Não é um filme simples de ser visto, muito pelo contrário. Com certeza ele está entre os mais densos da temporada, e posso dizer que sua fotografia (descrita pela diretora Sarah Polley como um cartão postal desbotado) o torna ainda mais pesado.
Mas as suas temáticas são urgentes, e não estão reclusas apenas à pequenos vilarejosos religiosos com homens e mulheres que parecem ter parado no tempo. Muito pelo contrário na verdade, e é esse debate que precisamos ter pra já!
Um filme cheio de gatilhos, mas é lindo ver a potência que um grupo de mulheres possui.
Um ótimo filme, um pouco lento, mas o cinema não é feito só de cenas fortes, efeitos especiais, histórias mirabolantes. O óbvio também precisa ser descrito, mostrado e debatido. O filme mostra a luta de mulheres por direitos básicos em uma comunidade religiosa fundamentalista. O evidência a importância de conquistas básicas, como o voto até o espaço de fala. Um filme ideal para adultos e jovens, principalmente, para você que mulher que vê o feminismo como algo nocivo para a sociedade. Entenda, em qualquer movimento social haverão boas e más pessoas, atitudes de pessoas más não deslegitimam bons movimentos. Se combate as pessoas ruins, não de destrói a casa que elas morram.
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