A Baleia
Média
3,9
608 notas

108 Críticas do usuário

5
24 críticas
4
32 críticas
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Saah Brielli
Saah Brielli

15 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de abril de 2023
Ótima escolha de cenário, acertaram muito e fez com que sentisse-mos a claustrofobia do Charlie, o protagonista. A psique de todos os personagens é bem trabalhada, todos eles tem uma lore por trás. Realmente triste. Não assista se você tiver probleminhas com o papai, ao menos que queira chorar.
Aryane Conta 2
Aryane Conta 2

8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de janeiro de 2025
O filme não é ruim, não mesmo! O que o salva é a fotografia, caracterização e atuação do ator principal que dá vida ao Charlie. Fora isso:
A história me incomoda por tentar fazer a todo custo o Charlie parecer um coitado! Ele não é! Ele é um, com perdão da palavra, arrombado! Ele abandonou uma família por antiética dele, ficando com um aluno; Ele ABANDONOU a própria filha e repare: Ele não quis contato com ela de novo por se interessar por quem ela poderia ser, mas simplesmente porque não queria ELE morrer com sentimento de culpa. Então ao saber que iria morrer em curto prazo, parece que ele só quis deixar "remendado" o erro que cometeu 9 anos atrás e deixar AINDA MAIS sequelas emocionais na filha dele. Charlie não é uma persona rasa, não mesmo! E é isso o que me deixa pasma com a direção do filme, que tem um olhar crônico e que beira a realidade para quem assiste.

O fato é: Tudo é bom nesse filme, menos a história. Não reassistiria.
tindico ou critico
tindico ou critico

7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de julho de 2023
Há uma coisa que sinto em certos filmes que assisto um apelo emotivo não convincente.  Deixe tentar explicar: Mostrar a degradação do personagem de forma exagerada, por exemplo. Ok. Sei que é um drama, mas me remeteu como se tivesse assistindo uma reportagem sensacionalista de um programa dominical ou comerciais de crianças famintas na África... Sei lá, tá me entendendo?!

Conheço a pegada diretor Darren Aronofsky  que usa muito este artifício: despertar desconforto psicológico no espectador, etc. e tal.(cito, "Réquim para um sonho", se não viu, #tindico demais!)

Porém, desta vez me senti meio desmotivada ou decepcionada do que propriamente chocada ou perturbada. Coisa do tipo: -Ei espectador, veja um obeso sofrendo! E saiba você esta proibido de não se emocionar, por favor chore! Por mais triste que a situação seja, o que de fato é. Achei um tanto quanto apelativo... O problema foi o tom, pecou um pouco no excesso de decadência ao meu ver.

Tirando este ponto, o filme também possui uma parte muito bela, narrando a restauração de um relacionamento entre pai e filha que havia se rompido. Primeiro pela homossexualidade/infidelidade do pai (outros temas relevantes abordado no obra) e principalmente por conta da sua obesidade mórbida, que envergonha grandemente a filha adolescente. (Sadie Sink, a ruivinha de Steanger Things). Gostei muito da construção e evolução entre os personagens que ocorre de forma muito gradual e comovente! Tudo graças a uma excelente direção, bom roteiro e logicamente a performance do elenco.

O filme é bom. Tem seu valor, foi uma excelente oportunidade do ator Brendan Fraser voltar a se destacar nas telonas, mostrando que não é só um cara de comédia.

Vale comentar também da fotografia, que retrata a situação deprimente do personagem, algo frio e enclausurado, demonstrando a situação do personagem em toda sua melancolia.

É isso minha nota é 6,9. A final estamos falando de Darren Aronofsky (diretor do Cisne Negro e outros filmes fantásticos) Portanto o filme poderia encantar mais, pelo menos na minha modesta e não aclamada opinião de cinéfila amadora. rs
Beatriz Mesquita lima
Beatriz Mesquita lima

7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de junho de 2024
Filme bom é forte, vale a assistir, mas é bem triste, não assista se você for delicado ou tiver algum tipo de problema psicológico.
Bruno Apollonio
Bruno Apollonio

23 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de maio de 2023
Achei um filme um pouco exagerado e estereotipado as idéias.
O lado bom é um certo senso reflexivo sobre temas como a religião e depressão de fundo.
Roberto S.
Roberto S.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de março de 2023
A história é densa, forte e um tanto quanto deprimente. Brendan Fraser dá um show de interpretação, fortíssimo candidato ao Oscar de melhor ator.
Profeta do Séc XXI
Profeta do Séc XXI

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2025
só consegui assistir o filme na quarta tentativa, ô filme chato. Tem um apelo emocional muito grande, Brendan atua muito bem, mas o filme parece que só quer falar três coisas que a vida de todo mundo é um monte de excremento, que todo mundo odeia Deus e todo mundo odeia crente.
Luisa Giantomaso
Luisa Giantomaso

