prazo, parece que ele só quis deixar "remendado" o erro que cometeu 9 anos atrás e deixar AINDA MAIS sequelas emocionais na filha dele. Charlie não é uma persona rasa, não mesmo! E é isso o que me deixa pasma com a direção do filme, que tem um olhar crônico e que beira a realidade para quem assiste.

O fato é: Tudo é bom nesse filme, menos a história. Não reassistiria.
Aline Santana
Aline Santana

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de abril de 2025
O filme nos leva a reflexão do quanto impactamos positivamente e negativamente a vida de uma pessoa. O ator principal me surpreendeu com a sua atuação, digno de honra.
Mas no geral é um filme triste de muitas degradações.
O final é inadmissível rs
Bom... para quem quer chorar, se irritar, passar nervoso e raiva, pode assistir sem medo.
Mas uma coisa é certa, " ninguém muda a vida de ninguém que não quer ser mudado."
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