O Conde de Monte Cristo
Média
3,9
94 notas

23 Críticas do usuário

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5 críticas
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Lucio Carvalho de Mello
Lucio Carvalho de Mello

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de dezembro de 2024
Um filme absolutamente desnecessário, apesar de toda a qualidade visual, o filme não acrescenta nada em comparação a suas versões anteriores, ao contrário, é totamente previsível e tedioso.
Pedro Vinicius
Pedro Vinicius

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de março de 2025
O filme é fraco e com pouco conteúdo, apesar de quase três horas de duração. A trama não é tão bem amarrada quanto a do primeiro filme de 2002, e os acontecimentos se desenrolam de forma muito rápida. O Conde de Monte Cristo sempre foi um dos melhores filmes que já assisti, mas essa nova versão carece de profundidade e talento.

Um dos maiores problemas está na transição do protagonista. Após sua prisão, a história salta quatro anos no tempo, privando o espectador de acompanhar seu sofrimento, seu desenvolvimento e sua relação com o Abade Faria. A transmissão de conhecimento, que é uma das partes mais fascinantes da jornada do personagem, é apressada, o que enfraquece a transformação gradual que o leva a se tornar o Conde de Monte Cristo. Com tantos saltos temporais, perde-se a magia e a emoção que tornam essa história tão grandiosa. spoiler:
spoiler:
Sudário Sousa
Sudário Sousa

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
2 estrelas pelo inicio do filme que te prende e você torce para o personagem. Não assisti a obra base, portanto, irei falar apenas dessa. Na minha opinião o filme desandou! Racionalidade presente, anos dedicados para a vingança mas no fim, tudo se perdeu por um rapaz burro, e uma menina com romance adolescente tosco, sem profundidade e desnecessário, spoiler: o fim comum deles sendo completamente esquecido por idiotices, esquecendo tudo ao que levou eles até ali, horrível, se você quiser passar raiva e ver tudo sendo destruído por um romance adolescente vá em frente
, mas eu me sinto roubado pelas 3 hrs de vida, e pelos transtornos causados. Péssimo.
Jedsosantosqueiroz
Jedsosantosqueiroz

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de abril de 2026
O novo filme de 2024 é um espetáculo visual, mas deixa um gosto amargo para quem entende a verdadeira jornada de Edmond Dantès. Se por um lado a fotografia é belíssima e os cenários são grandiosos, por outro, o roteiro se perde em escolhas que enfraquecem a força da obra original.

Onde o filme acerta?
A estética é, sem dúvida, o ponto forte. O filme é "bonito de ver", com figurinos impecáveis e uma atmosfera que tenta resgatar a elegância francesa da época. Algumas atuações são sólidas, mas a beleza visual não sustenta a falta de profundidade emocional.

Onde o filme falha (e muito):
A Prisão Apressada: Para um homem que ficou 14 ou 15 anos apodrecendo em uma cela, a transição no filme é rápida demais. O espectador não sente o peso do tempo, da solidão e da transformação mental que Dantès sofre no Castelo d'If. Fica parecendo um "intervalo" rápido, tirando o impacto da ressurreição do herói.

Vingança Sem Alma: O filme é covarde na hora de punir os vilões. No livro, a vingança é um prato cozido lentamente. Aqui, os destinos de Fernand, Villefort e Danglars são confusos ou incompletos. Falta aquela satisfação de ver a justiça sendo feita com o rigor que os traidores mereciam.

A "Falsa Balança Moral": O filme tenta impor uma moralidade moderna e inocente, sugerindo que "vingança sempre tem um preço" e que o Conde deve terminar sozinho e triste. Isso é uma romantização pessimista. Na vida e no livro, a justiça serve para fechar ciclos e permitir recomeços, não para condenar o justiceiro à solidão eterna.

O Erro com Haydée: Ao dar Haydée para o jovem Albert, o filme foge da complexidade do livro. No original, Haydée é a esperança e o amor que cura o Conde. O filme prefere um final "agridoce" e solitário, o que soa mais como medo de polêmica do que como boa narrativa.

Minha Conclusão:
A versão de 2001, com Jim Caviezel, embora tenha suas liberdades e seja menos "sofisticada", consegue entregar o que o público realmente quer: satisfação e catarse. Em 2001, sentimos o ódio de Edmond e celebramos o seu triunfo final.

O filme de 2024, apesar de sua "capa" bonita e intelectual, acaba sendo uma adaptação confusa e vazia, que entrega um final solitário para um homem que já sofreu injustiças demais. No final das contas, falta a 2024 a coragem de ser tão épico quanto o livro de Alexandre Dumas.
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