4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de março de 2023
spoiler: A culpa carregada por Liz por não ter conseguido salvar o irmão. A saudade e insegurança negadas por Mary depois de se sentir trocada por quem amava. A convivência com a fuga da própria vida enquanto busca maneiras de viver uma nova por Thomas. A simpatia com o desconhecido pelo entregador de pizza Dave e sua surpresa e desprezo com a descoberta da realidade. A volta e o não julgamento de um pássaro na janela. O sentimento eterno de abandono e solidão, de rebeldia agressiva como resposta e solução para as amarguras por Ellie. O su1cídio silencioso de Charlie, o sentimento de culpa pela perda de um amor e de um abandono, a cobrança de sinceridade em redações por precisar que as pessoas sejam honestas com o que sentem e entender a importância disso pra vida, a passividade tóxica consigo mesmo por precisar de aprovação dos outros e "aceitar" normalmente a negação dos outros por acreditar que mereça como consequência de seus erros...

TODOS, sem execeção de nenhum, até mesmo aqueles que não vemos, todos os personagens carregam consigo uma profundidade emocional imensa, uma construção psicológica difícil de ser entendida e aceitada, visto que acima de tudo precisamos de humanidade para isso, deixando de lado todos nossos julgamentos e visões de mundo fechadas em bolhas sociais amargas.

A proporção de tela apertada, a iluminação e a paleta de cores sempre escura, a contagem de dias conforme a passagem do filme, o cenário sempre bagunçado e apertado, a chuva incessante e principalmente *a trilha sonora* te levam para um filme delicado e claustrofóbico. É muito dificil assistir e não se deixar levar pelo sentimento de que a cada minuto é mais e mais difícil de respirar. A ansiedade ataca, o coração acelera, começam náuseas, incômodos físicos... E mesmo sendo ruim de se sentir esse tipo de coisa, pra mim, é assim que vejo o quanto um filme funcionou, o quanto objetivo de ter a arte como incômodo para debates sociais, foi cumprido. Esse filme é um drama que trata de muitas feridas, e faz questões de cutucar propositalmente todas elas. Homofobia, gordofobia, preconceito religioso, abandono paterno, luto, depressão e até mesmo a escrita como espaço de cura mental. É um filme pesado, e é pra ser mesmo, polêmico.

Muitos classificaram até como exagerado e caricatural, porém é importante saber reparar nesses detalhes. Papéis que não tiveram muita informação dada pelo diretor como direcionamento para se aprofundar (como no caso de Sadie Sink, que apesar de seu potencial cênico acabou caindo em uma adolescente rebelde, e não por sua culpa). Cenas "apelativas" segundo o público se tratando sobre a compulsão alimentar do personagem Charlie, quando na verdade precisamos tentar entender que aquela era a forma que o próprio personagem se via, como alguém nojento, porque era assim que o mundo demonstrava ver ele. É apelativo? Ou foi uma forma de demonstrar uma realidade difícil?

A trilha sonora merece o meu reconhecimento mais sincero para essa obra, foi o que mais me chamou atenção desde o início do filme, é obscura, profunda, sufocante... assim como o filme e assim como o mar.

Sobre o mar... há muito a se dizer para tão pouco espaço. Esse é um filme que remexeu muito no meu mental, analisei tanto, me entreguei tanto... me prendeu e me comoveu, merece o reconhecimento que vem ganhando, e mais do que tudo, merece os debates sociais que tanto instiga propositalmente, conversem sobre ele, não tratem o filme sobre como entretenimento passageiro!
Ana Duarte
Ana Duarte

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de setembro de 2025
O filme é lento, parado porém me prendeu do início ao fim. É um filme para pessoas sensíveis e inteligentes . Pessoas que gostam de filmes fúteis não vão gostar. Chorei horrores em várias partes, atua oea incríveis desde o Fraser até os demais atores. O final aberto e onírico é muito comovente . Eu gostei muito.
Isaffortes5
Isaffortes5

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2024
A dor de Charlie é profunda demais para ser remediada. O luto diário que mantêm pelo seu amor perdido violentamente é insuperável, a ausência da filha e a culpa que o ronda de forma repetitiva o oprimem. spoiler:
"[...] Eu aprendi falando com pessoas nessas condições com frequência que as circunstâncias de suas vidas começaram bem cedo. Alguém falou com elas com discriminação, alguém as machucou, alguém foi vingativo com elas e isso ficou com elas. Palavras podem machucar e elas podem causar danos, e eu acredito que nós podemos fazer melhor".
", disse o ator se
referindo à forma como a mídia aborda assuntos relacionados à obesidade e à gordofobia. spoiler:
- Matéria de Café História por Tais Zago, e concordo plenamente. Não precisamos concordar ou julgar a dor ou merecimento do proximo, não é isso que deveria definir se sensibilizar pela dor do outro
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